APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender <section style="text-align: justify; padding: 3px;"><strong>APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação</strong> é uma publicação que pretende divulgar trabalhos sobre o processo educacional em suas variáveis filosóficas e psicológicas ou contribuições de outras áreas do saber. <strong>e-ISSN: 2359-246X</strong> / ISSN impresso: 1678-7846 (última edição impressa publicada: nº 13, jul./dez. 2014). <section></section> </section> pt-BR zamara.araujo@uesb.edu.br (Zamara Araujo) periodicos@uesb.edu.br (Editora UESB) qui, 30 jun 2022 22:22:50 -0300 OJS 3.2.1.1 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 FILOSOFIA COMO PRÁTICA DE VIDA: UM DIÁLOGO ENTRE PIERRE HADOT E MICHEL FOUCAULT https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10852 <p>Neste ensaio, pretendemos problematizar a maneira pela qual Pierre Hadot e Michel Foucault concebem o aspecto ético da arte de viver. Ambos compreendem a filosofia como uma prática de vida, contudo, talvez seja possível afirmar que o estatuto prático dos exercícios espirituais, assim como interpretados por Hadot, diverge do caráter prático das técnicas de si, tal como consideradas por Michel Foucault a partir da estética da existência. Assim, almejamos argumentar que (1) para Pierre Hadot a teoria e a prática sobre a natureza fundamentam a moralidade, pois a transformação ética do si mesmo depende do conhecimento da Natureza; e que (2) para Foucault a teoria sobre a natureza é compreendida sob o viés prático do cuidado de si, visto que no período helenístico-romano o conhecimento passou a integrar um conjunto de técnicas entrelaçadas pelo nexo de um <em>êthos </em>filosófico. Com base nisso, também indicaremos que, no caso de Foucault, o conhecimento teórico seria <em>imediatamente </em>prático porque concerniria a um exercício ético; diferentemente, no caso de Hadot, a teoria seria <em>mediatamente </em>prática porque fundamentaria a moral na medida em que se aplicaria à vontade, de modo a determinar os desejos e as ações dos homens.</p> Cassiana Lopes Stephan Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10852 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 A ATUALIDADE DA FILOSOFIA COMO MANEIRA DE VIVER https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10796 <p>A concepção de filosofia como maneira de viver, apresentada e atualizada a partir da obra do helenista Pierre Hadot (1922-2010) é o tema do presente artigo. O resultado deve tornar visível o quanto essa concepção é atual e equiparada à própria noção de filosofia, realizada a partir da prática dos exercícios práticos de filosofia, caracterizados por Hadot como sendo espirituais.</p> Jasson da Silva Martins Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10796 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 ARTE DE VIVER E CUIDADO DE SI: O MEU ENSAIO EXISTENCIAL ENREDADO ENTRE EDUCAÇÃO, FILOSOFIA E MAGIA https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10811 <p>Dedico-me no presente texto a responder à provocação recebida pelo Dossiê <em>Aprender</em> - <em>Como o autor ou corrente filosófica que estudo me ajuda a viver? Quanto eles me formam para a vida?</em> Narro o meu percurso formativo desde os seguintes pontos de emergência, conectados por diferentes ciclos, onde procurei aliar o estudo filosófico aos acontecimentos existenciais que me acometiam: a) o encontro com o ensino de filosofia desde a formação universitária e seus desdobramentos para a pesquisa na pós-graduação; b) minhas experimentações fora da universidade, que fecundam desde o envolvimento com teatro e a palhaçaria, até a vivência com a educação popular e a <em>ayahuasca</em>. Tal enredo abre em mim um portal de convivência com saberes, práticas e modos de vida desde a magia, que foram fundamentais para a escrita de minha pesquisa de Doutoramento e trazem desdobramentos enquanto formador no campo da Saúde, função que ocupo atualmente.</p> Tiago Brentam Perencini Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10811 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 KATHĒKONTA: A ÉTICA DO HOMEM COMUM https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10848 <p>A ética estoica tem uma característica amplamente humana e social e esta característica fica mais evidente através do termo <em>kathēkonta</em>, que traduzimos por <em>atos adequados</em> com forte ênfase <em>social</em>, pelo menos nos escritos do filósofo estoico Hiérocles. Neste artigo, apresentamos de forma ampla o conceito de <em>kathēkonta</em>, sua importância para uma ética que leva em conta o indivíduo ordinário ou comum com suas relações sociais e circunstâncias. Embora a ética estoica tenha fundamentação metafísica (o tópico da <em>física</em> estoica) e teológica (Zeus ou a Natureza Divina), os <em>kethēkonta</em> enquanto ética do indivíduo ordinário ou comum tem como parâmetro as relações sociais que estabelecemos, as circunstâncias empíricas dessas relações, a agência humana e suas características enquanto natureza humana. Pode-se pensar que a base dessa ética dos <em>kathēkonta</em> é, ao invés de metafísica, tanto o <em>cosmopolitismo</em> estoico, onde somos todos cidadãos iguais de um mesmo <em>cosmos</em>, quanto pela <em>sympatheia</em> estoica, que nos liga tanto através de nossa racionalidade humana quanto de nossa natureza enquanto seres humanos. Definiremos <em>kathēkonta</em> enquanto <em>atos adequados sociais</em> e afirmaremos sua importância, nos dias de hoje, para um fundamento de uma coesão social.</p> Fernando Fontoura Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10848 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 A ARTE DE BEM VIVER: APROXIMAÇÕES ENTRE O ESTOICISMO E A TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10723 <p>A arte de bem-viver ou felicidade (<em>eudaimonia</em>) foi o centro das preocupações de muitos filósofos no campo da ética. É claro que o bem-estar do indivíduo não depende só de suas escolhas, mas de uma série de fatores que fogem ao seu controle, como ter onde morar, trabalhar, as interações sociais, condições de saúde, etc. Os filósofos estoicos direcionaram suas reflexões para as modificações que o sujeito pode realizar em si mesmo através de práticas e exercícios que constituiriam, nas palavras de Foucault, as tecnologias do cuidado de si capazes de nos proporcionar a tranquilidade da alma e equilíbrio mental. &nbsp;Atualmente, os cuidados da alma estão entregues, em grande medida, aos psicólogos, mas ainda podemos ver muitos pontos de contato entre a filosofia estoica e certas práticas terapêuticas. Nesse artigo, apresentaremos como os estoicos pretendiam realizar uma terapia filosófica da alma e como muitas de suas ideias filosóficas permanecem como fundamentos de determinadas correntes da Psicologia, particularmente da Terapia Cognitivo-Comportamental de Albert Ellis e Aaron Beck. Além dessas aproximações, exploraremos também os pontos de afastamento e especularemos se a filosofia dos estoicos teria ainda algo a nos dizer sobre o bem-viver no mundo contemporâneo.</p> Felipe Costa de Oliveira, Josué Candido Silva Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10723 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 O ESPÍRITO LIVRE E A UNIVERSIDADE: REFLEXÕES SOBRE O ENSINAMENTO DE NIETZSCHE https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/11023 <p>Comparado ao panorama da história da filosofia tradicional, o pensamento de Friedrich Nietzsche possui singularidades e excentricidades que se evidenciam ainda mais no interior do ensino universitário. O presente artigo, tendo a figura do espírito livre como ponto de partida, pretende desenvolver algumas reflexões sobre o conceito de ensino proposto pelo filósofo alemão.</p> Stefano Busellato Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/11023 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 FORMAÇÃO E ESTILÍSTICA DA EXISTÊNCIA EM NIETZSCHE: ZARATUSTRA E A ARTE DE VIVER https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/11003 <p>O presente artigo busca iniciar uma investigação que articula duas ideias a partir da filosofia de Nietzsche: por um lado a reflexão sobre educação, formação e cultura; por outro, a centralidade da ideia de vida na produção filosófica. Para tanto serão apresentadas: a) reflexões em torno das ideias de filosofia como modo de vida e estética da existência, pensando Nietzsche junto a Hadot e Foucault; b) considerações nietzschianas a respeito das instituições educacionais; c) o percurso de formação da personagem principal de <em>Assim falou Zaratustra</em>, bem como uma análise de seus discursos que mobilizam uma pedagogia do inconformismo, do incômodo, da destruição e da criação.</p> Leonardo Araújo Oliveira Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/11003 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 CONSIDERAÇÕES SOBRE OS EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS NIETZSCHIANOS PARA A AUTOFORMAÇÃO https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10634 <p>Friedrich Nietzsche (1844 – 1900) foi um filósofo que se ocupou com o tema da autoformação, isto é, da produção da própria existência por meio de certa relação de si para consigo. Tema que aparece atrelado à filosofia, essa entendida como um <em>modo de vida</em>. Considerando isso, buscaremos, em um primeiro momento, caracterizar essa concepção de filosofia. Para isso, devemos definir a noção de <em>exercícios espirituais </em>que é central naquela concepção. Faremos isso com base no quadro teórico elaborado por Pierre Hadot (1922 – 2010) em <em>O que é a filosofia antiga?