https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/issue/feed ODEERE 2020-09-03T22:00:37+00:00 Natalino Perovano Filho revistaodeere@uesb.edu.br Open Journal Systems <section style="text-align: justify; padding: 3px;"><span class="TextRun SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">A </span></span><strong><span class="TextRun SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">ODEERE: Revista do Programa de Pós-Graduação em Relações Étnicas e Contemporaneidade</span></span><span class="TextRun SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0"> </span></span></strong><span class="TextRun SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">é</span></span><span class="TextRun SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">&nbsp;uma&nbsp;</span></span><span class="TextRun SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">publicação eletrônica&nbsp;</span></span><span class="TextRun SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">semestral</span></span><span class="TextRun SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">&nbsp;</span></span><span class="TextRun Highlight SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">de</span></span><span class="TextRun Highlight SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">&nbsp;trabalhos inéditos e originais desenvolvidos</span></span><span class="TextRun Highlight SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">&nbsp;em torno das discussões sobre as relações étnicas, de forma interdisciplinar,</span></span><span class="TextRun Highlight SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">&nbsp;</span></span><span class="TextRun Highlight SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">em diferent</span></span><span class="TextRun Highlight SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">es tempos e espaços, abordando gênero,</span></span><span class="TextRun Highlight SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">&nbsp;diversidade sexual&nbsp;</span></span><span class="TextRun Highlight SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">e as problemáticas que envo</span></span><span class="TextRun Highlight SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">lvam diferentes grupos sociais</span></span><span class="TextRun Highlight SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">.</span></span><span class="TextRun Highlight SCXW129413442 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW129413442 BCX0">&nbsp;São recebidas submissões de Artigos livres, Entrevistas, Novas(os) Pesquisadoras(es), Relatos de experiência e Resenhas,&nbsp;além dos manuscritos submetidos para os&nbsp;Dossiês temáticos. </span></span><span class="EOP SCXW129413442 BCX0" data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:true,&quot;134233118&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></section> <section style="text-align: justify;"><strong>ISSN:</strong>&nbsp;2525-4715 /&nbsp;<strong>Ano de criação</strong>: 2016 /&nbsp;<strong>Área de conhecimento</strong>: interdisciplinar /&nbsp;<strong>Qualis:&nbsp;</strong>B4 (Educação, Ensino, História e Sociologia)</section> https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6440 CORPO, POÉTICA E ANCESTRALIDADE: Uma entrevista com Eduardo Oliveira 2020-06-30T20:58:46+00:00 Alexandre de Oliveira Fernandes alexandre.pro@gmail.com Adson Rodrigues de Oliveira adson13@hotmail.com Serinaldo Oliveira Araújo odlanires@hotmail.com <p>Eduardo Davi Oliveira, autor de livros como “Cosmovisão Africana no Brasil” e “Filosofia da Ancestralidade, é professor do Doutorado Multi-Institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento (DMMDC-UFBA). Ele nos concedeu a presente entrevista durante evento da Universidade Federal do Sul da Bahia – UFSB, intitulado “Corpo, Poética e Ancestralidade” (UFSB), o qual ocorreu de 11 a 17 de Março de 2019, na cidade de Porto Seguro, Bahia. Nossa conversa foi atravessada por temas como epistemologia negra, saberes milenares do povo Bakongo, mitologia dos orixás, a relação do autor com a Universidade e seu processo de escrita poética no livro “Xirê”. Torcendo para que a simpatia, o conhecimento e o gingado com os quais o professor de Filosofia nos atendeu, possam se apresentar aqui, desejamos a todes, boa leitura! À Eduardo, Adupé!