https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/issue/feed Práxis Educacional 2021-02-02T01:43:00+00:00 Equipe Editorial praxisedu@uesb.edu.br Open Journal Systems <section style="text-align: justify; padding: 3px;">A Revista Práxis Educacional é um periódico trimestral, do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEd), da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Publica artigos inéditos resultantes de pesquisas científicas, além de resenhas de livros. Seu objetivo central é divulgar pesquisas e estudos vinculados ao campo da educação, desenvolvidos por pesquisadores de diferentes contextos educacionais do Brasil e do exterior. <span style="text-decoration: underline;">A revista não cobra nenhum tipo de taxa para a publicação dos textos</span>.</section> https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8034 Páginas Iniciais 2021-02-02T01:32:28+00:00 Revista Práxis Educacional praxisedu@uesb.edu.br <p>Páginas Iniciais</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8035 Editorial 2021-02-02T01:43:00+00:00 Revista Práxis Educacional praxisedu@uesb.edu.br <p>Editorial</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6682 A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO SUPERIOR: UM ESTUDO DAS LEGISLAÇÕES NACIONAIS 2020-12-15T11:55:29+00:00 Altair Alberto Fávero altairfavero@gmail.com Lidiane Limana Puiati Pagliarin lidianepuiatipagliarin@gmail.com <div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O objetivo do presente texto é analisar legislações nacionais que sugerem a responsabilidade das instituições de educação superior federais em planejar e desenvolver ações de formação continuada aos seus docentes. Trata-se de uma pesquisa qualitativa quanto à abordagem do problema, exploratória quanto ao objetivo e documental quanto aos procedimentos. A discussão está ancorada em Alvarado- Prada, Freitas e Freitas (2010), Behrens (2007), Pachane (2006), Pimenta e Anastasiou (2003), Soares e Cunha (2010), dentre outros. O artigo é composto por duas partes. A primeira apresenta os principais aspectos das referidas leis e a segunda analisa os pontos que podem repercutir em promoção de formação continuada para docentes do magistério superior. A análise da legislação nacional indicou tímida discussão sobre a docência e seus saberes nos cursos de mestrado e doutorado; enfoque dos cursos stricto sensu na pesquisa; escassas estratégias que garantam implementação de política de desenvolvimento de pessoal para professores de magistério superior, embora o desenvolvimento profissional desses professores seja bastante considerado em políticas externas de avaliação da educação superior. Em síntese, não há política nacional de formação continuada para docentes universitários, porém, há legislação que obriga as instituições federais de educação superior a ofertar política de desenvolvimento de pessoal em nível de capacitações – não de formação continuada - para técnicos-administrativos e docentes.</p> </div> </div> </div> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6694 CONSTRUÇÕES DE TESAURO SOBRE A AUTORREALIZAÇÃO DOS ESTUDANTES E SEU BEM-ESTAR PSICOLÓGICO NO ENSINO UNIVERSITÁRIO 2020-11-11T17:01:30+00:00 Timofey Sergeyevich Kupavtsev kupavzev22@yandex.ru Elena Nikolaevna Shutenko shutenko@bsu.edu.ru Tatiana Victorovna Kuzmicheva tvkuzmicheva@gmail.com Tatiana Alexandrovna Rychkova rychkovata@yandex.ru Galina Alexandrovna Romanova galinaromanova3@rambler.ru Elena Viktorovna Tsareva docent69@bk.ru <div class="page" title="Page 2"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O objetivo deste artigo é revelar as manifestações pessoais e confirmações da autorrealização dos alunos para determinar seu bem-estar psicológico no processo de aprendizado na escola superior russa. No estudo, foi utilizado o método de análise do tesauro, através do qual os autores processaram as respostas dos alunos em uma pesquisa especial. Esse método tornou possível destacar os marcadores semânticos da autorrealização dos alunos com seu agrupamento subsequente em três tesauros significado: o tesauro de prontidão para a autorrealização; tesauro de ações de autorrealização; tesauro de ativadores de autorrealização. De acordo com os dados da pesquisa, o estudo identificou três principais dominantes narrativas do bem-estar psicológico dos alunos na educação, tais como: envolvimento do ego no processo educacional, divulgação abrangente de capacidades pessoais e aceitação na comunidade universitária. Esses dominantes formaram a base de critérios de um estudo especial para determinar o nível de autorrealização dos alunos e seu bem-estar psicológico no ensino universitário. Os resultados resumidos mostraram que o processo de educação universitária fornece as condições e oportunidades necessárias para a autorrealização para a maioria dos estudantes entrevistados durante este estudo.</p> </div> </div> </div> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6829 WHATSAPP® COMO PROLONGAMENTO DE ESPAÇO FORMATIVO: NARRATIVAS DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA DE ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE FEIRA DE SANTANA 2020-11-29T18:54:11+00:00 Andreia Machado Castiglioni de Araújo andreiacastiglioni@seduc.feiradesantana.ba.gov.br Edvaldo Souza Couto edvaldo@ufba.br Verónica Sofia Ficoseco vsficoseco@gmail.com <div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>No contexto das tecnologias digitais e da popularização dos aplicativos, o objetivo do artigo é investigar se um grupo no WhatsApp®, composto por professores de Língua Inglesa, dos anos finais do Ensino Fundamental, de escolas públicas municipais, de Feira de Santana, se configura enquanto espaço de prolongamento da formação continuada ocorrida em 2018. A metodologia utilizada foi a qualitativa, de cunho descritivo e analítico, inspirada na netnografia, com base na exportação e análises de registros de narrativas produzidas pelo grupo de professores. Com o estudo pudemos concluir que existe um crescente engajamento dos professores com o compartilhamento de conteúdos e que eles utilizam as informações contidas nesse grupo para sua formação profissional e, consequentemente, para mudanças nas suas práticas pedagógicas.