https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/issue/feed Práxis Educacional 2020-10-01T03:21:00+00:00 Equipe Editorial praxisedu@uesb.edu.br Open Journal Systems <section style="text-align: justify; padding: 3px;">A Revista Práxis Educacional é um periódico trimestral, do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEd), da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Publica artigos inéditos resultantes de pesquisas científicas, além de resenhas de livros. Seu objetivo central é divulgar pesquisas e estudos vinculados ao campo da educação, desenvolvidos por pesquisadores de diferentes contextos educacionais do Brasil e do exterior. <span style="text-decoration: underline;">A revista não cobra nenhum tipo de taxa para a publicação dos textos</span>.</section> https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6456 EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE: UM OLHAR SOBRE OS EMBATES CONTEMPORÂNEOS DA JUVENTUDE 2020-07-31T17:52:50+00:00 Andréia Paula Basei andreiabasei@yahoo.com.br Eduard Angelo Bendrath bendrath@gmail.com <p>Esta é uma resenha do livro “Participação e democracia no Brasil: da década de 1960 aos impactos pós-junho de 2013” publicado pela professora e pesquisadora Maria da Glória Gohn.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6249 FORMAÇÃO DE PROFESSORES CONTRA O DUALISMO DA PELE DE ONAGRO 2020-08-13T18:29:58+00:00 Rafael Rossi rafaelrossied@gmail.com <p>O presente texto é instrumento por meio do qual abordamos a importância dos conhecimentos clássicos na constituição da formação de professores. Para atingir este objetivo, partimos da dinâmica entre apropriação e objetivação a partir das contribuições da ontologia lukacsiana. Abordamos o conto “<em>A Pele de Onagro</em>” de Balzac como recurso para demonstrar a tese de que a apropriação dos conhecimentos clássicos numa orientação crítica ontológica é indispensável para uma ampliação e aprofundamento da concepção de mundo e de sociedade dos alunos e não o seu rebaixamento. Isto demanda um esforço teórico e ao mesmo tempo prático. Teórico no sentido de compreender os aspectos formativos dos seres humanos ao longo da dinâmica de reprodução social e, também, no que se refere à identificação das formas mais desenvolvidas do conhecimento. Ao mesmo tempo e indissociavelmente está o desafio prático em concretizar ações educacionais que possibilitem a elevação do nível intelectual dos alunos.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6252 PEDAGOGIA DAS CANOAS: MEMÓRIAS E HISTÓRIAS DAS MULHERES NEGRAS DA VILA DO CARMO DO MACACOARI-AP 2020-08-13T18:29:30+00:00 Maria das Dores do Rosário Almeida mulheresdoigarape@gmail.com Elivaldo Serrão Custódio elivaldo.pa@hotmail.com <p>Neste artigo, procurou-se compartilhar a Metodologia das Canoas, como possibilidade de (re)construir histórias e memórias esquecidas das mulheres negras da Vila do Carmo do Macacoari-AP nas historiografias e (re)contar novas histórias a partir de experiências de vida. Com base nos métodos qualitativo, descritivo (análise documental) e de pesquisa bibliográfica, tendo como referência a pesquisa-ação, abordaram-se as premissas da metodologia e descreveu-se também o caminho percorrido para estruturar as suas fases e interfases. Concluiu-se que a Metodologia das Canoas é uma ferramenta que pode ser aplicada em estudos científicos para desvelar sujeitos anônimos que vivenciaram histórias de suas comunidades, assim como contribuir para a preservação da memória de grupos, povos e comunidades tradicionais excluídos das historiografias.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6279 CRUZAMENTOS E DISSOCIAÇÕES ENTRE A EDUCAÇÃO RURAL E A EDUCAÇÃO DO CAMPO: UM ESTUDO DA COLEÇÃO DIDÁTICA “CAMPO ABERTO” 2020-08-13T18:30:43+00:00 Francisco Vieira da Silva francisco.vieiras@ufersa.edu.br Willia Barbosa de Menezes willia_menezes@hotmail.com Simone Maria da Rocha simones.rocha@ufersa.edu.br <p>O presente estudo tem como objetivo analisar os principais cruzamentos e dissociações entre a educação do campo e a educação rural, com vistas a problematizar um possível processo histórico de modificação da educação rural para a educação do campo, a partir do estudo dos livros didáticos do 1°, 2° e 3° anos do ensino fundamental da coleção “Campo Aberto”, instituído pelo Plano Nacional do Livro Didático do Campo (PNLD Campo), em 2016. Para tanto, a pesquisa pauta-se teoricamente nas reflexões de Arroyo, Caldart e Molina (2011), Freitas (2012), Calazans, Castro e Silva (1981), Leite (2002) e Rodrigues (2009), dentre outros. Do ponto de vista metodológico, trata-se de um estudo descritivo-interpretativo de natureza documental, haja vista a análise dos livros didáticos, os quais são documentos que ainda não passaram por um crivo analítico. A análise aponta que os cruzamentos repousam em determinados tratamentos ofertados pelos livros da coleção didática que desconsideram as particularidades dos sujeitos do campo. Já as dissociações ocorrem quando se reconhecem as expressões culturais e a identidade dos povos campesinos como aspectos relevantes na consecução de uma educação do campo em sua integridade.