</p> 2020-09-03T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6881 Pesquisa e produção de conhecimento sobre quilombos: entrevista com José Maurício Arruti 2020-07-02T13:33:05+00:00 Benedito Eugenio dodoeugenio@gmail.com Wesley Santos de Matos wesleyxdematos@hotmail.com <p>A pesquisa sobre quilombos tem se ampliado consideravelmente nos últimos anos, incorporando diferentes referenciais teóricos. &nbsp;Dentre os pesquisadores que têm contribuído para a renovação dos estudos sobre comunidades quilombolas está José Maurício Arruti, doutor em Antropologia Social (UFRJ) e professor da Universidade Estadual de Campinas. O professor Arruti pesquisa comunidades quilombolas e povos indígenas, em especial sobre os temas Políticas de Reconhecimento, Território, Memória e Educação. Apresentamos, a seguir, a entrevista por ele concedida, em que discute aspectos de sua trajetória de formação, a produção de conhecimentos sobre comunidades quilombolas, a inserção na pesquisa sobre a temática, as principais dificuldades enfrentadas por essas comunidades no atual contexto de perda gradativa de direitos. Finalizamos a entrevista com o professor Arruti nos apontando sobre seus atuais interesses de ensino e pesquisa.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Quilombos; Memória; Território; Educação.</p> 2020-09-03T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6502 EM DEFESA DA DIÁSPORA AFRICANA 2020-06-30T20:59:01+00:00 Marcos Rodrigues jmbr.ba@gmail.com <p>Resenha do livro SILVA, Maria Alice Pereira da. <em>Pedra de Xangô: </em>um lugar sagrado afro-brasileiro na cidade de Salvador. Recife: Liceu, 2019. 157 p.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong>&nbsp;Pedra de Xangô; Sagrado; Afro-Brasileiro</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6515 O papel da mulher na Comunidade remanescente do Quilombo de Fojo e sua relação com a natureza 2020-06-30T20:58:53+00:00 Maria Edinalva de Oliveira Carmo edinalvacarmo14@gmail.com Maria de Fátima de Andrade Ferreira mfatimauesb@hotmail.com <p>Este artigo é parte de uma pesquisa de Mestrado em Ciências Ambientais que investigou “A relação mulher-natureza na Comunidade Remanescente do Quilombo de Fojo, Itacaré – BA”, através da abordagem descritiva e análise quantitativa e qualitativa de dados (KÖCHE, 2000; SANTOS, 2002), buscando aprofundamento teórico para tratar de relações de gênero (LOURO, 2011; SCOTT, 1989), gênero e meio ambiente (CASTRO e ABRAMOVAY, 2005) e a importância do papel da mulher na organização cotidiana das comunidades tradicionais, inclusive de remanescentes de quilombos (COSTA e PINTO, 2015). Os sujeitos da pesquisa foram mulheres e homens da Comunidade de Fojo que decidiram pela participação, utilizando entrevistas semiestruturadas, observação direta e sistemática e conversas informais, em profundidade, realizadas entre 2014-2015. O recorte aqui apresentado tem por objetivo discutir o papel da mulher na comunidade do quilombo de Fojo e sua relação com a natureza. Os resultados indicam relações desiguais entre homens e mulheres na comunidade, às mulheres têm sido designado papel/posição, modos de cuidar da família, ficam responsáveis em “trazer harmonia e paz para o lar”, “cuidar e ser dona de casa”, cabendo a elas a área pertencente a do privado – a casa, alguns serviços na roça e a participação na igreja evangélica, deixando a tradição esquecida. A relação mulher-natureza, ao que parece, indica práticas agrícolas equivocadas e, ao que tudo indica, o conhecimento dos moradores sobre a agricultura ainda é tímido, demonstram fragilidades de técnicas empregadas, falta recursos à implementação de ferramentas adequadas, ausência de assistência técnica especializada e conhecimentos por parte dos produtores de técnicas básicas de produção.&nbsp;</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Relação Mulher-Natureza. Mulher Quilombola. Sustentabilidade</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6582 SABERES, TRAJETÓRIAS E ESPAÇO SOCIAL: cartografia da alteridade e etnografia reflexiva entre comunidades quilombolas 2020-06-30T20:58:53+00:00 Luiz Augusto Sousa do Nascimento augustowohoty@gmail.com <p>A pesquisa <em>a priori</em> se propôs realizar um esboço etnográfico das quatro comunidades quilombolas no médio sertão maranhense, atentando para os elementos intrínsecos da produção de conhecimentos. Como suporte metodológico, as interlocuções seguiram pelo viés dos estudos que privilegiam as alteridades e os saberes locais como pressupostos analíticos fundamentais. Nessa perspectiva, procuramos nos afastar da maioria dos estudos voltados para comunidades quilombolas que trazem como abordagem central, as lutas fundiárias, o reconhecimento por direitos, no entanto, compreendemos que essas abordagens são fundamentais como marco de compreensão das lutas políticas. As comunidades