O ENSINO DE INGLÊS NAS ESCOLAS PÚBLICAS: DA EXPANSÃO À OBRIGATORIEDADE

Resumo

O presente artigo tem como objetivo analisar a agenda da política de ampliação do ensino de idiomas e as demandas legais acerca da língua estrangeira no Ensino Fundamental, perpassando o período de tempo do século XIX aos dias atuais com foco no debate sobre a oferta do ensino de inglês como língua estrangeira nas legislações contemporâneas. Através de análise documental e tendo, como referencial teórico, autores tanto do campo da linguística como Rajagopalan (2013, 2005) e Leffa (1999) quanto da política educacional (SAVIANI, 2005) e FRIGOTTO, CIAVATTA (2003)), foi possível concluir que a agenda da política de ampliação do ensino de idiomas, bem como suas demandas legais e a geopolítica do ensino do inglês do século XIX até o presente favoreceram o caráter contraditório do ensino do idioma, perfazendo uma relação de dominação ideológica simultaneamente à exigência por emancipação através do conhecimento de uma língua estrangeira.

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Biografias do Autor

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Doutora em Educação, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Professora associada do programa de pós-graduação da Faculdade de Educação, Universidade Federal do Rio de Janeiro; Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas dos Sistemas Educacionais (GESED).

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Mestre em Educação, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Programa de PòsGraduação em Educação, UFRJ-Brasil; Grupo de Estudos e Pesquisas dos Sistemas Educacionais (GESED).

Publicado
2019-09-17
Como Citar
DO AMARAL, Daniela Patti; FONSECA, Aline Miranda. O ENSINO DE INGLÊS NAS ESCOLAS PÚBLICAS: DA EXPANSÃO À OBRIGATORIEDADE. Práxis Educacional, [S.l.], v. 15, n. 34, p. 503-525, set. 2019. ISSN 2178-2679. Disponível em: <http://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/5636>. Acesso em: 20 out. 2019.