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6293 PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL: CRISES, RUPTURAS E TRANSIÇÕES 2020-07-31T15:37:17+00:00 Marta Sueli de Faria Sforni martasforni@uol.com.br Ágatha Marine Pontes Marega agathamarega@usp.br <p>Embora o processo de desenvolvimento humano seja, normalmente, entendido como algo progressivo e harmonioso, autores da Teoria Histórico-Cultural, como Vigotski, Leontiev e Elkonin, apresentam o desenvolvimento infantil como um processo dialético em que as mudanças e transições são feitas revolucionariamente (idades com crises e idades estáveis). Assim, o desenvolvimento é evidenciado em momentos de transição, com a presença de saltos qualitativos, rupturas, crises, que muitas vezes são compreendidos, de forma equivocada, como sintomas negativos. Uma educação cuja finalidade é a promoção do desenvolvimento, necessita conhecer como ocorre esse processo. Neste sentido, este artigo resulta de uma pesquisa bibliográfica que teve por objetivo compreender esses momentos de transição, com a finalidade de poder atuar pedagogicamente nas crises, de modo que esses momentos sejam favoráveis ao desenvolvimento e não limitadores dele. Concluímos que a condução racional do processo de transição no ambiente escolar requer intervenção pedagógica organizada e assistida pelos adultos envolvidos (professores, pedagogos e familiares).</p> <p> </p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6299 PEDAGOGIA CRÍTICA: TRANSFORMAÇÕES NOS SENTIDOS E NAS PRÁTICAS EMANCIPATÓRIASs 2020-07-31T15:55:32+00:00 Maria Amélia do Rosário Santoro Franco ameliasantoro@uol.com.br <p>Este artigo deve ser compreendido como um ensaio teórico e tem por perspectiva triangular criticamente pesquisas anteriores da autora, em diferentes espaços educativos, para fundamentar quer a epistemologia da pedagogia como teoria crítica, quer as possibilidades da práxis desta pedagogia. Para tanto, parte do conceito de ideologia proposto por Chauí e por meio deste conceito articula reflexões dos pressupostos da teoria crítica, com base em Adorno e Habermas, buscando evidenciar a síntese epistemológica de Paulo Freire na estruturação dos fundamentos da Pedagogia Crítica. Neste caminhar estabelece contrapontos com as teorias “críticas” da reprodução de Bourdieu, Passeron, Baudelot e Estabelet, Althusser e, por meio de triangulações entre os autores e a práxis educativa, reflete os sentidos de emancipação nos tempos atuais, buscando encontrar subsídios para a seguinte questão de pesquisa: pode a Pedagogia Crítica oferecer fundamentos para a construção de processos emancipatórios?</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6430 EGRESSOS DE UM CURSO DE MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PERFIL E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE 2020-08-19T17:29:33+00:00 Susély Aparecida Fonseca Gonçalves suselyfonseca@yahoo.com.br Marilene Ribeiro Resende marilene.resende@uol.com.br <p>EEste artigo traz resultados de uma pesquisa, de abordagem mista, que buscou traçar o perfil e investigar as contribuições do curso de Mestrado em Educação de uma Universidade, situada na região do Triângulo Mineiro – MG, para o desenvolvimento profissional docente dos egressos de 2003 a 2015, que, ao ingressar no curso, atuavam no ensino superior. O corpus de análise resultou de questionário respondido por 44 desses egressos, e de entrevista semiestruturada realizada com oito deles. Fundamenta-se em autores que discutem a pós-graduação em educação (Severino, 2006 e 2009; Cury, 2005); em pesquisadores que tratam o desenvolvimento profissional docente (Marcelo Garcia, 1999; Cunha, 2010, 2017). Em sua maioria, os egressos da IES pesquisada construíram a sua trajetória de formação e de atuação em instituições privadas de ensino superior. Têm a necessidade de aprimoramento profissional e o desejo de ascensão na carreira, motivos principais para a busca de um curso de mestrado, porém poucos contaram com bolsas de estudo, com a liberação das atividades profissionais ou redução de carga horária para a realização do curso. A contribuição mais importante para o desenvolvimento profissional docente, segundo os participantes, foi o aprofundamento de conhecimento. A preparação para a atividade de pesquisa foi assinalada pela maioria, mas não é a mais significativa, pois nem sempre esses egressos encontram ambiente favorável para essa atividade nas IES, onde atuam.