quilombolas aqui pesquisadas somente foram certificadas pela Fundação Palmares no ano 2006, porém há mais de meio século essas comunidades mantém entre si relações de sociabilidade e intercâmbios culturais. Não obstante, a nossa busca de conhecimento está pautada nos saberes, nas trajetórias e nas concepções de espaço social (território) referenciado na alteridade. Dessa forma, procuraremos captar os processos de criatividade cosmopolítica, sociocosmológica e antropológica, dando ênfase para as suas próprias elaboração e construção de conceitos. Para esse fim, o trabalho de campo foi um instrumental metodológico de suma importância, aliado a outras metodologias, por exemplo, a história oral, a etnohistória e os cuidados com a linguagem local, elementos fundamentais inerentes às ciências sociais.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Quilombolas, Cosmopolítica, médio sertão maranhense.&nbsp;</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6533 O jogo da capoeira, como ferramenta motivacional para o desenvolvimento da leitura, em uma escola estadual, na cidade de Itabuna – Bahia -Brasil 2020-06-30T20:58:54+00:00 Cláudia Viana Ávila D'Andrade cvianaavila@hotmail.com Clara Roseana da Silva Azevedo Mot'Alverne clarazevedo@globo.com <p>A capoeira ou capoeiragem é uma expressão cultural brasileira que mistura jogo, esporte, arte marcial, cultura popular, tradição, dança e música. Desenvolvida no Brasil por descendentes de escravos africanos, a capoeira é caracterizada por golpes e movimentos ágeis e complexos, utilizando primariamente chutes e rasteiras, além de joelhadas e cabeçadas, cotoveladas, acrobacias aéreas ou em solo. Praticantes da capoeira aprendem não apenas a lutar e jogar, mas também a tocar os instrumentos típicos e cantar. Assim, os discentes do 6º ano de uma escola estadual da cidade de Itabuna—BA, os quais apresentavam dificuldades para ler e escrever. Entretanto, nas aulas de capoeira, os alunos se mostravam mais motivados para ler. Então, surgiu o problema que norteou essa pesquisa, a saber: como o jogo de capoeira vem sendo trabalhado, para estimular a melhoria da aprendizagem em leitura dos alunos, do 6ºano, em um colégio estadual, na cidade de Itabuna – BA? Portanto, o objetivo geral desse artigo é analisar de que maneira o mestre usa o jogo da capoeira, como ferramenta motivacional, nas práticas pedagógicas, para a melhoria da aprendizagem da leitura, entre os alunos do 6º ano, do ensino fundamental II. Desse modo, a utilização de estratégias de leitura, partindo da diversidade dos gêneros textuais, de modo lúdico, através da capoeira, no processo de ensino-aprendizagem, é um assunto que é discutido nessa pesquisa, pois esta se justifica pela necessidade de contribuir para uma melhora do processo de ensino e aprendizagem, partindo de pressupostos presentes na BNCC.</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>Capoeira, Fomento à Leitura, Gêneros Textuais, Lúdico.</p> 2020-09-03T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6576 Os adeptos de um Terreiro de Umbanda no interior da Bahia e sua relação com o processo doença-cura 2020-06-30T20:58:55+00:00 Lucineide Almeida da Silva lusilvauesb2018@hotmail.com Natalino Perovano Filho npfilho@uesb.edu.br <p>O sistema de saúde sumário tem levado uma considerável parte da população a buscar alternativas para o restabelecimento do seu bem-estar. Esse artigo analisa os motivos que levam muitos indivíduos a recorrerem à cura ou solução para diversos problemas, sejam eles de cunho físico/espiritual em espaços religiosos em especial no Terreiro de Umbanda, na cidade de Jitaúna – BA. Objetivamos compreender como se dá a construção das noções de saúde e doença a partir de uma visão religiosa do mundo e quais as influências dessa concepção na relação dos adeptos com a medicina ou com a procura de poderes sobrenaturais nos espaços religiosos. Trata-se de uma pesquisa etnográfica, de natureza qualitativa. Ao participar de atividades religiosas em espaço de terreiro, observamos e realizamos entrevistas semiestruturadas com três adeptos, incluindo o Pai de Santo. Percebemos que o Pai de Santo fornece sentido, orienta e ajuda as pessoas a resolverem e contornarem suas aflições cotidianas. Descreveremos o <em>lócus</em> de pesquisa observado, discorrendo sobre a chegada do enfermo, a consulta, a prescrição e o tratamento. É comum as pessoas se dirigirem aos Terreiros de Umbanda, diante de desequilíbrios emocionais, de instabilidades psicológicas, de problemas de saúde, alcoolismo e familiares por não encontrarem respostas em outras áreas do conhecimento.