https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/issue/feed Revista Binacional Brasil-Argentina: Diálogo entre as ciências 2020-08-20T18:58:33+00:00 José Rubens Mascarenhas de Almeida rbba@uesb.edu.br Open Journal Systems <section style="text-align: justify; padding: 3px;">A REVISTA BINACIONAL BRASIL - ARGENTINA: DIÁLOGO ENTRE AS CIÊNCIAS é uma publicação eletrônica de carácter binacional, com periodicidade semestral e livre, organizada pelo Museu Pedagógico da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB, Brasil) e pelo Programa de Pós-Graduação em Didáctica de las Ciencias Experimentales, da Universidad Nacional del Litoral (UNL, Argentina). A RBBA é um produto do projeto Multidisciplinaridade na Educação do Programa Binacional dos Centros Associados de Pós-Graduação Brasil/Argentina (CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / SPU - Secretaria de Politicas Universitárias). <section></section> </section> https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6587 ENTREVISTA COM O DR. LUIZ MOTT: A HOMOSSEXUALIDADE NO BRASIL 2020-07-01T10:54:21+00:00 Renan Antônio da Silva r.silva@unesp.br Pedro Demo lepp@rc.unesp.br <p>O Estado deixa de efetivar, em muitos casos, um dos princípios basilares&nbsp;do Estado Democrático de Direito, o primórdio da dignidade da pessoa&nbsp;humana. A Constituição de 1988 está preocupada com o conceito de&nbsp;dignidade humana que extrapola os conceitos estereotipados da&nbsp;sociedade, sempre fazendo referências à liberdade que todo ser humano&nbsp;tem de escolha (trabalho, religião, relacionamentos), devendo essa&nbsp;escolha ser devidamente amparada e protegida juridicamente. Sendo&nbsp;detentores de tais escolhas, homens, mulheres, heterossexuais,&nbsp;homossexuais, brancos, negros etc., e levando em consideração o caráter&nbsp;jurídico e socioantropológico da pesquisa, é de suma importância&nbsp;histórica falarmos (entrevistarmos) autores que se debruçaram sobre a&nbsp;ótica da invisibilidade social de grupos vistos como “invisíveis ou&nbsp;minorizados”.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Binacional Brasil-Argentina: Diálogo entre as ciências https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6918 LA INTERDISCIPLINARIEDAD COMO FORMA DE TRABAJO Y LOS MODELOS MATEMATICOS PARA COMPRENDER EL MUNDO 2020-07-01T10:54:21+00:00 Stella Maris Vaira smv@gmail.com <p>Nesta entrevista, as docentes-pesquissadoras Elena F. de Carrera e Liliana Nitti&nbsp;expõem,a partir de suas perícias, a importância da interdisciplinaridade, com profundo&nbsp;conhecimento em grupos de trabalho na área das Ciências da Saúde, particularmente no caso de Elena, que possibilitou o ensino de Probabilidade e Estatística a médicos em&nbsp;exercício de sua profissão. Liliana, em simples palavras, nos relata a história da análise&nbsp;harmônica e sua importância no contexto de desenvolvimento do homem. Ambas&nbsp;enfatizam o valor dos Modelos Matemáticos como modo de compreender a realidade.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6593 ELISA LUCINDA ENTRE O VERBAL E O NÃO VERBAL: AFIRMAÇÃO E RESISTÊNCIA DE UMA MULHER NEGRA 2020-07-17T14:16:21+00:00 Dayane Soares Magalhães daianemagalhaessss@gmail.com Elizeu Pinheiro da Cruz elizeuprof@gmail.com Sidnay Fernandes dos Santos sidnayfernandes@hotmail.com Maria Angélica Rosa Fagundes Laranjeira angfaglar@gmail.com <p>Neste texto, busca-se entender como Elisa Lucinda mobiliza o verbal e o não verbal para fazer&nbsp;circular discursos que materializam sentidos de afirmação e resistência que se inscrevem&nbsp;numa coletividade de mulheres negras. Para tanto, utiliza-se os mecanismos da Análise do&nbsp;Discurso. Definiu-se como fonte analítica que permitiu os contornos deste texto um vídeo no&nbsp;qual Lucinda recita o poema Mulata Exportação, da sua autoria. Foi possível compreender&nbsp;que o poema e as imagens em vídeo estabelecem regularidade e compõem as condições de&nbsp;produção de seus discursos de militância. Os elementos verbais (escrita e oralidade) e&nbsp;elementos não verbais (tons de voz e imagens cênicas) da enunciadora apresentam, no escopo&nbsp;da materialidade analisada, marcas das vivências que produzem as suas condições de&nbsp;existência como mulher negra.