</p> </div> </div> </div> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6839 FORMAÇÃO DE SUJEITOS COLETIVOS DE PEQUENOS GRUPOS SOCIAIS NA ÉPOCA DA INFORMAÇÃO (PROBLEMA DE IDENTIDADE) 2020-11-11T17:07:38+00:00 Vadym Ivanovich Palahuta palaguta@ua.fm Stanislav S. Beskaravainyi 2beskarss78@gmail.com <div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O objetivo do artigo: estudar o impacto da tecnologia de inteligência artificial (IA) na sociedade, o que leva à formação de grupos sociais fundamentalmente novos. A maior diversidade e liberdade de desenvolvimento será alocada para pequenos grupos sociais que interagem diretamente com a IA. O modelo do novo grupo social deve responder às seguintes perguntas: que oportunidades a IA oferece? Qual o papel da IA em um pequeno grupo social? Como as pessoas se identificam com um grupo semelhante? Utilizou-se a descrição da estrutura de pequenos grupos sociais, determinou-se o papel multissubjetivo do organizador e intermediário da IA. O conceito de “comunidade situacional” foi usado para revelar a estrutura de equilíbrio de tais grupos, onde a identidade individual ou de grupo domina. Em várias situações, a IA poderá substituir uma pessoa que deixou o grupo como líder, ou garantir a estrita observância das configurações inalteradas para o grupo, ou desempenhar o papel de um organizador coletivo-sombra, que, a fim de preservar a integridade do grupo, pode transformar suas metas e objetivos. Graças à IA, pequenos grupos sociais terão acesso às ferramentas para organizar atividades que anteriormente tinham apenas estruturas sociais maiores. Um aumento na subjetividade pode levar a transformações significativas e uma mudança no papel desses grupos sociais. Uma ameaça foi identificada: o indivíduo pode não ser capaz de abandonar independentemente sua identificação comportamental-cognitiva e emocional com o grupo.</p> </div> </div> </div> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7020 PRODUÇÃO CIENTÍFICA NO CONTEXTO EDUCACIONAL DOS POVOS DO CAMPO, ÁGUAS E FLORESTAS NO BRASIL 2020-11-03T18:05:33+00:00 Adalberto Penha de Paula adalbertoppenha@gmail.com Leilah Santiago Bufrem santiagobufrem@gmail.com <div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Considerando a realidade das comunidades tradicionais do litoral do Paraná e a relação entre Educação do Campo e Território, apresenta discussões sobre os significados da escola do campo a partir do levantamento de pesquisas. Objetiva colaborar com um campo de investigação da área da educação, isto é, a Educação do Campo, articulando a produção do conhecimento registrada, portanto validada pelas instâncias acadêmicas, com as dimensões que a constituem. Procede com o levantamento de informações na base de dados do Catálogo de Teses e Dissertações da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), apresenta e dialoga com os principais trabalhos encontrados através do uso de descritores. Deste modo, observa que o diálogo com os trabalhos identificados contribui significativamente com novas compreensões e indica que as pesquisas avançam para além da educação, visto que em sua maioria apresentam análises relacionadas com outros aspectos e segmentos da sociedade. Conclui que as revisões bibliográficas são estratégia necessária para verificar o conhecimento produzido em determinada na área de pesquisa e que é urgente a articulação entre os sujeitos do campo, das águas e das florestas, além de outras populações que se encontram à margem para o fortalecimento das comunidades e territórios na luta e garantia dos seus diretos.</p> </div> </div> </div> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7026 IDENTIDADE E DIFERENÇA NOS ESPAÇOS EDUCATIVOS INFANTIS 2020-11-11T17:23:28+00:00 Edmacy Quirina de Souza macy.souza@hotmail.com Nilson Fernandes Dinis ndinis@ufscar.br <p>Este artigo busca analisar como os espaços e os discursos imagéticos revelam a questão racial e, como a criança, na condição de sujeito produzido culturalmente, experiencia as diferenças étnico-raciais no contexto da educação infantil. O viés metodológico interdisciplinar dos Estudos Culturais possibilitou entender o caráter discursivo e social das imagens. A pesquisa empírica aconteceu nos anos de 2013 e 2014, nas instituições de educação infantil (creches e pré-escolas) da rede municipal de ensino de Itapetinga, cidade situada na região Sudoeste da Bahia. As imagens foram coletadas em doze (12) instituições (creche e pré-escola). Os resultados da pesquisa apontam a existência de uma escola branqueada por meio de imagens (racismo imagético), que leva a uma institucionalização do branqueamento e naturalização da diferença, deixando de reconhecer a diversidade racial da escola e, ao mesmo tempo, de identificar que cada grupo racial tem sua singularidade, e, nesse sentido faz-se necessário a construção de uma identidade positiva da criança negra e a construção de uma educação antirracista.