</em>. Em um segundo momento, faremos alguns apontamentos sobre o <em>modo de vida</em> filosófico nietzschiano e, portanto, sobre alguns possíveis <em>exercícios espirituais </em>que comporiam esse modo de vida. Faremos isso principalmente com base no segundo capítulo de <em>Ecce Homo, </em>intitulado <em>Por que sou tão inteligente</em>. Em um último momento, concluiremos com o entendimento de que os <em>exercícios espirituais </em>nietzschianos poderiam talvez inspirar novas práticas pedagógicas ou pelo menos inspirar cada um a formar a si mesmo em vista de uma vida mais autêntica, saudável, independente e feliz.</p> Paulo Junior Batista Lauxen Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10634 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 AMOR FATI COMO POSSIBILIDADE DE VIDA ÉTICA EM NIETZSCHE https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10719 <p>O presente trabalho se concentra em refletir sobre a relação entre o conceito de Além-do-homem e o Eterno retorno em Nietzsche. Com tais conceitos Nietzsche pretende estabelecer uma nova relação com a vida e com o tempo. O além-do-homem (ou super-homem) consiste na superação do homem, isto é, na necessidade de superar o homem uma vez que a referência maior historicamente consolidada foi perdida, a saber, Deus está morto. Nietzsche almeja um novo homem afirmador da vida, um “tipo superior”. Nesse sentido, o Eterno retorno se relaciona com o Além do homem. O pensamento abissal (Leia-se, Eterno retorno) é um pensamento terrível, uma vez que afirma que todas as coisas retornam eternamente, sem cessar; mas, pensa Nietzsche: afirmar o retorno eterno de todas as coisas é a máxima expressão da aceitação da vida, do <em>amor fati</em>. Não por acaso, Nietzsche o relaciona ao além-do-homem, um “tipo superior”: além-do-homem, eterno retorno e <em>amor fati</em> são, em última instância, as marcas de uma nova cultura em que deve prevalecer a afirmação da vida.</p> Ícaro Souza Farias Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10719 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 NIETZSCHE, VIDA E IDEAL ASCÉTICO https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/11024 <p>O presente artigo tem como finalidade investigar a concepção de vida proposta por Nietzsche em alguns momentos de sua obra. Analisaremos o conceito de vida entendida como luta sem trégua, que não aspira a conservação, mas a máxima potência, ao crescimento e intensidade. Por outro lado, analisaremos o conceito de ideal ascético como negação da vida em sua estrutura dinâmica, ou seja, negação do conflito inerente ao mundo, e consequentemente, a negação de si.</p> José Carlos Silva Rocha Costa Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/11024 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 RESSIGNIFICAR A VIDA PELO ESTRANHO: UMA ABORDAGEM HERMENÊUTICA E PÓS-METAFÍSICA A PARTIR DE RICHARD RORTY https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10830 <p>O artigo recontextualiza na contemporaneidade a filosofia como modo de vida. A (trans)formação do humano no pensamento pós-metafísico retoma a atitude tradicional da filosofia antiga, pluralizando-a e a deflacionando em seu caráter fundacional. Assim, nossa costura hermenêutica se tece pela figura do estranho, da estranheza e, mais concretamente, do estrangeiro como eixo-interpretativo desse decurso (trans)formativo do universo psíquico — na primeira parte do artigo, fortemente marcado pela proposta rortiana — e sociocultural — tratada na segunda parte deste artigo—, onde se trava mais amplamente o diálogo com, sobretudo, Derrida; Taylor e Honneth.</p> Marcelo Barreira Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10830 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 FORMAÇÃO, IMAGINAÇÃO E MODO DE VIDA https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10831 <p>O objetivo deste artigo é evidenciar os laços existentes entre Platão, Vico e Gadamer, com o intuito de investigar uma tradição filosófica que fundamenta sua proposta de formação humana a partir de uma teoria das imagens e da imaginação. Mesmo diante da distância temporal entre eles, é possível observar a centralidade do uso e a teoria das imagens para a formação humana, colocando a educação no interior de uma prática imagética, retórica e científica também. Estabelecendo a conexão entre esses três autores como estrutural, tentaremos nos reconectar a essa tradição do uso retórico da imagem na educação, pensando se isso carrega também um modo de vida.