Monocultivo do eucalipto na degradação da natureza e das forças sociais do trabalho, na bacia do rio Pardo, município de Encruzilhada/BA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22481/rg.v6.e2022.e8924

Palavras-chave:

Capitalismo, Agronegócio , Trabalho

Resumo

Na crise capitalista, há intensificação dos conflitos pelos recursos ambientais, provocando a exploração da natureza. A concentração de terras e o assalariamento altera os princípios do trabalho concreto, gerando o estranhamento. No município de Encruzilhada/BA, o eucalipto na lógica da extração de madeira para produção de carvão vegetal exporta os recursos naturais provocando a insustentabilidade desse modelo. A relação sociedade-trabalho-natureza se torna fundamental para explicar as formas de sujeição dos camponeses ao capitalismo, essa compreensão possibilita o entendimento do real concreto vivenciado no território do agronegócio. Com esses embates, os camponeses buscam resistir, permanecendo no campo, através das organizações da sociedade civil, via associativismo, movimentos sociais, organizações não governamentais e Igrejas.

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Biografia do Autor

Joctan Moreno Viana, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia- UESB

Mestre em Geografia pelo Programa de Pós-GRaduação em Geografia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia- Brasil 

Suzane Tosta Souza, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia- UESB-Brasil

Doutora em Geografia, Membro Permanente do Programa de Pós-Graduação em Geografia- PPGEO-UESB

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Publicado

2023-04-03

Como Citar

VIANA, J. M.; SOUZA, S. T. Monocultivo do eucalipto na degradação da natureza e das forças sociais do trabalho, na bacia do rio Pardo, município de Encruzilhada/BA. Geopauta, [S. l.], v. 6, p. e8924, 2023. DOI: 10.22481/rg.v6.e2022.e8924. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/index.php/geo/article/view/8924. Acesso em: 21 jun. 2024.

Edição

Seção

Artigos