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7028 O CORPO NA SOCIEDADE DE CONSUMIDORES: INTERPRETAÇÕES A PARTIR DE ESTUDANTES DO COLÉGIO PEDRO II 2020-11-11T23:49:00+00:00 Guilherme de Castro Ribeiro Ferreira e Silva guilherme.ef.cp2@gmail.com Ivan Marcelo Gomes ivanmgomes@hotmail.com Leonardo Trápaga Abib leoabib@gmail.com <div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O objetivo da pesquisa foi analisar as representações corporais de um grupo de estudantes do Ensino Médio do Colégio Pedro II. A pesquisa se desenvolveu com 77 estudantes do Ensino Médio regular e integrado do Colégio Pedro II – Campus São Cristóvão III. Os instrumentos para coleta de informações foram um questionário survey on-line e grupo focal, com análise baseada no Método de Interpretação dos Sentidos, privilegiando o diálogo com a abordagem sociológica de Zygmunt Bauman. As análises desenvolvidas demonstraram, em consonância com o argumento baumaniano em torno dos processos de privatização e consumo, que os estudantes possuem identidades corporais ambivalentes, ou seja, seus entendimentos sobre o corpo são fluidos em função das estratégias de responsabilização individual em torno das decisões sobre o corpo, que foram influenciadas, no escopo dessa pesquisa, por ações educativas presentes na instituição em foco e por influências midiáticas.</p> </div> </div> </div> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7042 DO GÊNERO À “IDEOLOGIA DE GÊNERO” NO CAMPO DAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS: APONTAMENTOS TEÓRICOS, HISTÓRICOS E POLÍTICOS 2020-11-03T17:29:47+00:00 Neiva Furlin nfurlin@yahoo.com.br <div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>A partir do início deste século, criaram-se mecanismos estatais para incluir gênero e sexualidades nas políticas educacionais, respondendo exigências de organismos internacionais. Ao lado disso, levantaram-se vozes conservadoras que produziram a narrativa nomeada “ideologia de gênero”, visando desqualificar estudos acadêmicos e conter os avanços dos direitos voltados à igualdade de gênero e o reconhecimento das diversidades sexuais. Este artigo, teórico-reflexivo, analisa como o gênero foi incorporado nas políticas educacionais, em vista de processos de transformação socioculturais e como se tornou um elemento de disputa política, por parte dos setores conservadores, que transformou o gênero em inimigo a ser combatido. Trata-se de um projeto que oculta interesses específicos e que coloca em jogo um modelo de sociedade e de educação democrática, pautada na igualdade de direitos e na convivência plural.</p> </div> </div> </div> <p><strong> </strong></p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8029 A MATRÍCULA COMO DIREITO DO ESTUDANTE NA PANDEMIA DA COVID-19 2021-02-01T22:59:25+00:00 Ester Maria de Figueiredo Souza efigueiredo@uesb.edu.br Lúcia Gracia Ferreira lucia.trindade@uesb.edu.br <p>Este texto aborda o direto à matrícula escolar com a escolaridade nos tempos de pandemia do novo coronavírus. Parte do princípio de que a matrícula escolar é lastreada pelo direito à educação, conforme se preconiza na Constituição da República Federativa do Brasil (1988), simbolizando a validação da identidade estudantil. Para tanto, referencia-se nas normativas e leis que regem o ordenamento jurídico brasileiro para cotejar informações de domínio público e apresentam-se o ensino emergencial e mapeamento da situação de oferta da educação no país, expondo estratégias para validar o ano letivo, como também alternativas para terminalidade de estudos. Desse modo, se configurou como uma pesquisa qualitativa, exploratória e documental que reúne conjunto de dados relevantes para contexto e problematizacão do percurso do estudante. Constata-se que a pandemia atingiu o direito a matrícula, em maior escala nos estabelecimentos públicos de ensino e que foi protelada, por circunstâncias impostas pela COVID-19, a tomada de decisão para validar esse direito.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6298 NOTANDO, RECUPERANDO E GERANDO: UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE RETENÇÃO E APRENDIZADO DE VOCABULÁRIO 2020-07-31T15:52:48+00:00 Seyyed Nasser Mousavi mousavi.nasser1981@gmail.com Nasser Ghafoori ghafoori_tefl@yahoo.com Mahnaz Saeidi mnsaeidi@yahoo.ca <div class="page" title="Page 2"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O presente estudo é uma tentativa de examinar os processos psicológicos de observação, recuperação e geração e sua possível contribuição para o processo de aprendizado e retenção de vocabulário entre estudantes intermediários. O método de pesquisa foi experimental. Cento e vinte alunos intermediários foram divididos aleatoriamente em quatro grupos: Nota através do aprimoramento de entrada (n = 30), aprimoramento de entrada mais revisão baseada em entrada (n = 30), aprimoramento de entrada mais revisão baseada em saída (n = 30) e Aprimoramento de entrada mais revisão baseada em entrada e baseada em saída. As Palavras Acadêmicas contextualizadas em Foco no Vocabulário 2: Dominando a Lista de Palavras Acadêmicas (Schmitt, Schmitt, &amp; Mann, 2011) foram as palavras-alvo do estudo. Um pré-teste composto por itens do VLT foi administrado aos participantes. O primeiro grupo encontrou as palavras-alvo que já foram destacadas para absorver sua atenção. Encontrando as palavras já destacadas, o segundo grupo revisou as palavras por meio de cartões de palavras feitos pelo pesquisador. O terceiro grupo, além de encontrar as palavras já destacadas, revisou as palavras reescrevendo as frases, incluindo as palavras-alvo. O quarto grupo experimentou perceber através do aprimoramento das entradas; recuperação através do uso de cartões de texto feitos pelo pesquisador; e geração através da reescrita das frases que contêm as palavras desconhecidas. Uma semana após a última sessão de tratamento, um pós-teste imediato e após duas semanas, um pós-teste tardio foi administrado. Com base nos resultados de quatro ANOVAs de medidas repetidas unidirecionais e três ANOVAs unidirecionais, foi revelado que todos os tipos de revisões baseadas em entradas, baseadas em resultados e baseadas em resultados têm efeito positivo na aprendizagem de vocabulário. No entanto, seu efeito positivo na retenção de vocabulário foi bastante vago. Além disso, o grupo tratado por meio do aprimoramento das entradas e análises baseadas em entradas e saídas superou os outros grupos.