Aprender - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender <section style="text-align: justify; padding: 3px;">O APRENDER é uma publicação que pretende divulgar trabalhos sobre o processo educacional em suas variáveis filosóficas e psicológicas ou contribuições de outras áreas do saber. e-ISSN: 2359-246X / ISSN impresso: 1678-7846 (última edição impressa publicada: nº 13, jul./dez. 2014). <section></section> </section> Edições UESB pt-BR Aprender - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação 1678-7846 EXPEDIENTE https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/7246 <p>Expediente</p> Zamara Araújo Copyright (c) 2020 2020-09-05 2020-09-05 23 1 7 Apresentação https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/7247 <p>A Psicologia da Educação, como área de conhecimento voltada para a educação e a prática pedagógica, vale-se de correntes psicológicas diversas para a análise e a discussão dos inúmeros fatores contextuais, teóricos e práticos que formam a complexidade do processo educativo e a formação de professores. Desde a década de 1980, a psicologia histórico-cultural, fundada pelo psicólogo russo Lev S. Vigotski, vem sendo importante contribuição para a pesquisa e a prática educacional brasileira, e conteúdo indispensável na Psicologia da Educação, como também inspiração para o desenvolvimento do ensino no país, especialmente no campo da Didática.</p> Ruben Nascimento Debora Piotto Copyright (c) 2020 2020-09-05 2020-09-05 23 10 12 10.22481/aprender.v0i23.7247 Lo normativo en psicología del desarrollo y educacional. Una aproximación crítica y sociocultural https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/7248 <p>El artículo propone analizar algunos de los usos y relaciones que se establecen entre las nociones de norma y normatividad, tomadas en un sentido amplio, con los problemas tanto básicos como “aplicados” en el campo psicoeducativo. Para ello, se intentará una aproximación desde una perspectiva crítica y en el marco de los Enfoques Socio Culturales en psicología del desarrollo y educacional. La hipótesis de partida es que la psicología del desarrollo, abordada desde estos enfoques, y aún con mayor fuerza la psicología educacional, poseen un ineludible componente normativo consistente con la caracterización de las prácticas pedagógicas como prácticas de gobierno del desarrollo, como prácticas que producen ciertos cursos de desarrollo subjetivo. Se procurará mostrar cómo la cuestión de lo normativo se imbrica, a su vez, con cuestiones básicas de la explicación del desarrollo.</p> Ricardo Baquero Copyright (c) 2020 2020-09-05 2020-09-05 23 13 26 10.22481/aprender.v0i23.7248 Infância e conhecimento: princípios e bases à luz da teoria histórico-cultural https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/7249 <p>Este estudo visa contribuir com a discussão acerca dos princípios e bases para uma pedagogia humana a partir da teoria histórico-cultural. Para tanto, lançamos luzes sobre os conceitos de infância e conhecimento para compreender a atividade de estudo da criança, defendida por Leontiev e Vigotski. Tais reflexões têm como pressuposto a criança como um sujeito concreto e histórico, ou seja, assume-se que o seu desenvolvimento é baseado nas contradições das determinações sociais que se materializam na sociedade atual, que passam também pelo conhecimento historicamente produzido e apropriado no cenário escolar.</p> Aretha Amorim Bellini Elaine Sampaio Araújo Copyright (c) 2020 2020-09-05 2020-09-05 23 27 42 10.22481/aprender.v0i23.7249 A escola, o fracasso e a psicologia: reflexões à luz da teoria histórico-cultural https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/7250 <p>A história da participação da psicologia, enquanto ciência e prática profissional, na explicação para o fracasso escolar mostra que ela tem, de maneira geral, contribuído para a manutenção desse fenômeno, ao atribuir as suas causas às crianças pobres e suas famílias. Partindo desse histórico, o objetivo do artigo é discutir aspectos de uma teoria psicológica, a saber, a teoria ou psicologia histórico-cultural, procurando refletir em que medida eles podem fornecer outros modos de entendimento sobre o fracasso escolar, contribuindo também para o seu enfrentamento. Assim, inicialmente, o texto discorre sobre o que se tem denominado de fracasso escolar, fornecendo dados que o caracterizem. Em um segundo momento, discute-se a relação entre fracasso escolar e psicologia, e apresentam-se algumas ideias da teoria histórico-cultural, enfocando suas decorrências para a explicação desse fenômeno. Dessa forma, o artigo está dividido em três partes ao final das quais seguem as considerações finais.