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Binacional Brasil-Argentina: Diálogo entre as ciências https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6567 O CONTO DA AIA: UMA LEITURA MULTIDISCIPLINAR 2020-07-17T14:16:47+00:00 Eloísa Cecília Dias Martins elocecilia2@hotmail.com Elizeu Pinheiro da Cruz elizeuprof@gmail.com Sidnay Fernandes dos Santos sidnayfernandes@hotmail.com <p>Este texto apresenta uma análise do romance O Conto da Aia, Margaret Atwood, e a sua versão cinematográfica no formato de série como possibilidade de reflexão multidisciplinar de questões como relações de gênero, parentesco e a dicotomia natureza-cultura para refletir sobre os contextos políticos brasileiro e estadunidense contemporâneos. No Conto, a República de Gilead fundada em um fundamentalismo religioso após um golpe de estado, é constituída por relações de parentesco exclusivamente heterossexual que circunscrevem gênero e sexualidade à dimensão de uma natureza fixa, tendo como origem um Deus criador. A obra de Atwood traz temas das agendas feministas, discussões ecológicas, religiosas, políticas, direitos de minorias, gênero, dentre outras, que estiveram e estão no centro das agendas eleitorais nos últimos anos e, por isso, não se pode estar alheio a elas. Ao engajar a análise na problematização de opressões contra as minorias do tempo presente, os autores deste texto enfrentam as suas correlações com as opressões da República de Gilead.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Binacional Brasil-Argentina: Diálogo entre as ciências https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6690 UMA PROPOSTA DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA ENSINO DE GRÁFICOS ESTATÍSTICOS A PARTIR DA INTERSECCIONALIDADE ENTRE SEXO E RAÇA COM TEMÁTICAS DE UMA ANÁLISE SOCIOECONÔMICA 2020-07-17T14:20:14+00:00 Leandro do Nascimento Diniz leandro@ufrb.edu.br Ivanise Gomes Arcanjo Diniz ivanisegomesster1@gmail.com Luís Rodrigo Ferreira Santos luisferreirasants@gmail.com <p>Este artigo tem por objetivo analisar uma atividade construída com o foco na interpretação de gráficos estatísticos a partir de temáticas que versem sobre a interseccionalidade de sexo e raça, considerando aspectos econômicos e sociais das cidades de Salvador-BA e São Paulo-SP, entre 2011 e 2017. A importância deste tema consiste em apresentar discussões referente à desigualdade racial, sobretudo das mulheres negras, no mercado de trabalho. A visibilidade desse tema é relevante considerando a persistência do racismo estrutural em diferentes setores econômicos, bem como na ausência de equidade social para a população negra. Utilizamos como metodologia de pesquisa qualitativa, para analisar de forma crítica e reflexiva os dados estatísticos apresentados através de órgãos e instituições de pesquisa nacional. Os dados serviram para a construção de atividades destinadas aos(às) alunos(as) de Ensino Médio da Educação Básica para discutir, a partir de análises de gráficos, o lócus ocupado pela mulher negra na sociedade brasileira, tomando como amostra as cidades já citadas, além das regiões do país em que se situam. Portanto, trazê-las para esta discussão torna-se relevante, já que o problema do racismo estrutural ainda é visível na sociedade, particularmente no mercado de trabalho, foco deste estudo. Assim, discutir essa temática é necessária para que estudantes possam analisar e compreender a partir de um olhar crítico e reflexivo o lugar da mulher negra na sociedade, a partir da interpretação de gráficos estatísticos de dados sobre educação e renda, focado no letramento estatístico.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Binacional Brasil-Argentina: Diálogo entre as ciências https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6914 MORAL Y ORDEN. SENTIDOS Y PRÁCTICAS EN LA TRANSFORMACIÓN DE LOS COMPORTAMIENTOS PÚBLICOS 2020-07-01T10:54:21+00:00 Jorgelina Sofia Beltramone jorgibeltramone_06@hotmail.com <p>RESEÑA DE SEDRÁN PAULA, MORAL Y ORDEN. SENTIDOS Y PRÁCTICAS EN LA&nbsp;TRANSFORMACIÓN DE LOS COMPORTAMIENTOS PÚBLICOS (SANTA FE, 1856-1890), BUENOS AIRES, TESEO, 2018, PÁG. 275.