REESCRITAS DA MEMÓRIA – EM CÂMARA LENTA DE RENATO TAPAJÓS:

ENTRE O TESTEMUNHO E A AUTOFICÇÃO

  • Adriana Aparecida de Figueiredo Fiuza Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste)
  • Rosselane Liz Giordani Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste)

Resumo

No intuito de revelar sua experiência da militância de oposição à ditadura brasileira, durante os anos de 1960, Renato Tapajós publica Em câmara lenta (1977), obra que traz para o cerne das discussões as relações entre literatura, história, memória, testemunho e autoficção. O artigo tem como objetivo problematizar as questões pertinentes ao processo de escritura do romance, apresentando uma leitura a partir das teorias de Álvarez Fernández, Paul Ricouer e Márcio Seligmann-Silva sobre o testemunho e de Alicia Molero de la Iglesia e Anna Faedrich Martins sobre a autoficção.

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Biografias do Autor

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Doutora em Letras pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). Professora Associada da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).

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Doutoranda em Letras pela Unioeste. Foi professora no Curso de Jornalismo no Centro Universitário FAG e Univel (Cascavel-PR) e Fasul (Toledo-PR).

 

Publicado
2019-08-24
Como Citar
DE FIGUEIREDO FIUZA, Adriana Aparecida; GIORDANI, Rosselane Liz. REESCRITAS DA MEMÓRIA – EM CÂMARA LENTA DE RENATO TAPAJÓS:. fólio - Revista de Letras, [S.l.], v. 11, n. 1, ago. 2019. ISSN 2176-4182. Disponível em: <http://periodicos2.uesb.br/index.php/folio/article/view/5157>. Acesso em: 16 set. 2019. doi: https://doi.org/10.22481/folio.v11i1.5157.
Seção
VERTENTES & INTERFACES I: Estudos Literários e Comparados