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6482 REFLEXÕES SOBRE A FORMAÇÃO DOCENTE PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA NA DISCIPLINA HISTÓRIA MEDIEVAL I 2020-07-31T18:39:18+00:00 Luciano José Vianna luciano.jose.vianna@gmail.com <p>Neste artigo, nosso objetivo é fazer uma reflexão sobre a formação de professores de História para a Educação Básica através da prática docente na disciplina História Medieval I na Universidade de Pernambuco/campus Petrolina. Para isso, analisamos aspectos temáticos com textos de diversos autores e autoras medievalistas; produções voltadas para a formação de professores, através dos estudos de Cruz e Hobold (2018), Fazenda (2012), Gadotti (1995), Lüdke (2012), Macedo (2013), Pimenta (2005), Santos (2012) e Schmidt (2004); e os aspectos didáticos, por meio dos estudos de Bergmann (1989- 1990), Bittencourt (2004), Guimarães (2016), Libâneo (2006), Lück (1995) e Santos, Silva Júnior e Sousa (2016). Inicialmente, apresentamos a proposta da disciplina História Medieval I, especificando principalmente os conteúdos trabalhados na mesma. Em seguida, abordamos a dinâmica da disciplina, apresentando os conceitos trabalhados, a diversidade temática e o exercício de desconstrução das ideias pré-concebidas sobre o período. Posteriormente, voltamos nossa atenção para o viés interdisciplinar aplicado na disciplina e nos atentamos às propostas da BNCC voltadas para o Ensino Fundamental. Como considerações finais, destacamos a principal característica da disciplina com a abordagem de temas contemporâneos de demanda social para auxiliar na formação de professores e na construção da cidadania dos discentes da Educação Básica.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6537 O “BOOM” DA LUTA DOCENTE EM PORTUGAL FRENTE À INTENSIFICAÇÃO DA PRECARIEDADE DO TRABALHO IMPOSTA PELA “NEW PUBLIC MANAGEMENT” 2020-07-31T19:12:17+00:00 Jussara Marques de Macedo jussara0712@gmail.com Belmiro Cabrito b.cabrito@ie.ulisboa.pt <p>O artigo é resultado da investigação sobre a luta dos educadores de infância e dos professores dos Ensinos Básico e Secundário em Portugal frente à intensificação da precariedade do trabalho docente, imposta pela “<em>New Public Management</em>”. Objetiva-se analisar as principais pautas de luta instigadas pela reforma do Estado português e, consequentemente, pela reestruturação do sistema de ensino. Nesse contexto, considera-se que a atual gestão dos sistemas educacionais prima pela performatividade, competitividade, resultado, eficiência, avaliação, excelência e mérito. Fundamenta-se no referencial teórico-metodológico do materialismo histórico dialético e toma como referência empírica a Federação Nacional dos Professores (FENPROF). Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de caráter qualitativo com revisão de literatura via análise de fontes primárias e secundárias e, também, análise documental. Como resultado salienta-se que, apesar das políticas educativas derivarem de acordos políticos entre o governo português e os organismos internacionais, mediados pela União Europeia (UE), isso não tem sido suficiente para criar o consenso entre os professores e, nem mesmo, impedir a correlação de forças. Conclui-se, portanto, que a FENPROF tem sido combativa frente ao processo de intensificação da precariedade do trabalho docente e, por isso, tem alcançado resultados positivos, embora limitados, quanto às suas reivindicações em tempo de crise do capital.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6570 OS REFORMADORES DA INSTRUÇÃO PÚBLICA MINEIRA NOS PRIMÓRIDOS DA REPÚBLICA 2020-08-13T18:31:56+00:00 Raphael Ribeiro Machado raphamachado25@hotmail.com Irlen Antônio Gonçalves irlen@terra.com.br <p>Este texto propõe discutir, de maneira geral, as questões que se situam no âmbito temático das políticas para educação, ocorridas nas primeiras décadas da República. De maneira específica, o objetivo é o de conhecer os reformadores da instrução pública mineira que atuaram no período de 1891 e 1910. Para isso, tomamos como fontes as mensagens presidenciais enviadas ao Congresso Legislativo; os anais das Câmaras de Deputados e Senado e as leis e os decretos do período. Por meio de tal <em>corpus</em> documental, realizamos um estudo prosopográfico que nos possibilitou um conhecimento coletivo de um grupo de sujeitos que foram imbuídos de poderes para reformar a instrução pública. Em tal estudo, privilegiamos algumas categorias que nos ajudaram no conhecimento das origens dos reformadores e nas suas trajetórias formativo-profissional, tais como: laços de parentesco, naturalidade, aspectos geracionais, trajetórias formativas escolares e profissionalização. Trata-se de uma abordagem situada no campo da história política e social, em torno do lugar e das ações do político, bem como, da compreensão da existência de vetores sociais que condicionam a produção de uma cultura política. Na análise vimos a eclosão da formação de uma comunidade política republicana, constituída por sujeitos denominados de reformadores que, a partir da formação ao longo das trajetórias históricas, viria a utilizar-se de ferramentas retóricas específicas para a construção de argumentos em prol das medidas e dos projetos de reforma da instrução e, por conseguinte, da sociedade.