POR UM COTIDIANO ESCOLAR TRANSGRESSIVO: QUANDO CORPOS TRANS INTERROGAM AS PRÁTICAS CURRICULARES

Resumo

O objetivo central deste artigo é discutir sobre os processos como as escolas estão buscando possibilidades para receber, acolher e integrar alunas/os trans*, dando respaldo para o desenvolvimento de suas lutas e busca pelo reconhecimento social. Para tal, realizamos uma pesquisa qualitativa e analisamos a percepção de duas pedagogas, duas estudantes do Ensino Médio público e uma estudante do ensino fundamental público. Defendemos que o reconhecimento das diferenças no cotidiano escolar é uma questão de justiça social, curricular e de direitos humanos.

DOWNLOADS

Não há dados estatísticos.

Biografias do Autor

##submission.authorWithAffiliation##

Pós doutorando em Educação e Doutor em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Professor da Rede pública Municipal de Duque de Caxias/ Rio de Janeiro.

##submission.authorWithAffiliation##

Doutorando em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), bolsista “PROEX”, Pesquisador do grupo de pesquisa – Criar e Brincar: o lúdico no processo de ensino-aprendizagem.

##submission.authorWithAffiliation##

Professora Associada da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Coordenadora do Grupo de Pesquisa LUPEA-PPG.

Publicado
2019-07-01
Como Citar
JUNIOR, Paulo Melgaço da Silva; AGUIAR, Jonathan Fernandes; MAIA, Maria Vitoria Campos Mamede. POR UM COTIDIANO ESCOLAR TRANSGRESSIVO: QUANDO CORPOS TRANS INTERROGAM AS PRÁTICAS CURRICULARES. Práxis Educacional, [S.l.], v. 15, n. 33, p. 472-497, jul. 2019. ISSN 2178-2679. Disponível em: <http://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/5300>. Acesso em: 17 jul. 2019. doi: https://doi.org/10.22481/praxisedu.v15i33.5300.