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6851 REFLEXÕES SOBRE A GESTÃO DO CURRÍCULO 2020-07-01T10:54:21+00:00 Iêda Braga Varges Lacerda iedavargeslacerda@gmail.com <p>Resenha do livro "<strong>Gestão curricular: </strong>Para a Autonomia das Escolas e Professores" de Roldão e Almeida (2018).</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Binacional Brasil-Argentina: Diálogo entre as ciências https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6933 MOTIVACIÓN POR ESTUDIAR CARRERAS DE INGENIERÍA: UN ESTUDIO CON PERSPECTIVA DE GÉNERO EN LA FACULTAD DE INGENIERÍA DE LA UNIVERSIDAD NACIONAL DE LA PLATA 2020-07-17T14:01:20+00:00 Viviana Angélica Costa vacosta@ing.unlp.edu.ar María Valeria Calandra mava@mate.unlp.edu.ar Juana Inés Gallego Sagastume chinchiya@gmail.com <p>Este trabalho concentra-se na baixa proporção de jovens que estudam cursos em ciências e&nbsp;engenharia. Em particular, o foco é colocado nesse grupo na taxa de mulheres ingressando em&nbsp;carreiras em ciências e engenharia (STEM). Esse é o efeito, acreditamos, de um problema&nbsp;maior que gera a brecha de gênero e a baixa acessibilidade das mulheres à educação e,&nbsp;principalmente, à ciência. De um grupo de pesquisa em ensino de ciências da Faculdade de&nbsp;Engenharia da Universidade Nacional de La Plata, pretende-se contribuir para a análise desse&nbsp;fenômeno. Um questionário é construído como um instrumento para obter dados sobre a&nbsp;motivação expressa por um grupo de estudantes da Faculdade para a escolha de suas carreiras.&nbsp;Os resultados indicariam que o ensino médio e a família são as esferas educacionais e sociais&nbsp;que mais influenciam a escolha dos jovens em geral, e de mulheres em particular, para estudar&nbsp;carreiras de engenharia. Além disso, verifica-se que elas não têm modelos femininos para se&nbsp;referir a essas carreiras. O que foi observado serviria de base para gerar estratégias&nbsp;educacionais, políticas e sociais que colaborem com maior acessibilidade, motivação e&nbsp;interesse das mulheres em estudar carreiras em ciências e engenharia.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6932 AS CONDIÇÕES DA INFRAESTRUTURA ESCOLAR, CORPO DOCENTE E RELAÇÕES DE GÊNERO NA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DESCRITIVO EM ITAPETINGA, BA 2020-07-17T14:02:47+00:00 Maria de Fátima de Andrade Ferreira mfatimauesb@hotmail.com José Valdir Jesus de Santana santanavaldao@gmail.com <p>O artigo reúne parte dos resultados da pesquisa descritiva que investigou relações de gênero&nbsp;em uma escola municipal de ensino fundamental, Itapetinga, BA, com foco no emprego de&nbsp;preconceitos e discriminação de gênero entre alunos e professor-alunos e a influência das&nbsp;condições e organização da infraestrutura escolar na aprendizagem escolar, observando as&nbsp;estratégias utilizadas pela escola (ou não) para ensinar a formação de valores coletivos,&nbsp;cidadania e melhoria das relações entre alunos no cotidiano escolar. O significado e sentido de&nbsp;prática educativa bem sucedida, nos quais buscamos apoio, encontram-se ancorados nas ideias&nbsp;de Arendt (1997), educação e emancipação de Adorno (1995), relações de gênero, corpo e&nbsp;processo pedagógico em Louro (1997, 2000), Carvalho (2016, 2012) e outros. Com base nos&nbsp;teóricos, compreendemos práticas educativas bem sucedidas aquelas que, além de gerar&nbsp;aprendizagem positiva, formação da cidadania e condição humana, possibilitam a melhoria&nbsp;das relações entre alunos (as) e professor-aluno(a), ampliando sentimentos afetivos e valores&nbsp;éticos, que potencializam relações interpessoais na escola. Neste texto, apresentamos um&nbsp;recorte teórico e resultados alcançados com informantes e de ações sobre gênero e intersecção&nbsp;raça e etnia. Esses resultados apontam que, quando a escola se preocupa com a melhoria das&nbsp;condições do ambiente escolar, como lugar de encontros prazerosos, saudável e a criação de&nbsp;estratégias para formação de valores e cidadania de seus alunos, tornando-os mais alegres, afetivos(as), potencializa as relações de interação, sociabilidades, respeito à diferença,&nbsp;convivência com a diversidade, responsabilidade com a vida e igualdade na escola, contudo,&nbsp;precisa ainda caminhar nesta direção.