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6636 INTERAÇÕES DISCURSIVAS SOBRE A CONTEXTUALIZAÇÃO MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 2020-07-31T19:41:55+00:00 Neomar Lacerda da Silva nlsmat@hotmail.com Andréia Maria Pereira de Oliveira ampo@ufba.br Marlécio Maknamara maknamaravilhas@gmail.com <p>O artigo objetivou problematizar o discurso da contextualização matemática e sua relação com práticas discursivas mobilizadas pelos sujeitos curriculares da Educação de Jovens e Adultos. Para tanto, usamos informações secundárias produzidas por meio de entrevistas com estudantes e professores/as que ensinam matemática nessa modalidade de ensino. Em diálogo com autores (as) do campo da Educação Matemática, operamos com ferramentas teórico-analíticas como discurso e poder-saber na perspectiva pós-crítica de estudos curriculares, sobretudo aqueles que se inspiram nas contribuições de Michel Foucault e colaboradores, para assumir as práticas de numeramento enquanto discursivas, portanto, produtoras de verdades acerca do Ensino de Matemática. A análise sugere que práticas de numeramento que têm lugar na Educação de Jovens e Adultos encontram-se atravessadas por relações de poder-saber, que estabelecem, compreendem e produzem discursos como o da contextualização matemática, engendrados no mecanismo da aplicabilidade, para instituir regimes de verdade que naturalizam a hegemonia da matemática formal (acadêmica e escolar) e o discurso da contextualização, e de como os sujeitos curriculares da Educação de Jovens e Adultos são capturados por esse discurso.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6281 A ARITMÉTICA NA SEÇÃO PARA PEQUENOS MATHEMÁTICOS DA REVISTA O ECHO 2020-08-19T19:41:55+00:00 Malcus Cassiano Kuhn malcusck@yahoo.com.br Silvio Luiz Martins Britto silviobritto@faccat.br Arno Bayer bayer@ulbra.br <p>O tema deste artigo é a Matemática em revista veiculada por colégio jesuíta do Rio Grande do Sul, no século XX. O objetivo é analisar os conhecimentos aritméticos nos problemas recreativos da seção Para Pequenos Mathemáticos da revista O Echo. Como o tema se insere na História da Educação Matemática no estado gaúcho, este estudo qualitativo e documental se ampara na história cultural, para análise da revista editada pelo Colégio Anchieta de Porto Alegre, no século passado. O público-alvo do Echo era a comunidade escolar e a mocidade católica brasileira, pois não havia revistas para os jovens estudantes, com conteúdos religiosos e morais e de formação geral. Nos problemas recreativos analisados, observaram-se conhecimentos aritméticos relacionados com operações fundamentais, critérios de divisibilidade, progressões, permutações e arranjos simples, evidenciando-se o raciocínio lógico e charadas. Os editores buscavam despertar o interesse e a curiosidade da mocidade estudiosa, contribuindo para circulação da revista e formação da juventude católica nos colégios onde a mesma circulava.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7333 APRESENTAÇÃO DO DOSSIÊ: EDUCAÇÃO, CURRÍCULO E JUVENTUDES: DILEMAS E DESAFIOS ATUAIS 2020-09-07T09:13:26+00:00 Graça dos Santos Costa gracacosta@gmail.com Patrícia Lessa Santos Costa plessacosta@gmail.com David Mallows d.mallows@ucl.ac.uk <p>Apresentação do dossiê.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7334 AS PESQUISAS EM EDUCAÇÃO DE PESSOAS JOVENS E ADULTAS: O FENÔMENO JUVENILIZAÇÃO 2020-09-07T09:27:57+00:00 Adriana Regina Sanceverino adriana.sanceverino@uffs.edu.br Emeline Dias Lódi emelinedias@hotmail.com Maria Hermínia Lage Fernandes Laffin herminialaffin@gmail.com <p>O presente artigo objetiva apresentar um estudo caracterizado como estado do conhecimento, analisando as principais discussões e os resultados de pesquisas brasileiras sobre o fenômeno da juvenilização na Educação de Pessoas Jovens e Adultas (EJA). Metodologicamente utilizou-se a pesquisa do tipo bibliográfico no estudo, tal como proposto por Romanowski e Ens (2006), cujo levantamento foi realizado em três bases de dados de relevância para a área educacional, a saber: Catálogo de Teses e Dissertações da CAPES, Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD) e no Grupo de Trabalho de Educação de Pessoas Jovens, Adultas e Idosas da ANPEd (nas reuniões nacionais). Os resultados foram analisados com base nas técnicas de análise de conteúdo estabelecidas por Bardin (1995). As pesquisas identificadas nessas bases de dados foram categorizadas em quatro categorias: Sujeitos; Escolarização e Inclusão, Políticas Públicas e Formação Docente. Com objetivos distintos, todas as pesquisas ressaltaram a importância de considerar os(as) jovens como protagonistas no processo de ensino e aprendizagem e, sobretudo, as discussões apontaram para a necessidade de ouvir os sujeitos jovens para melhor compreender o fenômeno juvenilização, assim como apontar para o fomento de políticas públicas específicas, com o intuito de promover, além da escolarização a inclusão efetiva desses(as) jovens estudantes.