https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/issue/feed Revista Saúde.com 2021-06-15T00:00:00-03:00 Drª Alba Benemérita Vilela revsaudecom@yahoo.com.br Open Journal Systems <section style="text-align: justify; padding: 3px;">A <strong>Revista Saúde.com (RSC)</strong> é um órgão de divulgação científica na área da saúde, abrangendo as sub-áreas das <em>Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Psicologia e Odontologia</em>, entre outras. A <strong>RSC</strong> aceita a submissão de artigos em português, sendo necessário também o resumo na versão em português e inglês.</section> <section style="text-align: justify; padding: 3px;"> <section></section> </section> https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/7331 Infecções relacionadas ao uso cateter venoso central: revisão integrativa 2021-02-08T04:32:07-03:00 Emilli Karine Marcomini emillimarcomini@hotmail.com Kauana Aparecida Dionísio Freitas freitaskau@hotmail.com Nanci Verginia Kuster de Paula nancidepaula@prof.unipar.br <p>O objetivo deste estudo foi analisar as principais causas de infecções relacionadas ao cateter venoso central em pacientes da unidade de terapia intensiva, identificar as condições que amenizam ou retardam a evolução das infecções e avaliar as ações de enfermagem para prevenção das infecções. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases de dados BVS e Google Acadêmico durante os anos de 2014 a 2019. Dos onze artigos avaliados, emergiram três categorias para responder aos objetivos propostos. Identificou-se que as causas relacionadas as infecções se associam a introdução do cateter, técnica incorreta de inserção e manuseio, ausência de treinamentos, baixa adesão a higienização das mãos, longo tempo de permanência e troca de curativos desnecessário. As ações que reduzem essas causas se relacionam a utilização de precaução de barreira, uso da clorexidina 5%, higienização das mãos e utilização de <em>bundles</em>. Nos cuidados de enfermagem, evidenciou a adesão prática das normas já existente, avaliação diária da prática e aplicação de assistência asséptica.</p> 2021-06-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/7528 Violência doméstica: construções, repercussões e manutenção 2021-01-19T19:51:15-03:00 Regiane Clarice Macêdo Callou regiane_clarice@hotmail.com Beatriz de Castro Magalhães beatriz.castro022015@gmail.com Grayce Alencar Albuquerque geycyenf.ga@gmail.com <p>Esse artigo objetivou realizar análise reflexiva acerca das construções sociais implicadas na violência doméstica, suas manifestações, repercussões e manutenção cíclica. Trata-se de estudo bibliográfico desenvolvido através de uma revisão narrativa da literatura, cujo banco de dados foi composto por 35 artigos acrescidos de documentos oficiais e outras literaturas indicadas por especialistas. Após leitura crítica, estabeleceu-se as categorias de análise. A violência doméstica constitui-se em atos ou omissão, debelados em contexto privado e baseados no gênero, que resultam em danos físicos, psicológicos, sexuais, patrimoniais e morais. Esse tipo de violência, que ocorre em eventos cíclicos, implica em repercussões negativas, tanto no âmbito individual (danos físicos e psicossomáticos as vítimas), quanto no âmbito coletivo, resultando em perdas financeiras e danos sociais. Assim, ações sociais e em saúde que considerem a perspectiva do gênero, devem ser fomentadas, visando desintegrar a mulher do ciclo vicioso de vitimização doméstica, efetivando estratégias de enfrentamento que reestabeleçam e reforcem a autonomia da vítima sobre sua vida.</p> 2021-06-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8183 O papel da enfermagem frente à tentativa de suicídio na adolescência e seus fatores sociais determinantes 2021-03-14T19:23:12-03:00 Tiago Neves de Santana tiagonds@hotmail.com Raimundo José Mulado de Paiva raymulato@hotmail.com David Gomes Araújo Júnior david@fied.com.br Anna Larissa Moraes Mesquita larissamoraesmesquita@gmail.com Wyarlenn Divino Machado wyarlenn@hotmail.com <p><strong>&nbsp;</strong>O objetivo geral deste artigo centra-se em compreender a atuação da enfermagem perante a problemática do suicídio na adolescência. A metodologia aplicada para a realização desse estudo foi uma revisão integrativa da literatura, utilizando produções científicas publicadas entre os anos de 2005 a 2018, nas bases de dados Scielo (<em>Scientific Eletronic