O FASCISMO DA AUTO-AJUDA E A CARÊNCIA PEDAGÓGICA DO PAI
Palavras-chave:
Auto-ajuda, Função paterna, Complexo de Édipo, Discurso pedagógicoResumo
O escárnio, a indisciplina, a falta de limites, “os alunos não querem
saber de nada”, têm levado educadores – “no desespero”, como dizem – a
recorrer ao sem-número de livros de auto-ajuda e ao discurso nostálgico da
presença masculina do pai na vida de crianças e adolescentes como o portador
da Lei social e disciplinar. Será mesmo assim? Será que ainda somos regidos
por uma sociedade do pai, vertical e arbitrária? Será que Édipo se estrutura
com ou sem a carência do pai, e este não é mais do que uma metáfora? A que
mais visam os livros de auto-ajuda, senão abusar de nossa boa ignorância? Eis
o que o texto pretende abordar.
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Como Citar
PEREIRA, Marcelo Ricardo. O FASCISMO DA AUTO-AJUDA E A CARÊNCIA PEDAGÓGICA DO PAI. APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação, [S. l.], v. 2, n. 7, 2014. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/aprender/article/view/3214. Acesso em: 26 maio. 2026.
Edição
Seção
ARTIGOS