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7336 A JUVENILIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: DESAFIOS E POSSIBILIDADES CURRICULARES 2020-09-07T09:49:29+00:00 Maria da Conceição Cédro Vilas Bôas de Oliveira mariaoliveira1704@gmail.com Graça dos Santos Costa gracacosta@gmail.com <p>O objetivo do presente texto é apresentar os resultados da pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Educação de Jovens e Adultos do Mestrado Profissional – MPEJA – da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), que teve por objetivo analisar as representações sociais dos(as) estudantes da EJA de uma escola da rede estadual de ensino do Estado da Bahia, acerca de currículo e juventude, ressaltando os desafios e as possibilidades na construção de um currículo que atenda às culturas juvenis. Metodologicamente, utilizou-se a abordagem qualitativa, por meio de estudo de caso. Os resultados revelam muitos desafios e possibilidades a serem trilhados. Sinalizam a necessidade da escola revisitar suas arquiteturas e práticas curriculares, para maior aproximação das juventudes; conhecer as diferentes culturas juvenis dos estudantes, ou seja, conhecer os sujeitos da ação educativa, garimpando elementos para esculpir as particularidades e reconfigurações curriculares da EJA; fomentar ações formativas colaborativas, pautadas em giro curricular de insurgências e inclusão.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7337 OS SENTIDOS DO CURRÍCULO PARA A JUNVENTUDE NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) 2020-09-07T10:01:53+00:00 Juliana Silva dos Santos jusantosbr@hotmail.com Marcos Villela Pereira marcos.villela@pucrs.br <p>O presente artigo é parte dos estudos de doutoramento sobre o sentido da escola de EJA para seus sujeitos e tem como objetivo apresentar as concepções de currículo expressa pelos jovens participantes dessa pesquisa. A produção de dados ocorreu a partir de um questionário, com questões fechadas e abertas aplicado aos estudantes da EJA das turmas de 1º, 2º e 3º anos de uma Escola da Rede Estadual de Ensino Médio na cidade de Porto Alegre-RS, Brasil. Nesse artigo analisaram-se apenas as respostas dos 144 estudantes, jovens frequentadores da escola. Para a análise dos mesmos adotou-se como referencial teórico Oliveira (2009), Dayrell (2011), Arroyo (2017), Carrano (2007) entre outros que se referem às atribuições e sentidos para a EJA e sua juvenilização. Como resultado da pesquisa, os jovens sujeitos expressaram as seguintes concepções de currículo: a) um currículo voltado ao trabalho que contemple o ensino de conhecimentos almejados para a obtenção de melhores empregos ou melhoras em suas posições profissionais atuais; b) um currículo com viés propedêutico que possibilite a preparação para o ensino posterior, como propósito de retorno aos bancos escolares, seja ele técnico ou superior; c) um currículo voltado para a cidadania que garanta mais conhecimento sobre direitos e deveres do cidadão, para efetivarem suas escolhas em trajetórias futuras de modo mais ampliado.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7338 FORMAR PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO DE PESSOAS JOVENS E ADULTAS NA AMÉRICA LATINA: UM CAMPO EM DEFINIÇÃO 2020-09-07T11:57:48+00:00 Adenilson Souza Cunha Júnior adenenilsoncunha@uesb.edu.br Leôncio José Gomes Soares leonciogsoares@gmail.com <p>Objetivamos neste estudo apresentar através de uma análise panorâmica as principais tendências e tensões existentes no campo da formação de professores para a Educação de Pessoas Jovens e Adultas (EPJA) na América Latina. O reconhecimento da EPJA como um direito concreto requer a formulação e a efetivação de políticas públicas que assegurem desde o financiamento até a sistematização do trabalho pedagógico para esse tipo de oferta educativa, o que implica necessariamente também, na constituição da área como um espaço pedagógico definido, requerendo no campo dos processos formativos uniformização do processo de formação de professores para atuar na EPJA, que se encontra imerso em uma pluralidade de contextos. Para tal, a elaboração de uma proposta de formação de professores para atuar na EPJA implica em tomar o referencial crítico da área como elemento precípuo para a constituição de um campo pedagógico próprio. É fundamental que o professor da EPJA tenha em sua formação uma compreensão clara sobre as situações de aprendizagens desenvolvidas na vida adulta, como se apropriar e selecionar tais aprendizagens, considerando esses elementos em suas práticas pedagógicas.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7339 FORMAÇÃO DOCENTE E PRÁTICA PEDAGÓGICA NO PROCESSO DE INCLUSÃO DO ESTUDANTE JOVEM COM DEFICIÊNCIA EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR 2020-09-07T12:16:26+00:00 Patrícia Lessa Santos Costa plessacosta@gmail.com Nara Deoclecia Soares Modica naramodica@gmail.com Carla Liane Nascimento dos Santos clnsantos@uneb.br <p>O presente texto é resultado de uma pesquisa de campo que objetivou compreender como ocorre a formação docente e a prática pedagógica no processo de inclusão do estudante jovem com deficiência nas instituições de ensino superior do município de Barreiras-BA. A abordagem metodológica é qualitativa e o estudo de natureza descritiva-exploratória, do tipo Estudo de Caso. A coleta de informações foi realizada por meio de entrevista semiestruturada com os docentes e estudantes; na sequência foi realizada a análise de conteúdo baseada em Bardin (2011). A trajetória deste estudo teve como base os teóricos, Loss (2018), (2007), Moreira (2014), Rocha e Miranda (2009), Doutor (2016), Anastasiou e Pimenta (2014), dentre outros. Com esta análise foi possível verificar que a falta de conhecimento dos docentes sobre a concepção de inclusão educacional, é devido ao seu percurso formativo e que isso interfere nos modos do fazer pedagógico inclusivo, o que é referido pelos jovens estudantes. Do mesmo modo, o estudo aponta que os docentes atribuem possibilidades para que suas experiências sejam capazes de suscitar novas perspectivas acerca de uma ação transformadora, das potencialidades pessoais e sociais dos estudantes com deficiência.