</p> </div> </div> </div> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8004 APRESENTAÇÃO DO DOSSIÊ TEMÁTICO VITALIDADE DO SUJEITO E PODER DE FORMAÇÃO: NARRATIVAS AUTOBIOGRÁFICAS EM DIÁLOGO 2021-02-01T00:20:58+00:00 Elizeu Clementino de Souza esclementino@uol.com.br Hervé Breton herve.breton@univ-tours.fr Daniel Hugo Suárez danielhugosuarez@gmail.com <p>Apresentação do dossiê.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8005 DIANTE DO ESPELHO EM TEMPOS DE PANDEMIA, EM CINCO ATOS 2021-02-01T10:16:48+00:00 Gabriel Jaime Murillo–Arango gabriel.murillo@udea.edu.co <p>Através de cinco atos, expõe-se na cena uma reflexão autobiográfica em diálogo com as leituras que têm sido fiéis parceiras de viagem na travessia da pandemia de 2020. Um diálogo no qual interatuam a minha voz, na primeira pessoa, as múltiplas vozes dos autores citados, os testemunhos coletados durante conversações nas aulas virtuais entre professoras e estudantes jovens, incluindo também as palavras não ditas que agora habitam as escolas em silencio e os espaços de acolhimento suspensos no meio da quarentena.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8006 LA NARRATION DU VÉCU À L’ÉPREUVE DU « PROBLÈME DIFFICILE » DE L’EXPÉRIENCE : ENTRE MÉMOIRE PASSIVE ET HISTORICITÉ 2021-02-01T11:43:57+00:00 Hervé Breton herve.breton@univ-tours.fr <p>Zahavi, dans un article intitulé «&nbsp;Intentionnalité et phénoménalité&nbsp;: un regard phénoménologique sur le “problème difficile”&nbsp;» paru en 2015, interroge les rapports dialectiques à l’œuvre entre conscience, mémoire et vécu. Le problème difficile de la conscience peut être résumé ainsi&nbsp;: s’il est relativement simple d’appréhender les contenus de l’expérience, les effets expérientiels vécus semblent en revanche hors d’atteinte du champ attentionnel, et, par voie de conséquence, au travail narratif fondé sur la mise en mots. L’expérience se donnant à vivre sur un mode «&nbsp;présentationnel&nbsp;», elle en effet d’abord vécue et retenue de manière passive avant d’être appréhendable de manière réfléchie et saisissable en tant qu’objet de pensée. Cette différenciation entre «&nbsp;contenus de l’expérience&nbsp;» et «&nbsp;effets expérientiels éprouvés » constitue selon le terme proposé par Zahavi, un «&nbsp;fossé explicatif&nbsp;». En pensant les conditions d’un dépassement de ce fossé dans le cadre d’une épistémologie du narratif, cet article examine les processus et temporalités du passage de l’expérience au langage du point de vue phénoménologique et biographique. S’interroger sur les modalités par lesquelles les pratiques narratives participent de la mise en mots des contenus de l’expérience (le thétique), mais également des effets éprouvés au contact de ces contenus (l’expérientiel), c’est examiner les possibilités d’expression des dimensions formatrices de l’expérience en les situant à l’interface de la mémoire, du corps, et du dire.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8013 A NARRAÇÃO DA EXPERIÊNCIA VIVIDA FACE AO “PROBLEMA DIFÍCIL” DA EXPERIÊNCIA: ENTRE MEMÓRIA PASSIVA E HISTORICIDADE 2021-02-01T13:30:12+00:00 Hervé Breton herve.breton@univ-tours.fr Camila Aloisio Alves camila.aloisioalves@gmail.com <p>Zahavi, num artigo intitulado “Intencionalidade e Fenomenalidade: um Olhar Fenomenológico sobre o ‘Problema Difícil’”, publicado em 2015, questiona as relações dialéticas existentes entre consciência, memória e experiência. O difícil problema da consciência pode ser resumido da seguinte forma: embora seja relativamente simples apreender o conteúdo da experiência, os efeitos experienciais vividos parecem, por outro lado, estar fora do alcance do campo atencional e, consequentemente, do trabalho narrativo fundado nas palavras. Uma vez que a experiência é dada para ser vivida de uma forma “apresentacional”, ela é primeiramente vivida e retida passivamente antes de ser apreendida de uma forma reflexiva e compreensível como objeto de pensamento. Esta diferenciação entre “conteúdo da experiência” e “efeitos experienciais experimentados” constitui, segundo o termo proposto por Zahavi, uma “lacuna explicativa”. Ao pensar nas condições para superar esta lacuna no quadro de uma epistemologia da narrativa, este trabalho examina os processos e as temporalidades da transição da experiência para a linguagem, do ponto de vista fenomenológico e biográfico. Questionar as modalidades pelas quais as práticas narrativas participam da expressão em palavras dos conteúdos da experiência (o teórico), mas também dos efeitos experimentados no contato com esses conteúdos (o experiencial), é examinar as possibilidades de expressão das dimensões formativas da experiência, situando-as na interface entre memória, corpo e fala.