“A VIDA É BELA”, DE ROBERTO BENIGNI: UM PROCESSO DE APRENDIZAGEM

Resumo

Este artigo pretende compreender as condições de possibilidades que permitiram a produção do filme A vida é bela, dirigido por Roberto Benigni. Neste sentido, esta pesquisa se propõe a analisar a trajetória do referido diretor, levantando a hipótese de que, ao assumir determinados posicionamentos expressos na produção fílmica, torna-se evidente a influência do aprendizado estruturado por uma teia de relacionamentos estabelecidos por Benigni. Para esse fim, traçou-se a trajetória do cineasta, tomando-o como um elemento central que concentra todas as referências articuladas de uma memória das interdependências. Trata-se de pautar a construção da memória que se revela como inspiração no processo criativo do referido filme.

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Publicado
2020-03-29
Como Citar
SAMPAIO, Joslan Santos. “A VIDA É BELA”, DE ROBERTO BENIGNI: UM PROCESSO DE APRENDIZAGEM. Revista Binacional Brasil-Argentina: Diálogo entre as ciências, [S.l.], v. 8, n. 2, p. 41-56, mar. 2020. ISSN 2316-1205. Disponível em: <http://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6277>. Acesso em: 02 jun. 2020. doi: https://doi.org/10.22481/rbba.v8i2.6277.