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7346 APONTAMENTOS SOBRE JUVENTUDES UNIVERSITÁRIAS: O CASO DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO SALVADOR, BAHIA, BRASIL 2020-09-07T14:01:30+00:00 Katia Siqueira de Freitas sfkatia@gmail.com Ângela Borges angelborges@uol.com.br Maria de Fátima Pessôa Lepikson maria.lepikson@ucsal.br Julie Lourau juliesarahba@gmail.com <p>O artigo analisa resultados parciais de uma pesquisa mundial sobre juventudes universitárias, realizada no segundo semestre de 2016, com preenchimento de questionário on line e reporta dados relativos aos jovens com até 30 anos de idade em cursos de graduação na Universidade Católica do Salvador- UCSAL. Os dados selecionados permitiram traçar o perfil sócio biográfico dos alunos, sua relação com o trabalho, atividades e interesses pessoais, satisfação com a vida e autoestima, aspectos importantes da vida e da identidade e suas perspectivas para o futuro. A análise desses dados revelou a diversidade da situação socioeconômica dos jovens e das suas famílias, para o que contribuem os programas de concessão de bolsas e de financiamento público para o acesso a uma universidade particular de jovens em famílias com pouca ou nenhuma capacidade de pagamento das mensalidades. As respostas sugerem uma forte expectativa dos jovens quanto ao sucesso profissional na sua área de formação e a introjeção de valores individualistas, centrais na construção de sujeitos em tempos de hegemonia neoliberal, assim como a pouca importância atribuída à participação política tradicional.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7347 TRAJETÓRIAS DE FORMAÇÃO DA JUVENTUDE TRABALHADORA BRASILEIRA: DAS PROMESSAS ÀS INCERTEZAS 2020-09-07T14:17:05+00:00 José Humberto da Silva jhsilva@uneb.br Liliana Rolfsen Petrilli Segnini lilianaseg@uol.com <p>: O presente artigo analisa os investimentos pessoais e financeiros, bem como os arranjos construídos pelos jovens, desde a educação básica ao ensino superior, na perspectiva da garantia do acesso ao emprego e, por conseguinte, uma mudança de posição na estrutura social vigente. O caminho metodológico adotado aglutinou método, técnicas e instrumentos de pesquisa numa abordagem que articula dados quantitativos (acompanhamento das trajetórias in loco) e qualitativos, a partir de diferentes fontes de dados que informam dados educacionais e de emprego no Brasil. Os primeiros investimentos e arranjos realizados, na perspectiva da obtenção deste emprego, foram centrados nos esforços para que esses jovens conseguissem a conclusão do ensino médio, em seguida os cursos de qualificação profissional e, por fim, o acesso ao ensino superior privado. A relação entre trabalho e educação ganha centralidade nas trajetórias pesquisadas. Por meio dos percursos analisados, constatou-se que há um forte discurso em favor da educação como sendo, se não a única, a principal estratégia de mobilidade social ascendente.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7348 O CASO DOS JOVENS NEM NEM: NOVAS TRAJETÓRIAS, NOVOS DESAFIOS 2020-09-07T14:45:25+00:00 Mafalda Frias friasmafalda@gmail.com Luís Alcoforado lalcoforado@fpce.uc.pt António Rochette Cordeiro rochettecordeiro@fl.uc.pt <p>A participação dos jovens no mercado de trabalho constitui uma dimensão significativa do seu desenvolvimento pessoal e social, da construção da identidade e do desenvolvimento equilibrado e integrado das sociedades. Sendo o trabalho, ainda, o tempo social dominante, na contemporaneidade, ele é, também, a maneira mais óbvia de, permitindo o acesso a um rendimento, incrementar a autonomia e estruturar a vida quotidiana. Contudo, da evolução global dos mercados e dos sistemas económicos, derivaram consequências particularmente severas para os jovens que, experienciando percursos de carreira mais individualizados e menos previsíveis, enfrentam crescentes dificuldades na concretização dos seus projetos de vida. O progressivo aumento das taxas de desemprego, acompanhado de outras conjunturas desfavoráveis, conduziram à emergência do fenómeno NEET (not in employment, education or training), o qual assume, presentemente, grande centralidade no debate político europeu. Perante o desafio de absorver e integrar os jovens no trabalho, educação ou formação, urge conhecer, refletir e compreender as especificidades desta problemática, marcada pela heterogeneidade de contextos, características, necessidades, fatores de risco e efeitos, com vista ao delineamento de ações estratégicas concertadas que facilitem as transições entre o sistema educativo ou formativo e o mercado de trabalho. Neste artigo, caraterizamos, de forma circunstanciada o fenómeno NEET, recenseamos algumas respostas que têm vindo a ser pensadas e refletimos sobre a necessidade de despertar novos olhares e novas soluções.