</p> <p><strong>&nbsp;Palavras-chave: </strong>doença, cura, Umbanda.</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/5741 Diáspora africana na espoliação e restituição de bens culturais: um ensaio acerca das discussões contemporâneas 2020-06-30T20:58:58+00:00 Amanda Patrycia Coutinho de Cerqueira amandacoutinho770@gmail.com <p>Durante o período colonial, milhares de artefatos culturais foram levados do continente africano pelos europeus. Nos últimos anos, a restituição de bens culturais tem chamado atenção de teóricos, governos, órgãos internacionais e regulamentações jurídicas. Contudo, há pouca informação sobre a forma como essa realidade se apresenta e é discutida. Este ensaio é uma proposta de investigação sobre a restituição dos bens culturais retirados no contexto do colonialismo, considerando a relação de países europeus com países africanos. Trata-se de analisar a constituição do regime internacional de proteção e restituição do patrimônio cultural, seus princípios, limites e possibilidades, tendo em vista alguns casos de processos restitutivos realizados a partir da década de 1990 e suas narrativas. Em meio aos debates acerca da descolonização das relações entre ex-metrópoles e ex-colônias e os efeitos ainda presentes do colonialismo, este trabalho põe em marcha uma proposta teórico-metodológica que aposta no papel da memória e sua potência no que toca ao direito humano à cultura e à identidade. &nbsp;</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Bens Culturais. Decolonialidade. Restituição.&nbsp;</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6639 EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: um olhar a partir de Freire, LDB e Estatuto dos Povos Indígenas 2020-06-30T20:58:59+00:00 Ian Lima Santana yan.2ksanlemes@gmail.com Nivaldo Vieira de Santana nivaldonvs@yahoo.com.br <p>A condição indígena no Brasil se apresenta atualmente de forma complicada. Tendo suas garantias constitucionais violadas, a existência desses povos tem sofrido sérios danos. A situação se torna mais complexa quando se olha para a Educação Escolar Indígena, cuja existência é garantida pela Constituição Federal e pela Lei 9.394/96. Este trabalho tem por objetivo analisar e discutir a revisão bibliográfica pertinente de modo a ampliar a produção de conhecimento sobre o tema. É uma pesquisa bibliográfica e analítica que justifica à medida em que há a constante necessidade de atualização das discussões deste tema, porque é pertinente dadas as reais condições em que os indígenas vivem no Brasil. Nossos resultados apontam que é dever do Estado garantir e propiciar os meios adequados para a formação e promoção da educação escolar indígena, sem no entanto compartilhar conflitos de interesses que coloquem em xeque a sobrevivência das formas de ser dos povos indígenas. Concluímos que a educação escolar indígena pode ser fornecida pelo Estado a partir da formação de professores e educadores das próprias comunidades indígenas, que, conhecendo sua realidade e a de seu povo, pode ajudar na transformação da realidade de seu povo.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> direitos; estado; educação escolar; povos indígenas.</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6367 Alfabetização como empoderamento da cidadania em idosas com doença crônica 2020-06-30T20:58:59+00:00 Luzia Wilma Santana da Silva luziawilma@yahoo.com.br Ítalo Oliveira Chaves it.ochavesic@gmail.com Letícia Santos Azevedo leticiaazevedo91@hotmail.com Neuziele Miranda da Silva altevolant@gmail.com Carla Manoela Oliveira de Araújo carlamanoela@hotmail.com.br Leiliane Hilário Gonçalves dos Santos Correia leiliane.hilario65@gmail.com Eulina Patrícia Oliveira Ramos Pires eulinapires@gmail.com Juciara de Santana Silva jucyara.santana@hotmail.com <p>O artigo verificou se após um programa de alfabetização, pessoas adulto-idosas com doenças crônicas apresentaram capacidade cognitiva à autonomia e autoconfiança aos cuidados de saúde. De método qualitativo na transversalidade com a pesquisa-ação, realizado no interior da Bahia com um grupo de mulheres, idade entre 53 a 73 anos, de um núcleo interdisciplinar de cuidados à saúde, todas com déficit de autocuidado potencializado pelo analfabetismo. Os resultados demonstraram que no ciclo vital tardio, mães/avós encontraram na alfabetização o empoderamento da cidadania a da autogestão dos cuidados de si próprios. A prática educacional então, se tornou uma estratégia-chave à potencialização do letramento ao cuidado humano das pessoas relacionado à promoção de sua saúde.