</p> Diogo Norberto Mesti Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10831 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 O OUTRO COMO CONDIÇÃO PARA O PENSAR EM HANNAH ARENDT https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10741 <p>Este trabalho tem como objetivo principal investigar o lugar do outro na constituição do sujeito pensante na perspectiva arendtiana, bem como refletir se a atividade do pensar pode ser aprendida ou ensinada. O pensar é caracterizado por Hannah Arendt como uma atividade espiritual, cujo exercício transcende o mundo das aparências. O pensar é uma capacidade cognitiva comum a todo ser humano, porém, a maior parte das pessoas, imersa nas suas atividades cotidianas, vive uma vida irrefletida sem explorar toda a potencialidade do seu ser. A pior consequência de uma vida irrefletida, segundo Hannah Arendt, é o surgimento da banalidade do mal, algo impossível de ser rastreado, não sendo possível identificar o seu agente. Ao tentar responder à questão: “qual é o lugar do outro na constituição do sujeito pensante em Hannah Arendt?”, pretendemos entender quem poderia ser esse outro, bem como qual seria o seu papel nessa importante atividade do espírito. A investigação desse outro na atividade do pensar não tem como foco central a alteridade e sim o outro, representado na figura exemplar de Sócrates, como alguém que é capaz de provocar no seu interlocutor o movimento do pensamento. Por fim, reafirmamos que o pensamento pode ser despertado e colocado em movimento por alguém cuja consciência se mantém crítica e desperta.</p> Adenaide Amorim Lima Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10741 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 EDUCAÇÃO É DESBARBARIZAÇÃO: REFLEXÃO SOBRE FORMAÇÃO CULTURAL E SEMIFORMAÇÃO EM ADORNO https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10722 <p><strong>RESUMO: </strong></p> <p>Tendo como sustentáculo teórico, em especial, as obras do frankfurtiano Theodor Adorno, este trabalho objetiva refletir acerca das questões relacionadas ao processo de industrialização da cultura cujo desenvolvimento é intrínseco ao processo de dominação do capitalismo tardio. Amparada pelos pressupostos da teoria crítica da sociedade, o presente artigo visa refletir sobre a formação dos sujeitos dentro deste panorama histórico-cultural.</p> <p> </p> Tamires Dias dos Santos Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10722 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 EMANCIPAÇÃO E PAIDEIA: O PAPEL DO MESTRE NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM A PARTIR DE O MESTRE IGNORANTE DE JACQUES RANCIÈRE https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/11031 <p>O principal objetivo deste trabalho é extrair da obra de Jacques Rancière intitulada <em>O mestre ignorante</em> elementos que permitam discutir brevemente duas questões correlatas: 1) a questão de uma certa “emancipação” via educação; e 2) a questão do papel do mestre-professor no processo de aprendizagem. Para tanto, busca-se analisar o primeiro capítulo do livro mencionado estabelecendo um liame entre a proposta emancipatória do autor e a crítica que outro filósofo (Gilles Deleuze) faz ao chamado “postulado do saber”, dentro de certa imagem acerca do que seria pensar. A primeira hipótese é a de que a concepção de saber subjacente ao modelo pedagógico predominante em nossas sociedades depende de uma maneira <em>dogmática</em> de considerar o pensamento. A hipótese segunda é de que a crítica a esse modelo pedagógico magistrocêntrico permanece incompleta e tende à demagogia sem uma crítica a essa imagem.</p> Paulo Guilherme Domenech Oneto Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/11031 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 EDUCAÇÃO, FILOSOFIA E MODOS DE VIDA https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10955 <p>Compreendida como constituição de modos de vida, a filosofia é inseparável de certos exercícios designados como exercícios espirituais-filosóficos. Esses exercícios também são éticos, pedagógicos, gnoseológicos, (em)poéticos, enfim, clínicos. Tanto ontem como hoje, podemos designar esse processo com um nome: filosofia prática.</p> Elton Luiz Leite de Souza Souza Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/10955 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 APRESENTAÇÃO https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/11032 <p><strong><span style="font-weight: normal;">Apresentação do Dossiê</span></strong><strong>: </strong><strong><span style="font-weight: normal;">Filosofia como educação para arte de viver</span></strong></p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> Jasson Martins , Leonardo Oliveira Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/11032 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300 EXPEDIENTE https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/11038 <p>Expediente do número 27 - Jan./Jun. 2022.</p> <p>Dossiê: Filosofia como educação para a arte de viver.</p> Zamara Araujo Copyright (c) 2022 APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://periodicos2.uesb.br/index.php/aprender/article/view/11038 qui, 30 jun 2022 00:00:00 -0300