</p> Débora Cristina Piotto Copyright (c) 2020 2020-09-05 2020-09-05 23 43 53 10.22481/aprender.v0i23.7250 Atividade simbólica na perspectiva da abordagem histórico-cultural de Lev S. Vigotski https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/7251 <p>Este estudo é um trabalho de revisão narrativa da literatura que visa compreender, na perspectiva da abordagem histórico-cultural do psicólogo Lev S. Vigotski, concepção, aspectos básicos e importância da atividade simbólica no desenvolvimento psíquico, cultural e social da criança. Além disso, abordar o tema na aprendizagem da linguagem escrita e da aritmética. O trabalho comenta a visão de atividade simbólica como mediação cultural no desenvolvimento psicológico da criança, e reflete sobre seus efeitos para a formação humana e na educação escolar.</p> Ruben De Oliveira Nascimento Copyright (c) 2020 2020-09-05 2020-09-05 23 54 71 10.22481/aprender.v0i23.7251 O Conceito de Mediação na Teoria Histórico-Cultural e as Práticas Pedagógicas https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/7317 <p>Atualmente, a palavra “mediação” tornou-se, de certa forma, comum nas conversas em reuniões<br>pedagógicas e em pesquisas na área da Educação. O termo normalmente é empregado como uma das<br>atribuições de professoras e professores. A mediação nestes casos é interpretada como se fosse uma “ponte”<br>entre a criança e os conteúdos escolares. Mas, será que realmente esse conceito filosófico tem o significado de<br>elo entre dois extremos que de outra forma seria intransponível? O objetivo deste artigo é discutir esse conceito<br>a partir da Teoria Histórico-Cultural, bem como relacioná-lo ao desenvolvimento de aprendizagens escolares e,<br>portanto, sua função nas práticas pedagógicas.</p> Maria Aparecida Mello Copyright (c) 2020 2020-09-05 2020-09-05 23 72 89 10.22481/aprender.v0i23.7317 Pesquisa intervenção-formativa em Psicologia escolar: contribuições da Psicologia históricocultural em intermediação com a Pedagogia histórico-crítica https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/7318 <p>Este artigo objetiva apresentar os resultados obtidos em uma pesquisa de mestrado (SOUZA, 2017),<br>relacionando as contribuições da Psicologia histórico-cultural em intermediação com a Pedagogia histórico-crítica<br>para esse processo, no intuito de realizar uma análise crítica à forma como a psicologia escolar e educacional<br>tradicional tem contribuído para a patologização e medicalização dos processos educativos, além de apontar novas<br>possibilidades de atuação do psicólogo no contexto escolar. A crítica à atuação da Psicologia tradicional se respalda<br>nas afirmações de autores quanto à necessidade de haver a mediação de uma teoria pedagógica histórico-crítica<br>para respaldar a teoria e prática da psicologia escolar e educacional. Para tanto, nos respaldaremos em Vigotski<br>(1996), Martins (2013), Saviani (2019), Patto (1987, 1997b, 2003), Viotto Filho (2012, 2018) e demais autores que<br>têm contribuído com estudos sobre o tema.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> Fabiane Rizo Salomão Irineu Aliprando Tuim Viotto Filho Copyright (c) 2020 2020-09-05 2020-09-05 23 90 103 Para um uso não dualista dos conceitos vigotskianos, entre questionamentos psicológicos e sociológicos https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/7254 <p>O chamado à apresentação no colóquio3 de onde surge a presente obra convida o leitor a avaliar as contribuições e os limites do trabalho de Vigotski a “pensar a educação e a formação”, principalmente face aos “ataques em larga escala dos quais a escola é hoje vítima”. Tal desafio requer, sem dúvida, a renovação de nossas perguntas sobre a escola e a escolarização. Entretanto, o que será aqui discutido não pode ser feito somente sob o ponto de vista escolar ou didático, sem repensar a relação entre o que a escola é ou não é, sem analisar de perto o que se importa ou se exporta, o que circula, se confronta e atua a partir de um universo de socialização ou de uma esfera de experiência com o outro, as relações de continuidade, descontinuidade e ruptura, e as modalidades de