EL PROCESO DE NACIONALIZACIÓN DEL MOVIMIENTO ESTUDIANTIL ARGENTINO (1955 – 1970)

Resumo





Na comemoração do cinquentenário de “Cordobazo”, contexto social que proclamou a unidade trabalhista-estudantil, nos dispomos a descrever o processo de incorporação ao movimento nacional, dos estudantes agrupados na Frente Estudantil Nacional, fundado por Roberto Grabois, na década dos anos sessenta. Para tanto, nos centramos no período que se abre com a derrubada do presidente Juan Perón, com o golpe de estado de 1955, e, os feitos que contribuíram a enfraquecer as forças armadas, sob as ordens do general Juan C. Onganía, entre 1966 e 1970. Trataremos uma etapa caraterizada – logo do impacto do conflito chino-soviético, por um lado, e do Concilio Vaticano II, por outro – pelo desenvolvimento da compreensão da questão nacional e latino-americana no movimento estudantil e sua aproximação ao peronismo. Esses feitos de nível internacional propiciaram, por exemplo, o encontro entre cristãos e marxistas, além da conformação de novos reposicionamentos em torno do fenômeno popular. Nessa época, tinha limitadas suas opções por sua proscrição da participação política e a repressão contra o movimento trabalhista. E, se bem, a maioria dos estudantes havia enfrentado aos governos peronistas e apoiou, decididamente, sua caída, os acontecimentos posteriores deram uma reviravolta as suas concepções ideológicas. Especialmente, quando o governo ditatorial invadiu a Universidade em 1966 que, em contrapartida, levou a peronização de amplos setores dos estudantes argentinos que pediam o regresso do líder exilado. Vale a investigação.





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Biografias do Autor

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Doutor em Humanidades y Artes, Ciências da Educação, pela Universidad Nacional de Rosario - Argentina, com doutorado sanduíche pela Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP. Professor e Licenciado em Ciências da Educação pela Universidad Nacional de Cuyo. Professor-Investigador Adjunto regular, com dedicação exclusiva, de Teoria Educativa, no Departamento de Humanidades da Universidad Nacional Del Sur – Argentina, e, por extensão, do Seminário Perspectivas Pedagógicas de Nível Superior e de Filosofia da Educação.

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Licenciado em Sociologia pela Universidad de Buenos Aires, pertence al Conselho de Profissionais de Sociologia. Fundador da Frente Estudiantil Nacional, atuando como representante na CGT dos Argentinos, na década de 1970. Atualmente, dirige o Centro de Estudios Héctor Tristán.

Publicado
2020-01-01
Como Citar
AVEIRO, Martin; GRABOIS, Roberto. EL PROCESO DE NACIONALIZACIÓN DEL MOVIMIENTO ESTUDIANTIL ARGENTINO (1955 – 1970). Práxis Educacional, [S.l.], v. 16, n. 38, p. 219-242, jan. 2020. ISSN 2178-2679. Disponível em: <http://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/5998>. Acesso em: 27 fev. 2020. doi: https://doi.org/10.22481/praxisedu.v16i38.5998.