</p> <p><strong>Palavras-</strong><strong>chave:</strong> Alfabetização, Empoderamento, Pessoa Idosa, Cuidado de si.</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6592 LUTA E ESTÉTICA NA REVOLTA: a esquerda e a comunidade autogestionada de Lima 2020-06-30T20:59:00+00:00 John Kenny Acuña Villavicencio johnkenny291@yahoo.com.mx <p>No crepúsculo da resistência maoísta, nos referimos aos primeiros anos dos anos 90, Sendero Luminoso considerou que o controle da cidade fazia parte de uma luta estratégico-militar para tomar o poder. Essa visão determinística forçou a encontrar em áreas marginais como Villa El Salvador a força necessária para realizar a revolução de vanguarda. No entanto, em meio a essa busca, foi erguida uma comuna urbana que questionou o papel da esquerda e transformou a sociedade capitalista no Estado. Pelo exposto, o objetivo deste artigo é analisar e interpretar o colapso de uma forma de autogestão desenvolvida nos cinturões marginais de Lima e no meio do processo de guerra popular. Para isso, estabeleceremos uma ponte de diálogo entre os dados bibliográficos e a reconstrução testemunhal de um movimento operário que lançou um projeto de auto-regulação social e política.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: autogestão, estética política, luta de classes, revolta, Sendero Luminoso.</p> 2020-09-03T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6611 Como trabalhar o repertório cultural dos alunos e a comunicação conforme proposta da BNCC a partir da cultura afrodescendente? 2020-06-30T20:59:00+00:00 Eliane Alves de Oliveira cdbelianealves@bol.com.br <p>A real necessidade de adequar o currículo escolar às chamadas aprendizagens essenciais citadas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) tem sido destaque em discussões e capacitações na área educacional em todo o país. A escola do século XXI, apesar de já ter apresentado alguns avanços, ainda está presa a livros didáticos cuja proposta é a transmissão de conteúdos que supostamente serão cobrados em exames oficiais. Muitas dessas propostas pedagógicas não levam em consideração o aluno como um ser integral com cabeça, coração e mãos. O foco é simplesmente o aspecto cognitivo. Talvez seja essa a razão pela qual muitos educadores em atuação em sala de aula têm a impressão de estarem falando sozinhos. Os alunos não demonstram a mínima motivação para aprender. Este relato de experiência foi realizado por intermédio de uma intervenção, desenvolvida durante um trimestre no Colégio Dom Bosco de Ipiaú - Ba, com base num conjunto de atividades mediadas por coordenadores, professores e, principalmente, os alunos que, conforme proposta da BNCC, atuaram como protagonistas do processo ensino-aprendizagem. Isso foi o que proporcionou o projeto interdisciplinar motivado pelo livro África e Brasil: história e cultura da Editora FTD, cujo autor é Eduardo D’Amorim. A escola deixa de lado o trabalho mecânico de conteúdos, ressignifica a aprendizagem envolvendo temas como racismo, fome, miséria, preconceitos, direitos humanos, e todo o repertório artístico dos alunos. Tudo isso atrelado a conteúdos das áreas de Linguagens e Ciências Humanas, com foco em duas competências propostas pela Base: o repertório cultural e a comunicação.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Cultura Afrodescendente; Repertório Cultural; Base Nacional Comum Curricular; Alunos; Comunicação.</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6347 (DES)CONSTRUÇÃO DE SABERES AFRO 2020-06-30T20:59:00+00:00 Sávio Oliveira da Silva Santos savio123oliver@gmail.com <p>O referente trabalho tem por objetivo descrever parte das experiências obtidas mediante a participação na extensão em “Educação e Cultura Afro” desenvolvida pelo Órgão de Educação e Relações Étnicas – ODEERE. Na oportunidade, refletimos sobre as discussões obtidas nos dez módulos do curso e como essas pautas influíram diretamente nas concepções pressupostas acera da cultura afro. Em vista de se perceber o legado africano assumindo metodologias de resistência na contemporaneidade, a formação docente e discente deve procurar reaver e fortalecer de forma diversificada sua identidade e seu território para combater a discriminação racial. Dessa forma, o presente trabalho discorre sobre a importância do curso para alunos, professores e a comunidade em busca de melhor formação e rompimento do status quo étnico. Entretanto, aprendendo a respeitar e valorizar a cultura, o legado africano, a educação étnico-racial, por meio de práxis realmente efetivas em seus respectivos territórios de identidade.