troca ou desqualificação entre os diferentes modos de fazer e de pensar que estão em prática. Também sustentarei aqui uma reflexão e discussão já iniciadas em colóquios anteriores dedicados à fecundidade do trabalho de Vigotski</p> Jean-Yves Rochex Copyright (c) 2020 2020-09-05 2020-09-05 23 104 114 10.22481/aprender.v0i23.7254 Epistemologia da pesquisa em Educação Especial https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/7319 <p>O objetivo deste artigo é refletir sobre a pesquisa na educação especial, e com isto, contribuir para o<br>alargamento epistemológico de futuras produções científicas. Este artigo tem como filosofia o método<br>fenomenológico e trata de uma pesquisa bibliográfica com base em artigos científicos, extraídos de periódicos da<br>área. O estudo reportou a necessidade de avançar nas pesquisas sobre a Educação Especial, superando as<br>discussões sobre as dificuldades e ofertando enfoque às possibilidades. A Educação Especial por ser plural, ativa e<br>em transformação, necessita de estudos qualificados e rigorosos do ponto de vista metodológico, oferecendo<br>subsídios para discorrer com profundidade sobre a epistemologia da pesquisa em Educação Especial. A pesquisa<br>necessariamente precisa romper com os discursos já produzidos e criar estratégias para qualificar o ensino, mas<br>também, e principalmente, a representação da deficiência na sociedade. A pesquisa na Educação Especial, neste<br>sentido, tem uma tarefa árdua, já que se preocupa em discutir e refletir sobre a inclusão de estudantes com<br>deficiência.</p> <p>&nbsp;</p> Morgana Christmann Carmen Rosane Segatto e Souza Sílvia Maria de Oliveira Pavão Copyright (c) 2020 2020-09-05 2020-09-05 23 115 132 10.22481/aprender.v0i23.7319 Percepções de docentes do ensino superior sobre a inclusão de acadêmicos com deficiência https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/7324 <p>O objetivo desta pesquisa foi de compreender a percepção dos docentes sobre alunos com deficiência em sala de aula em relação às barreiras atitudinais e ao uso de recursos pedagógicos adaptativos. Como instrumento de coleta de dados, foi utilizado um questionário elaborado com perguntas mistas e a análise de dados foi feita por meio de uma descrição estatística e uma análise temática de conteúdo. Os resultados sobre as percepções dos docentes na inclusão de alunos com deficiência no ensino superior mostram que é necessária a conscientização sobre as barreiras atitudinais dos professores, de modo a melhorar o processo de inclusão escolar. Uma das sugestões de melhoria é uma capacitação semestral ou anual sobre a existência de barreiras atitudinais para que os docentes possam dispor de novas maneiras de atuar com as pessoas com deficiência, seja em sala de aula ou em outros ambientes sociais.</p> Mircéia Rosecler Schmit Moises Romanini Copyright (c) 2020 Aprender - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação 2020-09-05 2020-09-05 23 133 152 10.22481/aprender.v0i23.7324 “Entre o amor e o ódio”: contribuições do mito da “Medéia” de Eurípedes para o estudo da ambivalência materna https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/7325 <p>Este artigo<a href="#_ftn1" name="_ftnref1"><sup>[1]</sup></a> tem por objetivo discutir acerca do amor e do ódio na relação materna, a partir da tragédia grega “Medéia”, de Eurípedes, sob o viés psicanalítico de Sigmund Freud. Essa tragédia narra a história de uma mulher que mata seus dois filhos, tomada pelo dualismo amor-ódio após descobrir a traição de seu marido. Pretendemos assim, abordar a relação materna a partir da ambivalência de sentimentos que a circundam, a fim de desconstruir uma visão socialmente romanceada do “ser mãe”. Visão, essa, herdada durante dois séculos e que, por vezes, inviabiliza a discussão acerca da existência de uma possível agressividade nessa relação.</p> <p>&nbsp;</p> <p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1"></a>&nbsp;</p> Jean Pablo Guimarães Rossi Claudia Raquel Padovani dos Santos Lívia Yatsuda Brescansin Copyright (c) 2020 Aprender - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação 2020-09-05 2020-09-05 23 153 174 10.22481/aprender.v0i23.7325 EDITORIAL https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/7327 <p>Editorial do número 23.</p> Zamara Araujo Copyright (c) 2020 Aprender - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação 2020-09-05 2020-09-05 23 8 9