Library Online</em>), BVS/Bireme (Biblioteca Virtual em Saúde/ Centro Latino Americano e do Caribe de Informação em Saúde) e LILACS (Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), com os seguintes descritores: Adolescência, Suicídio e Enfermagem. Os estudos obtidos mostraram que o suicídio entre adolescentes é um problema grave e que necessita de cuidados especiais por toda a sociedade, seja por se tratar de um momento da vida em que há uma vulnerabilidade aos conflitos psicológicos característicos dessa fase que intermeia a infância e a vida adulta, seja por uma falta de capacitação adequada dos enfermeiros para lidar, perceber e acolher esses adolescentes. Por isso, é preciso que todos estejam sempre atentos aos sinais como mudança de temperamento e mudanças de comportamento, pois essas características se fizerem presentes na maioria dos casos vitimados. Então, é de fundamental importância a atuação da enfermagem na notificação de novos casos, no acolhimento do paciente e no desenvolvimento de políticas preventivas direcionadas que melhorem tanto a qualidade no atendimento, quanto a prevenção de novos casos.</p> 2021-06-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/7678 Pênfigos na amazônia: aspectos clínicos, epidemiológicos e terapêuticos de pacientes atendidos em serviço de referência. 2021-04-03T20:55:58-03:00 Marcela Coutinho Alves marcelacalves95@gmail.com Carla Andréa Avelar Pires carlaavelarpires@gmail.com Carla dos Santos Lima carla_santosl@hotmail.com Juliana Leão de Souza Duque julianaleao.duque@gmail.com Caren dos Santos Lima carla_santosl@hotmail.com <p>O termo "pênfigo" é usado para descrever um grupo de doenças bolhosas autoimunes que comprometem a pele e as mucosas. É histologicamente caracterizado pela clivagem intraepidérmica e deposição de IgG na superfície dos ceratinócitos. Pênfigo vulgar (PV) e pênfigo foliáceo (PF) são as principais formas clínicas. Essa pesquisa objetivou identificar os aspectos clínicos, socio-demográficos e terapêuticos dos pacientes com diagnóstico de pênfigo. Para isso, foi realizada análise retrospectiva de prontuários médicos nos arquivos do ambulatório de Dermatologia da Universidade do Estado do Pará (UEPA) de janeiro de 2007 a janeiro de 2017. Foram identificados no período 19 pacientes com diagnóstico de pênfigo, dos quais 11 com PV e 8 PF, ambas as formas clínicas foram mais prevalentes em mulheres (57,89%). A faixa etária mais comprometida por PV foi entre 22 a 59 anos (81,82%), enquanto por PF maiores de 60 anos (62,5%). A principal área afetada nos casos de PV foi de membros superiores (20,69%), e de PF a face (21,43%). A prednisona foi o tratamento mais utilizado (42,87%). Observou-se que os dados epidemiológicos referentes a essa patologia ainda são escarços, especialmente na rgião norte do Brasil. Ainda não há consenso referente ao tratamento, e a escolha de medicações deve ser baseada nas particularidades de cada caso.</p> 2021-06-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/7970 Capacidade funcional de indivíduos após alta da unidade de terapia intensiva e fatores associados 2021-03-24T00:50:04-03:00 Luciano Magno de Almeida Faria luciano.magno@uesb.edu.br Alinne Alves Oliveira alinnealvesoliveira@uesb.edu.br Tailani Mendes de Oliveira Araújo pellegrini.mendes@gmail.com Gustavo Silva Ferreira gustavosf10@hotmail.com Rodrigo Santos de Queiroz rofisio@hotmail.com <p><strong>Objetivo: </strong>Avaliar a capacidade funcional dos indivíduos utilizando o WHODAS 2.0, após 3 anos de alta da unidade de terapia intensiva e identificar os fatores associados. <strong>Métodos: </strong>Estudo retrospectivo com abordagem quantitativa com delineamento transversal, tendo como amostra indivíduos que receberam alta hospitalar 3 anos após o internamento na unidade de terapia intensiva. <strong>Resultados: </strong>Dos indivíduos que compunham a amostra, 64,7% eram mulheres com idade média 41,6 anos. Os diagnósticos primários mais frequentes foram neurológicos e respiratórios. Dos pacientes classificados pelo WHODAS 2.0, 47,1% apresentava incapacidade moderada a grave e 52,9% com deficiência leve ou nenhuma. <strong>Conclusão: </strong>Indivíduos que apresentaram incapacidade funcional moderada a grave estavam associados ao maior tempo de internação e uso da ventilação mecânica, sendo que as áreas de maiores comprometimentos foram cognição, atividade de vida e participação social. Os indivíduos classificados com incapacidade leve ou nenhuma foram capazes de retornar ao trabalho após a alta hospitalar.