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Educação; Cultura; Afro; Saberes.</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6703 NAS TRILHAS DO QUILOMBO SAMBAÍBA: etnografia de um saber-fazer que se transforma 2020-07-08T20:32:34+00:00 Luciete de Cássia Souza Lima Bastos lbastos@uneb.br <p>Este artigo é parte de minha pesquisa de doutorado em que discuto a complexidade de me colocar no lugar do Outro para compreendê-lo. Apresenta a comunidade tradicional de Sambaíba, município de Caetité-BA, seu saber-fazer e problematiza a construção de identidades cambiantes e/ou fragmentadas a partir da interpretação de elementos simbólicos presentes nas narrativas e expressões face-corporais dos participantes. Uma etnografia sobre/com o Outro em minha experiência com o corpo. Ver-me pensando e observando e, simultaneamente, sendo pensada e observada pelos afrodescendentes é a construção de uma episteme para a vida acadêmica e humana.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Quilombo Sambaíba; Saber-fazer; Identidades cambiantes.</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6620 Experiências de “Escola[s]” que educam a infância em comunidade quilombola na Amazônia Paraense 2020-06-30T20:58:48+00:00 Ellen Rodrigues da Silva Miranda ellenrodrigues.slp@gmail.com Doriedson do Socorro Rodrigues doriedson@ufpa.br <p>O texto apresenta alguns resultados de pesquisa de mestrado sobre educação quilombola e busca responder como a(s) “escola(s)” presentes na comunidade quilombola Tambaí-Açu, Mocajuba/PA, educam as crianças entre as reproduções ampliadas da vida e as reproduções ampliadas do capital. Trata-se de investigação qualitativa, como base no materialismo histórico-dialético, com dados obtidos a partir de entrevistas semiestruturadas, analisadas em articulação com revisão de literatura científica. Ao se fazer análise de conteúdo, compreendeu-se que, embora haja diversas formas de saberes nos chãos e terreiros da comunidade, como a floresta, os rios, as/os “encantados”, as/os pretos/as velhos/as, os mutirões, o “Quilombauê”, os movimentos sociais como a Associação Remanescente de Quilombo Tambaí-Açu – ACREQTA&nbsp; e, ainda, leis e diretrizes que dão base à Educação Quilombola no Brasil, o que tem prevalecido é o sentido “urbanocêntrico” em termos de educação escolar que desconsidera o espaço rural, suas diversidades, suas formas de aprender a ser, embora contraditoriamente a escola venha buscando a isso se contrapor por meio da integração de suas experiências quilombolas nos processos formativos, a partir de seus modos de se formar-produzir pelo trabalho no mutirão.</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>Experiências, Educação, Escolas, Infância Quilombola.</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6662 Educação Escolar Quilombola: relatos de experiência docente 2020-06-30T20:58:49+00:00 Iris Verena Oliveira irisveren@gmail.com <p style="text-align: justify;">O artigo apresenta a experiência de formação de professores que atuam em uma escola quilombola em Nordestina, interior da Bahia. A formação foi pensada na e pela experiência, a partir dos pressupostos de Jorge Larrosa Bondía, enquanto dispositivo de subjetivação visibilizado nos cenários propostos como Grupos de Experiência, metodologia de pesquisa que permitiu a coleta de informações por provocar desestabilizações todos os envolvidos, pelas situações em que são provocados ao relatar suas experiências, momentos em que as invenções de si também possibilitam construções narrativas sobre o outro. O texto apresenta o processo formativo de professores(as), destacando modos de fazer curriculares em suas relações e tensões com as comunidades quilombolas do entorno. Ao mesmo tempo, a sistematização dos relatos permitiu questionar alguns pressupostos consolidados na produção acadêmica sobre educação escolar quilombola. O artigo propõe que as dificuldades no tratamento de questões étnico-raciais no espaço escolar têm uma relação direta com as trajetórias de vida dos docentes, suas expectativas e impressões sobre a escola em que atuam.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>Palavras-chave:</strong> educação escolar quilombola; currículo; experiência.