ADESÃO À VACINA CONTRA INFLUENZA POR PROFISSIONAIS E ESTUDANTES DE SAÚDE: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

  • Maridalva de Souza Penteado UESC
  • Lacita Menezes Skalinski UESC
  • Flávia Azevedo de Mattos Moura Costa UESC
  • Adélia Maria Carvalho de Melo Pinheiro UESC

Resumo

Identificar as taxas de adesão à vacina contra influenza entre profissionais e estudantes da saúde e verificar que fatores concorrem para o aumento ou diminuição da aderência ao imunobiológico. Utilizou-se como metodologia a revisão integrativa, com busca na base da Biblioteca Virtual de Saúde. Foram analisados 58 artigos. Verificou-se variação nas taxas, havendo certa confluência nos resultados por país, com diferenças quando comparadas as categorias profissionais. A crença na autoproteção e a disponibilidade gratuita da vacina contribuíram para adesão, enquanto a crença de que os profissionais não se constituem em grupo de risco, objeção à vacina e seus efeitos colaterais, falta de tempo e custos colaboraram para a não adesão. A estrutura organizacional das instituições parece ter relevância na adesão. Contudo, parte dos trabalhos centra-se nos motivos pessoais que levam o indivíduo a aderir. Sugere-se, complementarmente, outras investigações científicas, com ênfase nas instituições e seus mecanismos de incentivo à vacinação.

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Publicado
2020-02-14
Como Citar
PENTEADO, Maridalva de Souza et al. ADESÃO À VACINA CONTRA INFLUENZA POR PROFISSIONAIS E ESTUDANTES DE SAÚDE: UMA REVISÃO INTEGRATIVA. Saúde.com, [S.l.], v. 15, n. 4, fev. 2020. ISSN 1809-0761. Disponível em: <http://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/4421>. Acesso em: 18 fev. 2020. doi: https://doi.org/10.22481/rsc.v15i4.4421.
Seção
Artigos de revisão