DO SIMBÓLICO AO REAL: FACES DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO

Autores

  • Eliana Kuster

DOI:

https://doi.org/10.22481/redisco.v12i2.2389

Palavras-chave:

Violência simbólica, Gênero, Imaginário, Poder simbólico

Resumo

Quanto de violência de gênero se esconde por trás dos discursos cotidianos? Foi a partir de tal questionamento que esse artigo foi desenvolvido, tentando inferir em representações culturais diversas – músicas, publicidade, cartazes, e mesmo a fala coloquial – como a questão de gênero aparece e é tratada. Utilizando as contribuições de autores como Moscovici, Castoriadis, Simmel, Foucault e Bourdieu, tentamos compreender o poder de criação de imaginários que essas manifestações podem apresentar e como elas podem naturalizar-se a ponto de não as percebermos criticamente. Reunindo e analisando alguns exemplos, buscamos compreender como, a partir dessa naturalização e da incorporação habitual dos valores expressos neles, passa a haver o delineamento daquilo que Bourdieu denominou como poder simbólico. Ao final desse processo, a preocupação é que esse constructo pode – valendo-se da transição do simbólico para o real – pavimentar a passagem da violência discursiva para a violência física.

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Como Citar

Kuster, E. (2017). DO SIMBÓLICO AO REAL: FACES DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO. REDISCO – Revista Eletrônica De Estudos Do Discurso E Do Corpo, 12(2). https://doi.org/10.22481/redisco.v12i2.2389

Edição

Seção

Artigos