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8015 NARRATIVA (AUTO)BIOGRÁFICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES: DA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO À FORMAÇÃO DOS SUJEITOS 2021-02-01T14:46:45+00:00 Camila Aloisio Alves camila.aloisioalves@gmail.com <p>O presente artigo tem por objetivo tecer algumas reflexões centradas na abordagem (auto)biográfica com vistas a caracterizar os processos inscritos na construção narrativa e seus efeitos sobre o narrador e sobre o pesquisador. O alcance deste objetivo será guiado pela narrativa de um profissional de saúde que compôs o grupo de participantes da pesquisa de pós-doutoramento da autora na França que, tomada como exemplo, permite apontar para cinco elementos de resposta à busca pela vitalidade do sujeito que a narrativa (auto)biográfica coloca em relevo: dar forma às experiências vividas através das palavras; levar o narrador a entrar em contato com novas facetas das situações vividas; estar a serviço da compreensão da construção do indivíduo que nasce do exame da sua trajetória de vida sem, contudo, perder de vista o cruzamento da mesma com a dimensão espaço-tempo social; basear-se na co-construção do conhecimento; adentrar por meio das histórias de vida dos sujeitos na dimensão analítica e global da experiência. Conclui-se que a narração das experiências vividas é tanto ato organizador do vivido, quanto espaço de produção de novas percepções, compreensões e perspectivas. O compromisso em compreender o sujeito a partir desta abordagem está em assumir o compromisso ético de engajamento junto aos mesmos e as suas realidades de vida, dentro de um paradigma do singular plural, que tem na co-construção a condição de possibilidade de produzir conhecimentos situados e implicados com os modos de ser, estar e agir no mundo.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8017 NARRATIVAS AUTOBIOGRÁFICAS E A QUESTÃO DO SUJEITO: ARTICULAÇÕES NO CAMPO DO CURRÍCULO 2021-02-01T16:11:17+00:00 Carmen Teresa Gabriel carmenteresagabrel@gmail.com <p>Esse texto tem por objetivo contribuir para a reflexão teórica no campo do Currículo sobre a potencialidade heurística da articulação entre os estudos autobiográficos e o debate contemporâneo sobre a categoria sujeito no âmbito do quadro de inteligibilidade pós-fundacional. A análise proposta consiste em explorar pistas de investigação que permitem fazer trabalhar algumas aporias que atravessam as reflexões curriculares. Trata-se, mais especificamente, de focalizar aquelas que remetem ao desafio de operar, de forma não binária, com entendimentos de 'sujeito do conhecimento', 'sujeito de demandas' e 'sujeito do desejo' quando posicionados como docentes e /ou alunos/as em contextos discursivos específicos. A partir da análise da produção acadêmica acumulada nos últimos cinco anos no campo do Currículo - e socializada em periódicos qualificados da área educacional - envolvendo, de forma central, processos de subjetivação, este texto investe na defesa da potência analítica da categoria 'sujeito biográfico' para as teorizações curriculares. Como uma possibilidade de enfrentamento dos binarismos que perpassam a fixação de sentidos de docência, ensino e aprendizagem, a força política e epistemológica dessa categoria consiste no fato de seu uso permitir simultaneamente ampliar o entendimento do significante 'razão', operar com a diferença como campo de significação e reconhecer a importância do reconhecimento da historicidade condensada nos corpos dos indivíduos para produção de análises do social sem, no entanto, reafirmar um subjetivismo transcendental e/ou um objetivismo positivista.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8018 REFLEXIVIDADE NARRATIVA E PODER AUTO(TRANS)FORMADOR 2021-02-01T16:29:16+00:00 Maria da Conceição Passeggi mariapasseggi@gmail.com <p>As abordagens biográficas em educação, malgrado sua diversidade, têm como pressuposto comum o poder transformador da ação de narrar a experiência vivida. Admitem que a reflexividade narrativa propicia à pessoa que narra a possibilidade de dar sentido ao que antes não tinha e, ao ordenar narrativamente os acontecimentos, ela (re)constrói outra versão de si e de sua formação. Uma das grandes inquietações da pesquisa consiste em examinar os modos como a ação de linguagem permite operar versões provisórias de si e da experiência narrada. O objetivo do artigo é contribuir para os estudos sobre a reflexividade narrativa como capacidade humana de operar com a linguagem essas versões de si e seu poder auto(trans)formador. Discutirei as noções de autobiografização e de heterobiografização na articulação com a reflexividade narrativa e suas incidências sobre a formação humana. Interrogo a emergência do eu e a hesitante entrada da subjetividade na pesquisa qualitativa, adotando a perspectiva defendida por Dilthey (2010), que considera inseparáveis os vínculos entre a vida, a experiência vivida e a ciência. A vitalidade do sujeito é aqui estudada com base nas noções de sujeito empírico, sujeito epistêmico e sujeito autobiográfico, enquanto dimensões da subjetividade, que se constituem pela reflexão narrativa nos processos de produção e recepção de narrativas da experiência.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8019 RURALIDADES ESGARÇADAS E OS MODOS DE GRAFAR A ESCOLA PELAS CRIANÇAS 2021-02-01T16:54:22+00:00 Mariana Martins de Meireles marianabahiana@hotmail.com Elizeu Clementino de Souza esclementino@uol.com.br <p>O texto resulta de uma investigação realizada em uma comunidade rural no sertão da Bahia. Para tanto, moveu-se a partir da seguinte pergunta: o que narram as crianças sobre a experiência de habitar Canudos Velho? Ao longo do estudo buscamos compreender como as crianças tecem suas experiências, atribuem sentidos aos lugares e grafam espaços vividos. Do ponto de vista metodológico, o estudo ancorou-se em pressupostos da pesquisa (auto)biográfica, na vertente da pesquisa narrativa, utilizando-se de narrativas orais de três estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e de observações. A pesquisa revelou que, no contexto investigado, a experiência de habitar o rural é marcada por processos de exclusão e marginalização social, associados à negação de direitos e à ausência de políticas públicas que assegurem melhores condições de vida para os sujeitos. Tal cenário, que exibe o esgarçamento do rural, apresenta elementos emblemáticos para pensar o papel do estado e de políticas que atuem para a transformação dessa realidade, especificamente no tange à escola/educação.