A HORA DA ESTRELA: ARTESANATO ESCRITURAL OU CAOS NARRATIVO?

  • Betina Ribeiro Rodrigues da Cunha Universidade Federal de Uberlândia (Ufu)

Resumo

Estas anotações apresentam uma reflexão apreciativa do jogo-brincadeira discursiva emergente do discurso narrativo contemporâneo, do qual Clarice Lispector, em A hora da estrela, é tomada como representante-proponente de uma arquitetura textual solapada pelo exercício lúdico, oferecendo, ao mesmo tempo que busca, questiona e desvela – uma feição mais harmoniosa e mais poeticamente lúcida da condição humana, no âmbito das relações entre narrador, autor, personagem e leitor.

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Biografia do Autor

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Doutora em Letras pela Universidade de São Paulo (Usp) e pós-doutora em Literatura Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Professora da Universidade Federal de Uberlândia (Ufu).

Publicado
2018-02-09
Como Citar
CUNHA, Betina Ribeiro Rodrigues da. A HORA DA ESTRELA: ARTESANATO ESCRITURAL OU CAOS NARRATIVO?. fólio - Revista de Letras, [S.l.], v. 9, n. 2, fev. 2018. ISSN 2176-4182. Disponível em: <http://periodicos2.uesb.br/index.php/folio/article/view/2787>. Acesso em: 23 out. 2018. doi: https://doi.org/10.22481/folio.v9i2.2787.
Seção
VERTENTES & INTERFACES I: Estudos Literários e Comparados