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7349 EDUCAÇÃO SECUNDÁRIA NOS CENTROS DE FORMAÇÃO DE PESSOAS ADULTAS NA CATALUNHA 2020-09-07T15:00:12+00:00 Ana Soldevila Jaca asoldev5@xtec.cat Juan Llanes Ordóñez juanllanes@ub.edu Amèlia Tey Teijón atey@ub.edu <p>O conceito de educação de adultos é complexo e evoluiu para responder às demandas sociais de diferentes momentos históricos. A formação básica na educação de adultos, entendida como a formação relativa ao ensino médio na Catalunha, não foge a essa complexidade e evolução. Via de regra, possui características diferenciadoras se a comparamos com a educação básica do público em geral, estando entre as principais, as características socioeducativas de seus alunos, porque, quando estão na fase adulta, devem combinar o estudo com as responsabilidades de sua idade, ou porque os alunos são cada vez mais jovens como resultado do fracasso escolar do sistema educacional comum. Isso significa que, entre outras coisas, o abandono escolar representa um dos problemas mais sérios com os quais esse tipo de educação deve enfrentar-se, o que implica uma reestruturação para responder aos desafios que surgem nessa sociedade de mudança contínua e acelerada. Portanto, analisar a escolaridade obrigatória em adultos implica levar em consideração vários fatores, dada a multidimensionalidade do processo. O artigo trata de alguns aspectos institucionais, curriculares e pessoais que correspondem às esferas macro, intermediário e micro social, respectivamente, para posteriormente apresentar algumas propostas que abarcam, entre outras coisas, a necessidade de flexibilidade curricular, a adoção de um modelo sócio comunitário e, fundamentalmente, a orientação educacional nesse ambiente de formação.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7350 DESAFIOS E OPORTUNIDADES PARA OS JOVENS NA EDUCAÇÃO DE ADULTOS NA CATALUNHA 2020-09-07T15:10:09+00:00 Isabel Sánchez Guerrero isabel.sanchez@ub.edu Pilar Figuera Gazo pfiguera61@gmail.com David Mallows d.mallows@ucl.ac.uk <p>Os jovens estão cada vez mais presentes nos Centros de Educação e Treinamento para Adultos (CFA) na Catalonia. As mudanças estruturais que há décadas vêm ocorrendo na sociedade geraram novas desigualdades, exigindo que os jovens retornem aos estudos para obter credenciamento por suas habilidades, a fim de melhorar suas oportunidades de emprego e inclusão social. Contudo, as altas taxas de abandono escolar nos centros de educação de adultos põem em dúvida se essas escolas de adultos realmente oferecem aos jovens uma segunda chance. Este artigo visita as origens e a evolução da educação de adultos na Catalonia para destacar o papel dos professores, observar mudanças e fazer sugestões de respostas educacionais alternativas desenhadas com maior conscientização do perfil dos jovens estudantes.</p> <div id="gtx-trans" style="position: absolute; left: 252px; top: 146px;"> <div class="gtx-trans-icon">&nbsp;</div> </div> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7351 QUESTÕES E RESPOSTAS SOBRE O SUCESSO EDUCACIONAL DE NOSSOS ADOLESCENTES E JOVENS. ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA DE BARCELONA 2020-09-07T15:30:34+00:00 Laura Ibars Boronat lauraibarsboronat@gmail.com Núria Rajadell Puiggròs nrajadell@ub.edu <p>O fracasso escolar, e mais acentuado nos estudantes adolescentes, leva ao desconforto pessoal e social, influenciando também o bem-estar presente e futuro da comunidade. Esta ontribuição se concentra no progresso em direção ao sucesso escolar de alguns alunos que atualmente cursam o ensino médio obrigatório (aproximadamente 12 a 16 anos), em uma cidade na região metropolitana de Barcelona. Primeiro, é feito um diagnóstico abrangente, no qual são coletadas informações pessoais e sociais diferentes, pensando nos diferentes cenários pelos quais ocorrem, como casa, escola e cidade.Os resultados reforçam e provocam a criação de uma comissão composta por diferentes agentes da cidade, caracterizada por um trabalho colaborativo e corresponsável, que propõe e começa a desenvolver diferentes ações projetadas por e para os adolescentes da cidade, para avançar em direção a esse sucesso individual e comunitário.