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8020 UM TRABALHO PELA VIDA: NARRATIVA DE SI CONTRA A COISIFICAÇÃO DOS CORPOS 2021-02-01T17:07:11+00:00 Raquel ALS Venera raquelsenavenera@gmail.com <p>Esse artigo é um esforço teórico construído a partir de deslocamentos provocados por narrativas produzidas durante as pesquisas no contexto do Grupo de Pesquisa Subjetividades e (auto)biografias e que revelam situações de vulnerabilidade e precariedade da vida. Trata-se de pensar as narrativas como uma das formas de expressão de potência no trabalho pela vida. Entendendo que o trabalho pela vida consiste em lutar contra uma coisidade completa. O argumento construído tem sua fundamentação em Mbembe (2018a; 2018b; 2018c), para pensar as condições pelas quais as vidas são submetidas na lógica neoliberal. Mas não só, em termos epistemológicos as leituras de Mbembe (2018a) disparam reflexões da psicanálise e corroboram para evidenciar o engendramento dos lugares de potência das narrativas nos processos formativos. Sobretudo, essa aposta também é política uma vez que problematiza um sistema que produz a coisificação da vida e transforma humanos em “criptas vivas do capital”, como nomeia Mbembe. O argumento é um elogio as narrativas como amálgama dos imaginários fantasmagóricos – que faz consistir no sujeito que narra – e o simbólico como um “poder noturno” – que o faz existir. Ou seja, a organização da linguagem e da memória como capacidade performática do corpo em metamorfose para (ex)istir, ou existir em um fora. Dessa forma, as narrativas ao dar a ver o sujeito que narra, revelam um lugar fulcral da potência vital, que coincide com a formação de si, quais seja, um entre “o poder noturno” e o “mundo fantasmal” nas palavras de Mbembe.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8021 INVESTIGAÇÃO BIOGRÁFICA E ANÁLISE COM SOFTWARE: COOPERAÇÃO, EMPODERAMENTO, (DES)ENVOLVIMENTO 2021-02-01T17:22:07+00:00 Conceição Leal da Costa mclc@uevora.pt João Paulo Oliveira jprussasce@gmail.com Isabel Cavas isabelcavas@gmail.com <p>Neste artigo discutimos algumas questões em torno da investigação biográfica, baseando-nos na que temos desenvolvido, quer na formação de professores, quer com jovens estudantes ou com adultos em situação de vulnerabilidade. Argumentamos, num primeiro momento, sobre a centralidade, atualidade e importância de narrativas e histórias de vida no campo educacional. Assumem-se como fundamentais, numa investigação contemporânea, porque: epistemologicamente ancoradas, ao permitirem construir conhecimento centrado em experiência humana compartilhada; teoricamente sustentadas, ao contemplar o espaço/tempo do vivido e uma compreensão humanizada na produção de conhecimento; metodologicamente implicadas, ao serem coerentes e hábeis na promoção da mudança, com socialização do poder entre os diferentes participantes, aqui entendidos sujeito e investigador. Em seguida, discorremos sobre a relevância de uma investigação biograficamente orientada no desenvolvimento dos sujeitos, incluindo os investigadores. Para tanto, explicitaremos os entendimentos sobre a cooperação, as necessárias coerências entre o objeto de estudo, a metodologia e inerentes questões éticas. Defendemos, igualmente, uma utilização adequada de software de análise. Ilustra-se, então, um processo de análise de narrativas, deixando sobressair relações emergentes e cooperadas construções de sentidos, assim como destacamos avanços teórico-metodológicos coadjuvados pelo NVIVO. Compreendendo que percursos investigativos biograficamente orientados podem ser, em si mesmos, promotores de mudanças, sustentadas e sustentáveis, de quem participa na investigação e dos quotidianos que habitamos. Defende-se, enfim, que os processos de produção das narrativas e as opções de análise podem constituir-se em propostas e avanços teórico-metodológicos, se o rigor da interpretação e a profundidade da reflexão entre sujeitos forem acautelados e adequadamente socializados.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8022 O CLARO-ESCURO DA TRANSMISAO, ACOMPANHAMENTO E FORMAÇÃO DE PROFESSORES INICIAIS 2021-02-01T18:12:15+00:00 José Antonio Serrano Castañeda jserrano@g.upn.mx Noemí Hernández Suárez nsuarez@upn.mx Juan Mario Ramos Morales jramos@g.upn.com <p>O artigo reflete sobre os elementos que caracterizam a noção de transmissão no processo de acompanhamento de docentes recém-iniciados em ambientes institucionais de ensino superior. Inscreve-se no projeto de investigação Processos curriculares e práticas de acompanhamento (PCyPA). A formação é um processo cultural que se dá em condições materiais e com estratégias de organização dos laços sociais. No tempo e no espaço do ato cultural, desencadeiam-se os múltiplos vínculos humanos que organizam a trama, o drama da transmissão como ato de mediação entre o que é apresentado pelos especialistas e o que se incorpora nos recém-chegados às práticas institucionais. O encontro entre dois agentes - geracionalmente distintos - assume a