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6921 AS RELAÇÕES DE GÊNERO NA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA 2020-07-17T14:04:01+00:00 Elias Santiago de Assis eliassantiago@ufrb.edu.br <p>No Brasil a abertura dos espaços escolares para as mulheres remonta ao século XIX,&nbsp;entretanto somente em sua segunda metade o público feminino teve acesso às universidades.&nbsp;Até então a elas eram destinados o zelo à família e os afazeres domésticos. Esta construção&nbsp;social que vincula às mulheres o cuidado com os outros permitiu associá-las rapidamente aos&nbsp;cursos de licenciatura. Atualmente, no país, elas ocupam grande parte das vagas dos cursos&nbsp;destinados à formação de professores. Entretanto, em algumas áreas, a exemplo da<br>matemática, os números referentes à entrada e permanência dessas mulheres nem sempre é&nbsp;superior aos dos homens. Neste sentido, a presente pesquisa, de natureza qualitativa, tem&nbsp;como objetivo identificar as motivações encontradas por ambos os gêneros masculino e&nbsp;feminino, sobretudo o segundo, no que tange a escolha pela licenciatura em matemática e&nbsp;comparar as taxas de desistência e conclusão do curso desses dois grupos. Para isso, foi&nbsp;realizada uma pesquisa de campo envolvendo quatro turmas de uma universidade pública do&nbsp;estado da Bahia, com alunos ingressantes nos anos de 2014, 2015, 2016 e 2017. Os&nbsp;instrumentos de coleta de dados consistiram em um questionário aplicado aos participantes e&nbsp;em relatórios contendo a situação atual da matrícula desses discentes. Os resultados revelaram&nbsp;que tanto homens quanto mulheres optam pelo curso em virtude da facilidade que possuem&nbsp;em aprender a matemática ensinada na educação básica, contudo os primeiros costumam&nbsp;aparecer em número superior aos segundos, inclusive entre os formados.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6959 EL USO DE LA GAMIFICACIÓN CON PERSPECTIVA DE GÉNERO EN EL AULA: DIFICULTADES Y BENEFICIOS 2020-07-17T14:04:42+00:00 Pablo Soto Casás pablo.soto.casas@rai.usc.es <p>O artigo a seguir tem como objetivo empregar o uso da gamificação na sala de aula através de uma&nbsp;perspectiva de gênero. O contexto sociocultural muda continuamente e, portanto, as práticas de ensino&nbsp;precisam evoluir à medida que a sociedade exige mudanças nesta era de empoderamento de grupos&nbsp;sociais discriminados. Toda essa situação entra em conflito com o desamparo educacional oferecido&nbsp;pelos currículos nacionais de educação, uma vez que eles não protegem os professores quando se trata&nbsp;de lidar com essa desconexão sociocultural com os alunos. Para solucionar esse problema, propõe-se o&nbsp;uso da gamificação em sala de aula, a fim de conectar a prática de ensino ao universo social dos alunos. Ao longo deste artigo, vários conceitos serão desenvolvidos sobre o que significa gamificação,&nbsp;como ela influencia a prática de ensino e como ela pode ser implementada em unidades de ensino.&nbsp;Para concluir, os componentes característicos das indústrias culturais serão analisados ​​e será feita uma&nbsp;interpretação de como esses produtos causam um viés de gênero e como a mensagem do meio pode&nbsp;ser adquirida para uso em sala de aula gamificada.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6931 ANÁLISIS DE TEXTOS DE LA ASIGNATURA SALUD Y ADOLESCENCIA DE LA ESCUELA SECUNDARIA. ¿ESI DÓNDE ESTÁS QUE NO TE PUEDO ENCONTRAR? 