O PRINCÍPIO DA INTERCULTURALIDADE NA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA:DIÁLOGOS COM PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA, ILHÉUS/BAHIA

  • Marcinéia Vieira de Almeida Santos Tupinambá

Resumo

Este artigo apresenta resultados da pesquisa Práxis Pedagógicas e saberes culturais: diálogos com as professoras Tupinambá de Olivença, Ilhéus-Bahia.  O estudo realizou uma discussão acerca dos princípios que regem a nova escola indígena a partir da Constituição Federal de 1988 e entre tais princípios, a interculturalidade/intercientificidade. Pretendemos, portanto, refletir acerca da interculturalidade numa concepção crítica, a partir do que apresentam os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Indígena, no sentido de perceber em que medida essa perspectiva dialoga com as práticas pedagógicas das professoras Tupinambá que participaram dessa pesquisa. Trata-se, nesse sentido, de uma Pesquisa-ação, como defendida por Barbier (2007). Os resultados apresentam desafios para a efetivação de tal implementação na prática pedagógica das professoras Tupinambá, visto que esta não corresponde apenas à ações didáticas, mas ao rompimento de paradigma de um país monocultural e defensor de conhecimentos antidiferencialistas, por razões históricas diversas.

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Publicado
2018-07-26
Como Citar
DE ALMEIDA SANTOS TUPINAMBÁ, Marcinéia Vieira. O PRINCÍPIO DA INTERCULTURALIDADE NA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA:DIÁLOGOS COM PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA, ILHÉUS/BAHIA. Revista Binacional Brasil-Argentina: Diálogo entre as ciências, [S.l.], v. 7, n. 1, p. 302-323, jul. 2018. ISSN 2316-1205. Disponível em: <http://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/4073>. Acesso em: 20 ago. 2018. doi: https://doi.org/10.22481/rbba.v7i1.4073.
Seção
Dossiê Temático