forma de disposições para construir trajectos que conduzam à mobilização do saber - especialmente o desejo de saber - e de querer ser de uma determinada forma que conduz à modelagem de si, ao formação de si mesmo a partir da força vital que se localiza na transmissão. O processo de incorporação está do lado da transformação, modificação, alteração, quase conversão. A transmissão não deixa de ter efeitos comunicacionais, mas não se reduz a isso. A transmissão tem efeitos políticos porque dá origem a uma forma de organizar e projetar os laços sociais, tende a gerar uma estética - como princípio da realidade - e a cultivar estratégias colegiadas e quadros coletivos. Para refletir sobre o claro-escuro da transmissão, tomamos dois diários narrativos de professoras construídos no processo de imersão em uma instituição de ensino superior; de um lado, expõem o processo de se tornarem professores universitários, de outro, revelam as vicissitudes do acompanhamento: hesitações, paixões, interesse e formação de si.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8023 VIVÊNCIAS INICIAIS NO MAGISTÉRIO E FORMAÇÃO PARA A SENSIBILIDADE NA SALA DE AULA 2021-02-01T18:28:12+00:00 Paula Perin Vicentini paulavicentini91@gmail.com Rita de Cassia Gallego ritagallego@usp.br Rosario Genta Lugli genta.lugli@unifesp.br Vivian Batista da Silva vivianbs@yahoo.com <p>Este artigo analisa relatos de quatro professoras iniciantes, que estão em sala de aula há menos de dois anos, sendo duas delas formadas pela Universidade de São Paulo (USP) e duas pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). O critério para a escolha das colaboradoras da presente pesquisa foi o fato de elas, além de serem recém-formadas, terem realizado estágios curriculares diferenciados, na Escola de Aplicação da Faculdade de Educação da USP (EAFEUSP) e no Programa de Residência Pedagógica (UNIFESP). A análise desenvolvida aqui integra o projeto temático <em>Saberes e práticas&nbsp; em fronteiras: por uma história transnacional da educação (1810 -...)</em> – coordenado por Diana Vidal e Carlota Boto (USP) e financiado pela&nbsp; FAPESP (2018/26699-4) – e busca compreender o modo como as dimensões da memória de seus percursos escolares, das experiências vivenciadas durante o estágio e dos conteúdos teórico-práticos do curso foram mobilizadas para a elaboração de um repertório inicial de práticas, num momento em que elas estão dando forma às suas auto-imagens como docentes. Tendo como base, sobretudo, as concepções de memória (Halbwachs), autobiografia (Nóvoa, Souza), ciclo de vida profissional (Huberman), saberes profissionais dos professores (Tardif) e as produções sobre estágio em docência (Souza, Schön), foi possível constatar que os relatos expressam fortemente o sentimento de isolamento, o medo do julgamento dos pares e as nuances da relação com os alunos, evidenciando que tais sentimentos constituem o eixo que articula os diversos saberes, implicando-as como sujeitos.&nbsp;</p> <div id="gtx-trans" style="position: absolute; left: 21px; top: 314px;"> <div class="gtx-trans-icon">&nbsp;</div> </div> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8024 PESQUISA-FORMAÇÃO E NARRATIVA DE SI: AGENTIVIDADE E SUAS DINÂMICAS FIGURACIONAIS NO SENTIR-SE PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA 2021-02-01T18:43:54+00:00 Nilton Paulo Ponciano nilton.ponciano@ifam.edu.br Augusto José Savedra Lima augusto.savedra@ifam.edu.br <p>O texto trata da pesquisa fundamentada em trabalhar a narrativa pelo viés da reflexividade do vivido, na construção de uma representação do sentir-se professor, com base na mediação da consciência-eu/consciência-nós, no estudo da ação narrativa do sujeito sobre o mundo, em um movimento relacional que o indivíduo constrói ao ser no mundo, como construção epistemológica e ontológica, partilhada entre os envolvidos da/na pesquisa, distanciando-se da concepção de conhecimento científico como uma produção que delimita hierarquicamente o papel do pesquisador e do pesquisado. Tem como alicerce teórico perceber o sujeito em sua universalidade singular, tecida no universo da história humana e na singularidade de seu projeto de vida. Assim, objetiva o texto analisar como se constrói a formação do professor pelo viés da narrativa dos professores de Língua Portuguesa. Por percurso metodológico optou-se pela História Oral, sob o olhar da história oral de vida, por meio da análise da narrativa de si como parte do processo de formação desses profissionais, o que direcionou o olhar para a literatura narrativa como ponto de partida para a geração de dados. Do observado constatou-se que refletir sobre os processos de formação de professores pelo viés da sua história de vida manifesta-se em uma proposta de construção do conhecimento científico que considera como substância elementar a construção de si, ou seja, manifesta-se na perspectiva epistemológica em que a preocupação com o sujeito é, também, ontológica, pois considera-o como um agente sociopolítico.