A NOTÍCIA QUE TEMOS (NÃO) É A NOTÍCIA QUE QUEREMOS: O JORNALISMO POLICIAL INFORMA O QUÊ?

  • Crislene Lisboa Girardi
  • Marcus Antônio Assis Lima

Resumo

Desde 1990 quando a televisão brasileira introduziu na sua programação jornalística programas policiais modificando a linguagem e os fatos que eram transformados em notícia, se faz necessário repensar o tipo de informação que queremos e até que ponto ela é realmente informativa e formativa. Dentro desse contexto é possível combater o nível da programação jornalística da televisão brasileira? (Teoricamente) O telejornal que deveria informar e formar será que vem cumprindo com tal papel? O jornalismo, e, mais precisamente, o jornalismo policial, a que, a quem e para que serve?

Biografia do Autor

Crislene Lisboa Girardi

Mestranda do Programa de Pós-graduação em Letras: Cultura, Educação e Linguagens (PPGCEL) da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb).

Marcus Antônio Assis Lima

Doutor em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Professor Titular da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb).

Publicado
2018-02-14
Como Citar
GIRARDI, Crislene Lisboa; LIMA, Marcus Antônio Assis. A NOTÍCIA QUE TEMOS (NÃO) É A NOTÍCIA QUE QUEREMOS: O JORNALISMO POLICIAL INFORMA O QUÊ?. fólio - Revista de Letras, [S.l.], v. 9, n. 2, fev. 2018. ISSN 2176-4182. Disponível em: <http://periodicos2.uesb.br/index.php/folio/article/view/2807>. Acesso em: 21 abr. 2018. doi: https://doi.org/10.22481/folio.v9i2.2807.