</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6661 Comunidade Quilombola de Velame/BA: história, lutas, superações e adiamentos 2020-06-30T20:58:49+00:00 Silvano da Conceição silconceicao5@gmail.com <p>No presente artigo a proposta foi discutir alguns processos que tem marcado a história da Comunidade Quilombola de Velame, localizada a 54 km do município de Vitória da Conquista/Bahia. A metodologia utilizada foi a qualitativa, com a utilização da técnica de entrevistas (idosos, adultos e jovens) e pesquisa de campo. Cotejamos essas informações com as encontradas no Relatório Antropológico da Comunidade Quilombola de Velame. O processo de expulsão de suas terras e o posterior regresso, deixaram profundas marcas na comunidade, uma vez que isso interferiu diretamente na dimensão territorial e na quantidade de famílias que residiam na mesma. A análise de todo material coletado revelou que a incorporação da identidade quilombola é indicador de uma leitura estratégica da comunidade, tanto para acessar políticas públicas, como para dar início ao processo de titulação de suas terras. Notamos ainda que o Estado brasileiro continua a viver um enorme dilema, em se tratando da garantia dos direitos dos povos tradicionais, visto os seus operadores jurídico e político parecem, na maioria das vezes, inoperantes ante a necessidade de dar celeridade aos processos de titulação das terras quilombolas.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> comunidade quilombola; desenvolvimento social; políticas públicas; território.</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6613 Memórias e histórias da comunidade Quilombola Orquídio Pereira 2020-06-30T20:58:50+00:00 Benedito Eugenio dodoeugenio@gmail.com Milena Lima Tamborrielo mi_tamborrielo@hotmail.com Rubia Cristina Nóbrega rubiacrisnobrega@hotmail.com Juliana Brito dos Santos juli-britto@hotmail.com <p>Os estudos sobre as comunidades quilombolas tem se ampliado significativamente nos últimos anos no Brasil. Áreas como História, Sociologia, Antropologia, Educação tem evidenciado, com diferentes enfoques teóricos e metodológicos, a importância de se compreender as dimensões histórias, culturais, educacionais dessas comunidades. Neste artigo apresentamos aspectos da história e memória da comunidade quilombola Orquídio Pereira. Os dados foram construídos por meio de entrevistas com moradores antigos e nos permitiu entender as memórias de moradores em uma perspectiva benjaminiana.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Memória. Narrativa. Comunidade quilombola.</p> 2020-09-03T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6714 Histórias e memórias das lideranças quilombolas de Queimadas: olhares que se cruzam 2020-06-30T20:58:50+00:00 Érica Samily Silva Teixeira erica_samily@hotmail.com Dinalva de Jesus Santana Macêdo dinalvamacedo@hotmail.com <p>Este texto apresenta algumas reflexões de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), escrito a partir de uma pesquisa de Iniciação Científica (IC), realizada durante os anos de 2017 a 2019. Este estudo tem como objetivo conhecer as histórias e memórias da comunidade quilombola de Queimadas, situada no município de Guanambi Ba, tendo como foco as trajetórias de vida dos líderes locais e sua relação com a educação escolar. Foram utilizados como instrumentos de pesquisa entrevistas semiestruturadas com sete lideranças quilombolas, observação participante e diário de campo. Para a análise e a interpretação dos dados recorreu-se da técnica de análise de conteúdo na modalidade temática. Os resultados sinalizam as dificuldades vivenciadas durante a infância e juventude dos quilombolas e que permanecem até os dias atuais. É possível perceber como os olhares se cruzam através dos discursos que retomam nas experiências durante a formação da comunidade. Além disso, a intensa relação com o trabalho e ausência de políticas públicas é recorrente nos relatos apresentados. Dentre os vários fatores que dificultaram e/ou dificultam os quilombolas permanecerem na escola, com vistas ao processo de escolarização, podemos destacar, o currículo que produz a invisibilidade desses sujeitos e a migração em busca da sobrevivência. Nesse sentido, é urgente uma escola dentro da comunidade, referenciada na perspectiva de uma educação escolar quilombola, tendo os líderes locais como protagonistas, para que os conteúdos escolares dialoguem com suas histórias, memórias, lutas e vivências. Ademais, é imprescindível investimento do poder público local, para a melhoria da qualidade de vida dos quilombolas, bem como formação específica dos professores, tendo em vista a construção de uma educação diferenciada, contextualizada e antirracista.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Lideranças; Quilombo; Educação; Memória; História.