2020-07-17T14:05:37+00:00 Claudia Arango cbarango@gmail.com Silvia Porro sporro@unq.edu.ar <p>Pensar sobre a questão de gênero, particularmente no ambiente escolar, permite entender&nbsp;como as pessoas são engeneradas ao longo de suas vidas, a partir de participar de processos&nbsp;de construção onde discursos e práticas sociais institucionalizados tecem redes de significado&nbsp;nas quais diferentes posições são negociadas permanentemente. Este trabalho tenta dar conta&nbsp;de tratamento que livros didáticos do sujeito Saúde e Adolescência, do ensino médio, fazem&nbsp;da perspectiva de gênero, e como linguagem, informação e fotografias que estão incluídos lá&nbsp;contribuem para a formação das subjetividades dos jovens a que se dirigem. Textos escolares, em nosso país, não estão sujeitos a nenhuma revisão que contemple a concordância do&nbsp;conteúdo com os regulamentos vigentes. Os resultados mostram que os textos, nas mãos do&nbsp;mercado, tendem a reproduzir concepções arcaicas androcêntricas e não contemplam as&nbsp;diretrizes da Lei de Educação Sexual Integral.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6958 TRAZOS PARA ESBOZAR LA INCLUSIÓN DE LA EDUCACIÓN SEXUAL INTEGRAL EN LOS PROFESORADOS DE BIOLOGÍA. RECUPERANDO LAS VOCES DEL ESTUDIANTADO 2020-07-17T14:06:10+00:00 María Fernanda Pagura fpagura@fce.unl.edu.ar <p>O ensino na educação superior está atravessado por ditos sobre a sexualidade: falam as&nbsp;ciências, a didática, desde práticas cotidianas como a distribuição de espaços, a legitimação da&nbsp;divisão desigual do poder, a disciplina de corpos, etc. Paradoxalmente, é reconhecida a&nbsp;ausência da Educação Sexual Integral que possibilite desconstruir o sexismo, possibilite o&nbsp;empoderamento em direitos sexuais e fortaleça a cidadania sexual do estudantado. O&nbsp;propósito deste artigo é oferecer argumentos que justifiquem a inclusão da Educação Sexual&nbsp;Integral,&nbsp;na trajetória da formação de estudantes dos cursos de professorado de Biologia, tanto&nbsp;de nível superior universitário como não-universitário. Nesta oportunidade, são apresentadas&nbsp;as vozes dos estudantes destas carreiras, resgatadas a partir de abordagens quantitativas e&nbsp;qualitativas. Entre outras contribuições, a pesquisa permitiu reconhecer alguns argumentos&nbsp;discursivos associados ao campo disciplinar que continuam tendo força real e que requerem&nbsp;ser revisados em termos de estudos de género. Outros resultados são sintetizados em ideias&nbsp;para a inclusão curricular da Educação Sexual em nível. Por fim, são apresentadas reflexões&nbsp;para a construção de uma pedagogia da sexualidade na formação de pesquisadores. Esta&nbsp;apresentação é o avanço de uma pesquisa mais ampla&nbsp;envolvendo outros atores e estratégias&nbsp;metodológicas.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6917 A GESTÃO DO PLANEJAMENTO DE TAREFAS MATEMÁTICAS POR PROFESSORAS DOS ANOS INICIAIS 2020-08-20T18:58:33+00:00 Lindomar Santana Aranha Pereira linda.santana@ifbaiano.edu.br Tânia Cristina Rocha Silva Gusmão professorataniagusmao@gmail.com <p>Este artigo apresenta o recorte de uma pesquisa a qual teve como objetivo principal analisar o processo de gestão de tarefas matemáticas de um grupo de professoras dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, antes e depois de um processo formativo. A investigação de <em>abordagem qualitativa</em> na modalidade da pesquisa-ação foi desenvolvida por meio de um grupo de formação, envolvendo a pesquisadora e professoras dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental de uma escola pública. Os dados foram produzidos através de encontros presenciais formativos, entrevistas semiestruturadas, sequências de tarefas planejadas pelas professoras e observação direta de aula. A gestão de tarefas é entendida nesse trabalho como um processo que envolve a gestão do planejamento, da implementação e da avaliação das tarefas matemáticas. Especificamente para este artigo, explicitamos a análise desenvolvida acerca do processo de gestão do planejamento. Os dados analisados apontam que, embora as professoras reconheçam a importância do planejamento, demonstram dificuldades ao planejarem devido à falta de domínio de conhecimentos didático–matemáticos, revelando que estudam pouco ou não estudam, e normalmente refutam os conteúdos que têm dificuldades.