Élaborer une posture professionnelle singulière pour « avoir » de l’autorité, à travers le cas de Sébastien.

Une approche clinique de l’autorité enseignante

  • Bruno Robbes Université de Cergy-Pontoise – FRANCE

Resumo

Partindo da pergunta “o que nos faz ter autoridade ou não?”, esta contribuição tem como objetivo entender como Sébastien, professor iniciante do ensino fundamental, está tentando construir essa postura, esse posicionamento profissional que lhe permitiria “ter” autoridade. É a fato de “ter” autoridade que é privilegiado, segundo uma abordagem clínica pautada na sensibilidade psicanalítica. “Ter” autoridade diz respeito à parcela de subjetividade envolvida na relação de ensino. Esta história, que atesta a necessidade deste professor de construir uma relação singular com a autoridade enquanto profissional, em particular devido à influência da figura de um pai que ensina e às primeiras experiências em centros de férias, nos permitirá estender nossa reflexão sobre o lugar do terceiro ao fundar e legitimar a autoridade de ensino. Mostraremos que esse terceiro se refere à problemática do não negociável do lugar geracional e da função institucional – que diz respeito à dimensão estatutária da autoridade de ensino, da ordem da lei antropológica –, bem como à capacidade do professor para definir e manter um enquadre educativo.

Publicado
2019-12-31
Como Citar
ROBBES, Bruno. Élaborer une posture professionnelle singulière pour « avoir » de l’autorité, à travers le cas de Sébastien.. Aprender - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação, [S.l.], n. 22, p. 51-61, dez. 2019. ISSN 2359-246X. Disponível em: <http://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/6070>. Acesso em: 18 fev. 2020. doi: https://doi.org/10.22481/aprender.v0i22.6070.