</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6686 O ciclo da vida em Queimadas: as etnicidades geracionais presentes no nascer, viver e morrer 2020-07-08T21:05:07+00:00 Jamille Pereira Pimentel dos Santos millep2.mut@hotmail.com Ana Angélica Leal Barbosa aabarbosa@uesb.edu.br <p>Este artigo é um recorte de uma pesquisa desenvolvida no mestrado entre os anos de 2016 e 2017 numa comunidade quilombola denominada Queimadas, que se localiza no sertão baiano, na zona rural do Município de Guanambi. A referida pesquisa teve como objetivo investigar a transmissão dos pertencimentos étnicos entre as diferentes gerações que ali se encontram. Para tanto, o método utilizado foi a etnografia, com o emprego de entrevistas, observações e narrativas em história oral de vida. Nessa investigação ficou evidente que os quilombolas de Queimadas lançam mão de variadas estratégias de transmissão dos pertencimentos étnicos, que vão desde o casamento, a manutenção da terra, a organização espacial do território, a transmissão oral de tradições, costumes e cultura, dentre muitos outros. Assim, eles conseguiram, no decorrer de mais de cem anos, preservar os pertencimentos étnicos e a harmonia da comunidade e tudo isso só foi possível porque são um coletivo que protege a terra, a família e a ancestralidade do grupo cotidianamente, de geração em geração.</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>Quilombo; Etnicidade Geracional; Ancestralidade Étnica.</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6573 QUILOMBOS: escravidão e resistência 2020-06-30T20:58:52+00:00 Humberto José Fonsêca humberto.fonseca.2009@uol.com.br Zoraide Portela Silva zoraideportelas@gmail.com <p>O Brasil foi um dos maiores traficantes de africanos destinados à escravidão nas Américas; e a Bahia um dos seus principais destinos. Porém, juntamente com a escravidão, os africanos trouxeram também a rebelião. Uma das principais formas de negação da escravidão pela revolta trazida pelos negros africanos às Américas foi o quilombo. O artigo discute as mudanças ocorridas na literatura histórica sobre a escravidão e suas formas de negação após o centenário da abolição, em 1988. O quilombo de Palmares surgido no interior de Alagoas em finais do século XIV, veio a se constituir, durante o século XVII, no maior e mais bem organizado quilombo das Américas. Visto de formas diferentes pela historiografia ao longo do tempo, Palmares acabou por se transformar, no imaginário dos explorados de todos os matizes e dos negros de forma especial, num dos maiores símbolos de liberdade e de resistência a qualquer forma de exploração, opressão e discriminação.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Escravidão; negros; quilombo de Palmares; resistência.</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6665 Negros, morenos e quilombolas: resistência e mobilização étnico-política das comunidades quilombolas do Arrojado (Portalegre/RN) e de Queimadas (Currais Novos/RN) 2020-06-30T20:58:52+00:00 José Glebson Vieira jglebson@gmail.com Maria Santos santtosmaria.m@gmail.com Maria José da Silva Souza mariajosecn2010@gmail.com <p>Este artigo analisa os processos de resistência negra em duas comunidades quilombolas, a do Arrojado em Portalegre/RN e a de Queimadas em Currais Novos/RN. A discussão aqui proposta pretende relacionar as ideias de África, exílio e sertão ao contexto da escravidão e do colonialismo e, por conseguinte, compreender os usos e apropriações de categorias identitárias, como quilombolas, dentro de processos políticos de afirmação étnica e do enfrentamento ao racismo. A intenção é discorrer os efeitos da luta pelo reconhecimento étnico na reorganização social e política das referidas comunidades, assim como no recontar ou reescrever uma história que é marcada pela memória da escravidão e por valores, representações e práticas que as vinculam aos seus territórios. Busca-se, portanto, acompanhar a luta política dos quilombolas que visa o reconhecimento identitário e assegurar o exercício da cidadania frente aos aparatos de Estado.</p> <p><strong>Palavras-chaves</strong>: escravidão, história, identidade étnica, cidadania e racismo.</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6974 Apresentação do Dossiê 2020-06-30T20:58:46+00:00 Ana Angélica Leal Barbosa aabarbosa@uesb.edu.br Benedito Eugenio dodoeugenio@yahoo.com.br Iris Verena Oliveira irisveren@gmail.com Nivaldo Osvaldo Dutra nartud@yahoo.com.br <p>Apresentação do Dossiê&nbsp;QUILOMBOS: RESISTÊNCIAS E RESSIGNIFICADOS NA CONTEMPORANEIDADE</p> 2020-09-03T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6991 Expediente 2020-07-02T14:05:18+00:00 Natalino Perovano Filho npfilho@uesb.edu.br <p>Expediente da nova edição.</p> 2020-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 ODEERE