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6506 A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E O ENSINO DE ÁLGEBRA NA PERSPECTIVA DE DESENVOLVIMENTO DO PENSAMENTO ALGÉBRICO 2020-07-17T14:07:23+00:00 Márcia Azevedo Campos azevedoxu@gmail.com Luiz Márcio Santos Farias lmsfarias@ufba.br <p>Este artigo discute o ensino de álgebra na perspectiva do desenvolvimento do pensamento algébrico, a partir de atividades do livro didático de Matemática do 6º. Ano em consonância com a Educação Matemática. Investigou-se como é proposto o ensino de problemas envolvendo números naturais e sua capacidade de desenvolvimento do pensamento algébrico, considerado uma forma especial de pensar, importante na construção do conhecimento matemático. Buscou-se, apoiados na <em>Teoria</em> Antropológica do Didático, objetos <em>ostensivos</em> e <em>não-ostensivos</em> que pudessem ser evocados nessa educação algébrica. Focou-se em atividades matemáticas de estabelecimento de relações, nos processos de generalizar, modelar, operar com o desconhecido como se fosse conhecido e construir significado para a linguagem simbólica algébrica. As análises apontam que a educação algébrica pautada em atividades de resolução de problemas visando a produção de significados é um caminho para o desenvolvimento do pensamento algébrico, pelas relações e conexões que necessita estabelecer para a solucioná-los, e assim para a aprendizagem algébrica e matemática.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Binacional Brasil-Argentina: Diálogo entre as ciências https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6632 O ESTADO DO CONHECIMENTO SOBRE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA NOS INSTITUTOS FEDERAIS 2020-07-22T21:23:59+00:00 Leandro de Jesus Dueli leandro.dueli@gmail.com Maria Jesus Salinas Portugal mjesus.salinas@usc.es Simone Ariomar de Souza sariomars@gmail.com <p>O presente artigo é parte de uma pesquisa doutoral que tem como objeto de estudo o campo&nbsp;da Formação de Professores no Brasil, em particular a formação ofertada pelos Institutos Federais, criados em 2008. O número de cursos de Licenciatura nesse novo lócus aumentou&nbsp;vertiginosamente nos últimos anos se tornando um ambiente profícuo para investigação,&nbsp;dadas suas peculiares características históricas, políticas e sociais. As pesquisas desenvolvidas&nbsp;a respeito dos cursos de formação de professores de Matemática neste lócus já nos apontam os&nbsp;rumos da formação ofertada, estabelecendo um estado do conhecimento. Observa-se uma&nbsp;formação não muito distante da já ofertada há décadas nas Universidades Federais, o que&nbsp;coloca em (re)discussão as reais motivações para a inserção de Licenciaturas nos Institutos&nbsp;Federais.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Binacional Brasil-Argentina: Diálogo entre as ciências https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6950 DEFICIÊNCIAS SENSORIAIS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 2020-07-17T14:09:09+00:00 Natalia Nolasco Neri Silva natalianery@outlook.com <p>O presente artigo é resultado de estudo que buscou verificar as possibilidades metodológicas&nbsp;de inclusão de jovens e adultos (EJA) com deficiência sensorial (mudez, surdez, baixa visão,&nbsp;cegueira) no processo de ensino-aprendizagem. Para embasar nossa investigação sobre este&nbsp;processo de inclusão no âmbito da educação de jovens e adultos (EJA), utilizamos: Mantoan&nbsp;(2003), Sassaki (1998), Haddad e Di Piero (2000), Soares (2007), Paulo Freire (1997), e&nbsp;Marcory e Tureck (2014), que nos ajudaram a compreender suas inquietações,&nbsp;comportamentos e posicionamentos, mas também discutir sob a visão da escola regular as&nbsp;dificuldades em obter recursos e desenvolver métodos para sua inclusão. Na&nbsp;contemporaneidade, a educação de jovens e adultos enfrenta dificuldades, uma delas é a sua&nbsp;ausência na Base Nacional Curricular Comum (BNCC), reverberando na dificuldade de&nbsp;elaboração e implementação de políticas públicas, e para obtenção de recursos (livros&nbsp;didáticos, materiais didáticos e formação continuada dos professores), repercutindo,&nbsp;principalmente, na inclusão de sujeitos com deficiências Como resultado desta pesquisa&nbsp;apontamos que a prática pedagógica inclusiva na educação de jovens e adultos apresenta-se&nbsp;incipiente, pois a formação docente voltada para esta modalidade de ensino não é considerada&nbsp;pelos professores suficiente, assim como os recursos, que eles consideram muito inferior ao&nbsp;mínimo necessário para realização de um processo pedagógico efetivamente inclusivo.