</p> <table width="100%"> <tbody> <tr> <td>&nbsp;</td> </tr> </tbody> </table> 2021-06-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8233 Quais são os possíveis determinantes para a ocorrência de mortalidade por covid-19 nas capitais brasileira e no Distrito Federal? 2021-04-17T09:03:34-03:00 Thiago Sousa tfsousa_thiago@yahoo.com.br Sueyla Santos sueylaf.silva@gmail.com Gildeene Farias gilfarias28@hotmail.com Gerleison Barros efgerleison@hotmail.com Mariana Ferreira marianaferreira_83@hotmail.com Dayana Franco dayanafranco18@gmail.com <p>Estimar os determinantes relacionados aos indicadores demográficos, socioeconômicos, comportamentais, biológicos, perceptivos, casos de morbidade e mortalidade por doença respiratória e cardiovascular, e de serviços de saúde, associados ao número de óbitos por COVID-19 nas capitais brasileiras. Foi realizado um estudo ecológico, sendo a unidade amostral as capitais brasileiras e o Distrito Federal. O desfecho foram os números de casos acumulados de óbito por COVID-19. Empregou-se regressão linear para a estimativa de associação. Foram associados com o aumento dos casos de óbitos por COVID-19, a quantidade de estabelecimentos do SUS e de morbidade por doença respiratória, percentual de fisicamente inativos (β=0,181; IC95%=0,070;0,292) e de autoavaliação negativa da saúde, e casos de COVID-19 (β=0,719; IC95%=0,269;1,168). Conclui-se que o aumento de óbitos por COVID-19 nas capitais foi associado aos serviços de saúde, inatividade física, morbidade, autoavaliação negativa da saúde e quantidade de casos de COVID-19.</p> 2021-06-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8236 Índices de depressão de mulheres com câncer de colo uterino em tratamento, em um hospital de referência no baixo amazonas, Pará. 2021-05-01T11:32:58-03:00 Brenda Nunes Corrêa brendanunespsi@gmail.com Gabriela Noronha Fortes gabi_noronha@hotmail.com Patrícia Mineiro de Oliveira dra.patricia.mineiro@gmail.com <p>Objetivou-se analisar os índices de depressão das pacientes com câncer de colo uterino durante o tratamento, em um hospital de referência na região do Baixo Amazonas, Pará. Trata-se de um estudo descritivo, abordagem quantitativa, cuja amostragem foi caracterizada como não probabilística por conveniência. Participaram 15 mulheres, com diagnóstico de câncer de colo uterino em tratamento. Os instrumentos utilizados foram um questionário sociodemográfico e clínico, Inventário de Depressão de Beck e o Mini Exame do Estado Mental. Os dados foram analisados através da estatística descritiva. A maioria das participantes tinha idade acima de 50 anos, com ensino fundamental incompleto, renda mensal abaixo de um salário mínimo e em uma união estável. Observou-se que a maioria das participantes, 80%, apresentou estado depressivo entre os níveis leve a grave durante o tratamento para câncer cervical, tendo o maior índice de recorrência na intensidade moderada que correspondeu a 46,7%. Quanto ao estado cognitivo, 80% das mulheres apresentaram resposta normal e 20% das mulheres com resposta alterada. A maioria das participantes em tratamento oncológico por CCU apresentaram estado depressivo, sendo que 3 destas, com alteração no estado mental, indicando possível declínio cognitivo. Portanto, é necessário conhecer e avaliar os sintomas depressivos, valorizando a subjetividade e individualidade das mulheres em adoecimento e tratamento de câncer do colo uterino de maneira ética e profissional.</p> 2021-06-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/7993 Perfil de óbitos neonatais em uma região do estado da Bahia 2021-05-05T21:24:54-03:00 Andresa Bacelar da Paixão andresabacelar@hotmail.com Maísa Mônica Flores Martins maisamonica@gmail.com <p>Trata-se de estudo epidemiológico, do tipo ecológico, de caráter descritivo, a qual teve como objetivo analisar o perfil dos óbitos neonatais da região de saúde de Salvador, Bahia, Brasil, no período de 2009 a 2018. O estudo teve como unidades de análise dez municípios da região de saúde de Salvador, Bahia. Realizado a partir de dados secundários, como, dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC), sendo analisado as variáveis de sexo, idade, cor/raça, idade e escolaridade da mãe, tipo de parto, duração da gestação, local de ocorrência de parto e