FAZER ESCOLA E ESTAR NA CULTURA: O CASO DOS TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA, BAHIA

  • José Valdir Jesus de Santana
  • Clarice Cohn

Resumo

Nesse artigo, mesmo diante dos limites que se impõem, posto que não é possível apresentar a densidade dos dados produzidos durante a pesquisa do doutorado a partir da etnografia que realizamos sobre a escola dos Tupinambá de Olivença, entre abril de 2011 e maio de 2012, interessa-nos lançar pistas acerca dos modos e formas como este povo têm produzido suas escolas e do como, neste processo, são atualizadas relações de parentesco, sentidos para a cultura e o estar na cultura e do como, no limite, a escola atua em defesa do território, no fortalecimento das áreas de retomadas e na luta por sua demarcação.

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Publicado
2018-07-26
Como Citar
DE SANTANA, José Valdir Jesus; COHN, Clarice. FAZER ESCOLA E ESTAR NA CULTURA: O CASO DOS TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA, BAHIA. Revista Binacional Brasil-Argentina: Diálogo entre as ciências, [S.l.], v. 7, n. 1, p. 250-277, jul. 2018. ISSN 2316-1205. Disponível em: <http://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/4071>. Acesso em: 20 ago. 2018. doi: https://doi.org/10.22481/rbba.v7i1.4071.
Seção
Dossiê Temático