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7352 CURRÍCULO E ENSINO EM EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA MODALIDADE FLEXÍVEL 2020-09-07T15:41:41+00:00 Violeta Acuña Collado v-acuna@upla.cl Vivian Astudilo Cárcamo vivianastudilloc2@gmail.com <p>A Educação de Jovens e Adultos no Chile (EPJA) é uma modalidade do sistema educativo, que oferece oportunidade a quem não terminou seus estudos básicos ou médios, que representa cerca de um terço da população. Esta modalidade tem duas opções: regular e flexível. A primeira é organizada com horários definidos e participação presencial em cursos regulares em escolas e a segunda tem horários flexíveis e é promovida por outras instituições. A EPJA, historicamente, não tem uma presença relevante no sistema educativo e seus docentes enfrentam um contexto complexo e de pouca visibilidade. Pela natureza desta modalidade e sua especificidade, se optou neste estudo por uma metodologia qualitativa. Se escolheu um estudo de caso: uma instituição universitária da região de Valparaiso que mantém um programa no âmbito da modalidade flexível. Foi aplicado um questionário para os professores, destacando categorias, se incorporou também informação quantitativa que descreve os antecedentes do programa. O objetivo do estudo foi conhecer a opinião dos docentes a respeito da aplicação e contextualização do currículo de adultos nesta modalidade. A reflexão se realizou em torno do conceito de currículo e a proposta é repensar sua aplicação a luz dos resultados referidos e os questionamentos dos docentes a respeito da construção de um currículo, da prática docente e do contexto. Como conclusões, verificou-se que o currículo não determina a prática do docente, mas sim a condiciona. Surge a necessidade dos docentes participarem da sua construção e incorporar em sua práxis a necessidade da contextualização como variável fundamental para estabelecer uma prática educativa.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7353 EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A DISTÂNCIA: AVALIAÇÃO DO PROGRAMA CURRICULAR DO SESI DA BAHIA 2020-09-07T15:52:20+00:00 Gisele Marcia de Oliveira Freitas adelantegisele@yahoo.com.br Maria da Conceição Alves Ferreira consinha@terra.com.br Francisca de Paula Santos da Silva fcapaula@gmail.com Alfredo Eurico Rodrigues Matta alfredomatta@gmail.com <p>O objetivo principal desta pesquisa é avaliar os resultados da turma de ensino médio da Educação de jovens e adultos a distância do Polo Salvador, problemática desta investigação, assim como busca responder em que medida a oferta da educação de jovens e adultos a distância contribui para elevar a escolaridade dos trabalhadores da indústria baiana. Como objetivos específicos, buscou-se verificar se a Educação de jovens e adultos a distância tem possibilitado a elevação da escolaridade dos trabalhadores da indústria baiana, analisar os resultados e indicadores e verificar se o programa tem possibilitado o acesso dos egressos a outros níveis de formação. Para os caminhos metodológicos da investigação, optou-se por uma abordagem qualitativa, utilizaram-se, para a coleta de informações, questionários, entrevistas semiestruturadas, pesquisa documental, observação participante. Para a análise das informações, adotou-se a análise compreensiva-interpretativa das narrativas para a composição da história da Educação de jovens e adultos no SESI Bahia e o objetivo de avaliar os resultados da Educação de jovens e adultos a distância. Os achados apontam resultados satisfatórios em relação aos objetivos propostos para essa pesquisa. Sobre o objetivo específico 1, as informações apontam que o programa de EJA a distância no Polo Salvador atende mais a sujeitos da comunidade que trabalhadores e dependentes da indústria, numa proporção de 55% de alunos da comunidade e 45% trabalhadores e dependentes da indústria. O objetivo específico 2, que diz respeito aos indicadores de resultados, apontam uma taxa de sucesso de 71% de aprovação contra 29% de evasão o que revela que o programa de EJA a distância possui impacto positivo. O objetivo específico 3 diz respeito às possibilidades que a EJA a distância brinda em relação a continuidade dos estudos, sob essa lógica 27% do alunado conseguiram acessar a outros níveis de formação em cursos de nível superior e técnico.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7354 ALFABETIZAÇÃO DIGITAL BÁSICA - REQUISITOS E ELEMENTOS 2020-09-07T16:00:00+00:00 Ilka Koppel koppel@ph-weingarten.de Sandra Langer langersa@ph-weingarten.de <p>A participação na sociedade requer não apenas educação básica literária e matemática, mas também alfabetização digital básica (COULDRY &amp; HEPP, 2016; BMBF &amp; KMK, 2016). Pesquisas atuais indicam que baixas competências literárias e digitais estão vinculadas (WOLF &amp; KOPPEL, 2017; BUDDEBERG, 2019). 6,2 milhões de adultos com baixa literalidade vivem na Alemanha (GROTLÜSCHEN et al., 2019). Essas pessoas podem ser capazes de escrever e entender palavras ou frases simples ao ler, mas nem frases mais longas nem textos coerentes. No entanto, isso resulta em um risco considerável de exclusão da participação em várias áreas da vida (trabalho, finanças, moradia, decisão informada) (BUDDEBERG, 2019). Devido ao desenvolvimento tecnológico, pessoas com baixo nível de alfabetização digital são sistematicamente (parcialmente) excluídas da participação na sociedade na maior parte do mundo. Isso leva à questão do que define a alfabetização digital para não ser excluído da sociedade por causa da baixa alfabetização digital. Neste artigo, discutimos o que é alfabetização digital - incluindo o conceito de competência - e quais elementos a alfabetização digital básica abrange.</p> 2020-10-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020