cobertura da Atenção Primária à Saúde. Foram registrados 5.090 casos de óbitos neonatais, destes, 4.046 foram óbitos neonatais precoces e 1.044 neonatais tardios. Dentre as características analisadas dos recém-nascidos, mais frequentes, destacam-se: ser do sexo masculino, prematuridade com extremo baixo peso, e dentre as condições maternas; ser jovens, com faixa etária entre 20 e 29 anos, autodenominadas pardas, tendo como via de parto vaginal. As características dos óbitos estão vinculadas as condições sociodemográficas, associados aos fatores socioeconômicos da mãe e/ou família, além de ser oriundos de questões assistenciais, o que se deve considerar como um alerta para o sistema de saúde no planejamento de políticas públicas e na execução das ações nos serviços de saúde. Tendo em vista que, a Atenção Primaria a Saúde possui uma estrutura eficaz para a redução dos óbitos infantis.</p> 2021-06-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/7732 O estágio extracurricular em cirurgia oncológica: o olhar do acadêmico de medicina. 2021-02-22T12:42:52-03:00 João Marcos Gomes john_94@outlook.com Verônica Félix Borges veronicafborges@gmail.com Nazaré Pamela Donato Lira dos Santos npamelalira@gmail.com Ana Carolina Souza da Costa anasouzaufrj@gmail.com Gunnar Glauco de Cunto Carelli Taets masterufrj@gmail.com <p style="margin-left: 0cm; text-indent: 1cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"><span style="color: #222222;"><span style="font-size: medium;">Trata-se de um estudo descritivo de um relato de experiência sobre um estágio extracurricular realizado em um Hospital Público da cidade de Curitiba-PR. </span></span><span style="font-size: medium;">T</span><span style="color: #222222;"><span style="font-size: medium;">em por objetivo descrever e discutir sobre a prática de estágios extracurriculares no curso de medicina e seu impacto na formação médico-acadêmica. O estágio voluntário representa uma importante ferramenta no processo de formação médica, pois proporciona o desenvolvimento de diversas habilidades e competências na formação acadêmica diferenciada. A oportunidade de aproximar o discente de práticas extracurriculares diferentes, além das ofertadas pela universidade o qual está inserido, permite que o mesmo execute seus conhecimentos teóricos científicos aprendidos no decorrer do seu processo de formação. Ademais, proporciona uma aprendizagem estimuladora, capaz de desenvolver habilidades e competências que vão desde a pesquisa à assistência. Com isso, pode-se afirmar que a prática dos estágios voluntários são ferramentas essenciais para o estudante de medicina produzir uma visão mais acurada da realidade clínica, não só fundamentando seu conhecimento teórico-prático pregresso, mas também obtendo novos olhares e aprendizados.</span></span></p> 2021-06-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8204 Ensino de imunologia utilizando ferramentas virtuais de aprendizagem em tempos de pandemia da COVID-19 2021-03-17T18:28:00-03:00 João Firmino Rodrigues Neto joao_rneto@yahoo.com.br <p>A pandemia da COVID-19 provocou profundas modificações no mundo inteiro, afetando de forma direta a educação mundial que teve que se adequar ao ensino remoto. Desta forma, objetivou-se relatar uma experiência de ensino bem-sucedida, utilizando ferramentas virtuais de aprendizagem que envolvem a gamificação. Foram utilizadas a plataforma virtual Kahoot, além de vídeo-aulas para execução da atividade que foi considerada muito satisfatória pelos discentes, pois garante uma maior fixação do conteúdo. Assim, podemos concluir que ferramentas virtuais de ensino que empregam a gamificação, como forma de auxiliar a construção do conhecimento, tem ganhado espaço e se destacado para tal propósito.</p> 2021-06-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8871 Reflexiones sobre la enseñanza universitaria en el Area de la salud en tiempos de pandemia 2021-06-13T22:57:56-03:00 Ana María Casnati anacasnati@gmail.com <p>La pandemia de COVID 19 que desde el 13 de marzo de 2020 se ha instalado en Uruguay ha generado un cambio sustancial en todos los niveles de enseñanza. Particularmente en la Universidad de la República se debieron adaptar&nbsp; todos los cursos a la modalidad virtual o remota, logrando así la implementación y el desarrollo de la mayoría de los mismos...</p> 2021-06-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Saúde.com