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/7587 FORMADOR DE ADULTOS: O POTENCIAL (TRANS)FORMADOR DA BIOGRAFIA 2020-10-26T20:45:32+00:00 Carmen Cavaco carmen@ie.ulisboa.pt <p>O texto tem como objetivo analisar o potencial formativo da narrativa autobiográfica no formador de adultos. A análise resultou de uma investigação-formação-ação, filiada na hermenêutica, realizada com formadores de adultos, na condição de estudantes de mestrado, em Portugal. A investigação enquadrada no campo científico das Ciências da Educação baseou-se em dois pressupostos teóricos estruturantes: primeiro, considera-se que a educação e a formação são processos amplos e difusos, que ocorrem em todas as idades e contextos de vida e promovem uma transformação silenciosa; segundo, reconhece-se a importância de os formadores de adultos compreenderem o seu próprio processo de formação, como forma de potenciar o poder de ação e de transformação. Os formadores de adultos elaboraram uma biografia educativa centrada no percurso profissional e no processo de formação. A elaboração da narrativa biográfica mobilizou o sujeito num processo de reflexão, de rememoração, de seleção, de análise e de (re)elaboração da sua experiência, em dinâmicas de alternância entre o individual e o coletivo, a oralidade e a escrita. A análise destas narrativas biográficas permitiu compreender o poder formativo e transformador gerado pela reflexão, pela escrita de si e pela socialização da experiência. Os formadores de adultos atribuíram sentido e apropriam-se da sua experiência profissional e do seu processo de formação, o que desencadeou a autoformação. Nesse sentido, a biografia educativa apresentou um potencial transformador capaz de restituir o poder de ação e de formação dos formadores de adultos.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Práxis Educacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8025 HISTÓRIAS DE VIDA E FORMAÇÃO DE CUIDADORAS DE IDOSOS 2021-02-01T18:54:55+00:00 Mónica Araújo monica_piresaraujo@hotmail.com Teresa Sarmento tsarmento@ie.uminho.pt <p>Este artigo tem como objetivo refletir sobre histórias de vida de cuidadoras de idosos, enquanto método de investigação em si mesmo e como modalidade (auto)formativa em contexto profissional. Num processo de construção de histórias de vida partilhamos do rememorar de pedaços de vida individuais, que se tornam formativamente significativos para narradores, bem como para o investigador que assim pode questionar modalidades novas de concretização epistemológica. O artigo baseia-se num processo investigativo com cuidadoras de pessoas da terceira idade. O escutar as suas vozes constitui, à partida, o reconhecimento pelo valor da sua vida, o que releva a pertinência política das histórias de vida no campo pessoal, bem como da investigação enquanto manifestação do entendimento de cada sujeito como participante no processo de construção de conhecimento social. A produção oral, realizada durante a entrevista dos atores sociais que se narram, permite uma entrega do sujeito à sua própria história, enaltecendo aquela que é a sua identidade e transmitindo-a, aos poucos, ao investigador. A vida individual é uma <em>expressão criadora</em> que, quando tornada conhecida aos ouvidos e análise do investigador, tende a criar interpretações polissémicas e questionamentos, potenciando novas possibilidades formativas e epistemológicas. Os resultados do estudo mostraram que as histórias de vida serviram três importantes dimensões: 1) a auto consciencialização e autoformação das participantes, 2) o nosso acesso, enquanto formadoras-investigadoras, ao conhecimento das mesmas e 3) o valor epistémico das histórias de vida no campo de conhecimento de profissionais do humano.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8026 RESSONÂNCIAS DE NARRATIVAS AUTOBIOGRÁFICAS NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES 2021-02-01T19:23:00+00:00 Antonia Edna Brito antonedna@hotmail.com <p>Este estudo aborda as narrativas na formação continuada de professores dos anos iniciais do ensino fundamental na perspectiva de analisar suas ressonâncias nos processos de autoconhecimento, de autoformação e de compreensão das condições objetivas e subjetivas dessa formação e da prática docente. Pressupõe que os professores e sua formação são importantes, mas advoga que as contribuições e os efeitos dos processos formativos necessitam ser analisados considerando sua materialidade e a realidade das práticas de ensinar e aprender no contexto educacional brasileiro. Apresenta resultados de pesquisas desenvolvidas no Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Formação e Profissionalização Docente em Pedagogia, consubstanciadas na abordagem autobiográfica. Conclui que as narrativas, como dispositivos de pesquisa, engendram formas de resistências e de compreensão das dinâmicas de formação continuada de professores.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8027 ARMAZÉM DE MOMENTOS: UM MEMORIAL COLETIVO ELABORADO POR PROFESSORAS EM FORMAÇÃO 2021-02-01T19:33:38+00:00 Ecleide Cunico Furlanetto praxisedu@uesb.edu.br Helena Aparecida Verderamis Sellani hvsellani@uol.com.br Karina Alves Biasoli karinabiasoli@yahoo.com.br <p>Este texto foca-se na análise de um memorial coletivo de formação denominado Armazém de Momentos, elaborado por sete professoras das séries iniciais do Ensino Fundamental. O objetivo do estudo foi investigar o modo como o trabalho com narrativas, em contexto formativo, poderia potencializar e revelar movimentos individuais e coletivos de formação. Foram estabelecidos diálogos teóricos com autores que investigam a pesquisa-ação-formação centrada nas narrativas, sobretudo, em histórias de vida, com o apoio do uso de memoriais, bem como com autores que abordam o conceito de símbolo e processo de individuação e processo de grupação, na perspectiva da Psicologia Analítica. A análise das narrativas que compõem o Armazém de Momentos evidenciou que a elaboração de um memorial escrito coletivamente, por professores, desencadeou percursos singulares e coletivos de formação, com pontos de aproximação e também de tensões, mediados pelo uso da linguagem e pela seleção de símbolos que foram construídos ao longo do percurso.</p> 2021-02-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021