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6536 DISEÑO DE UNA PROPUESTA STEAM PARA CREAR UN ROSETÓN. ANÁLISIS EN UN CONTEXTO DE INCLUSIÓN 2020-07-17T14:10:11+00:00 Teresa Fernández Blanco teref.blanco@usc.es Sonia Vizcaíno Ínsua sonia@vizcaino.ue Valeria González Roel valeria.roel@usc.es <p>Este trabalho apresenta o desenho de uma proposta interdisciplinar para a criação de uma&nbsp;rosácea. O objetivo é colocar em prática conteúdos do currículo dos Anos Finais do Ensino&nbsp;Fundamental em matemática, conectando-os com a arquitetura. A metodologia de&nbsp;aprendizagem baseada em projetos foi realizada através de atividades STEAM (acrônimo em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática.). A proposta está&nbsp;estruturada em nove fases e foi aplicada a uma amostra de oito estudantes de 14 anos em um&nbsp;contexto de inclusão social. Os resultados obtidos mostram um desinteresse pelo desenho da&nbsp;rosácea e pelo uso da tecnologia. No entanto, os alunos participaram ativamente da fase de&nbsp;construção, a fim de obter um produto tangível. Em geral, foram observadas grandes&nbsp;dificuldades para implementar a proposta completa, devido a estrutura do sistema educacional&nbsp;espanhol e a mudança de metodologia exigida por este tipo de projeto por parte dos&nbsp;professores.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Binacional Brasil-Argentina: Diálogo entre as ciências https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6915 PROCESOS COGNITIVOS Y SOCIO AFECTIVOS IMPLICADOS EN EL APRENDIZAJE DEL CANTO CORAL EN LA EDUCACIÓN PRIMARIA 2020-07-17T14:11:26+00:00 Digna La Rosa dignalarosa.cantocoral@gmail.com María Margarita Villegas margaritavillega@hotmail.com Fredy Enrique González fredygonzalezdem@gmail.com <p>Este trabalho teve como objetivo analisar os processos cognitivos e socioafetivos envolvidos&nbsp;na aprendizagem do canto coral em crianças de escolas primárias de uma escola pública&nbsp;venezuelana. O estudo foi realizado com 7 meninas e 3 meninos da 4ª, 5ª e 6ª séries do ensino&nbsp;fundamental. As técnicas de investigação foram a observação participante, interrogatórios&nbsp;coletivos e a entrevista com suporte em questionário, gravações em áudio e vídeo; da mesma&nbsp;forma, instrumentos musicais como o cuatro venezuelano e o piano foram usados. A análise&nbsp;de conteúdo das informações coletadas por meio de observações e diálogos com os alunos&nbsp;participantes do estudo revela o uso de processos cognitivos (percepção, memória, descrição,&nbsp;imitação e avaliação) e processos sociais (senso de grupo, solidariedade, etc.) e afetivos&nbsp;(satisfação, responsabilidade, perseverança e respeito). O reconhecimento da presença de&nbsp;todos esses processos proporcionou maior qualidade às atividades de ensino-aprendizagem do&nbsp;canto coral aos alunos do ensino fundamental. Além disso, ao fazer as devidas adaptações, os&nbsp;resultados desta pesquisa podem ser utilizados no ensino da música em geral em vários níveis&nbsp;educacionais.</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6971 Páginas Iniciais 2020-07-01T10:54:11+00:00 RBBA Diálogo entre as ciências rbba@uesb.edu.br <p>RBBA Diálogo entre as ciências</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6972 Apresentação 2020-07-01T10:54:11+00:00 RRBA Revista Binacional Brasil Argentina rbba@uesb.edu.br <p>RRBA Revista Binacional Brasil Argentina</p> 2020-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020