https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/issue/feed Revista Saúde.com 2022-04-22T14:04:28-03:00 Drª Alba Benemérita Vilela rsc@uesb.edu.br Open Journal Systems <section style="text-align: justify; padding: 3px;">A <strong>Revista Saúde.com (RSC)</strong> é um órgão de divulgação científica na área da saúde, abrangendo as sub-áreas das <em>Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Psicologia e Odontologia</em>, entre outras. A <strong>RSC</strong> aceita a submissão de artigos em português, sendo necessário também o resumo na versão em português e inglês.</section> <section style="text-align: justify; padding: 3px;"> <section></section> </section> https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8053 Vivência dos estudantes de odontologia da Universidade Estadual de Feira de Santana nos componetes curriculares da área de saúde coletiva (2013-2018) 2021-02-11T15:28:38-03:00 Ana Áurea Alécio de Oliveira Rodrigues aaaorodrigues@gmail.com Daiane Monique Lira de França dailirafraca@hotmail.com Daisy Silva de Melo daisy_odontouefs@hotmail.com Maria Janaína Ramos Almeida mariajanainaa2@outlook.com Letícia Santos Souza leticiasouza.odonto@gmail.com Lísia Daltro Borges Alves lisia_94@hotmail.com Mayumi Souza Nishiuchi mihojo@hotmail.com Patrícia Camila Souza Silva mila.ssilva@outlook.com <p>Este trabalho tem como objetivo relatar as experiências de alunos do curso de Odontologia através da vivência nos estágios nos componentes curriculares de Saúde Coletiva, Saúde Bucal Coletiva e Estágios em Clínica Odontológica Integrada. Estas disciplinas desenvolvem atividades com a comunidade diretamente nas Unidades de Saúde da Família e começam no primeiro e seguem até o décimo semestre. Trata-se de relato da vivência nos estágios da disciplina na UEFS durante toda sua formação, destacando suas impressões e salientando a importância da mesma para a formação de um profissional completo. Concluímos que nossa experiência durante os estágios que realizamos durante a graduação na Universidade Estadual de Feira de Santana foram fundamentais para a aquisição de conhecimentos acerca da saúde coletiva e do funcionamento do Sistema Único de Saúde. A todo momento, os alunos foram instigados a procurar soluções coletivas para a resolução dos problemas de saúde da comunidade, focando sempre na prevenção de doenças, &nbsp;evitando priorizar a prática curativista. As equipes das Unidades de Saúde da Família&nbsp; sempre foram muito acolhedoras, facilitaram o desenvolvimento das atividades propostas ao longo dos semestres e mostraram que é possível, profissionais de diferentes áreas trabalharem de uma maneira integrada para melhorar o atendimento da população.</p> <p>&nbsp;</p> 2022-04-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8474 Relato sobre a assistência de enfermagem à gestante com incompetência istmo cervical 2021-06-13T17:54:37-03:00 João Cruz Neto enfjcncruz@gmail.com Roana Bárbara de Almeida Gouveia roanagouveia@gmail.com Emanuel Messias Silva Feitosa emfeitosa2017@gmail.com Vitória Alves de Moura vitoria009moura@gmail.com Jacieliton Martins Teles da Silva Morais jacielitonmar@gmail.com Maria de Fátima Esmeraldo Ramos Figueiredo faef2129@hotmail.com <p>O objetivo do artigo foi relatar a experiência na aplicação do processo de enfermagem por acadêmicos de enfermagem a uma gestante com incompetência istmo cervical. Trata-se de um estudo descritivo, do tipo relato de experiência realizado em um serviço de atenção hospitalar no interior cearense, em abril de 2019. Todas as etapas do Processo de Enfermagem somadas à consulta obstétrica. O foco principal do acompanhamento esteve em diagnósticos de enfermagem como: risco de binômio mãe-feto perturbado relacionado a complicações gestacionais e risco de sangramento relacionado a complicação gestacional, elaborados pelos estudantes; além de ações de monitoramento constante e escuta qualificada que corroboraram para o bom andamento do quadro clínico. O cuidado à gestante com incompetência foi possível através da aplicação do processo de enfermagem. Nesse sentido possibilitou a promoção da saúde, melhora do estado materno fetal, potencializou&nbsp; o cuidado de enfermagem no contexto investigado possibilitando um olhar centrado no indivíduo, qualificando o estudante para a postura profissional da saúde.</p> 2022-04-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8473 Telemonitoramento da Terapia Ocupacional na Pandemia da Covid-19: Cenário No Sul Do Brasil 2021-09-15T17:57:16-03:00 Maitê Peres de Carvalho maite_carvalho@yahoo.com.br Paola Quevedo Rivas rivaspaola@gmail.com Andréa Gonçalves Brandão agb1611@gmail.com Fernanda Capella Rugno fernandacrugno@hotmail.com <p>O presente artigo buscou relatar as experiências da Terapia Ocupacional diante da prática do telemonitoramento durante a pandemia da COVID-19. O presente relato abarca a experiência do Curso de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Pelotas em dois campos de estágio no município de Pelotas/RS no período de 1º de outubro a 23 de dezembro de 2020. O telemonitoramento foi realizado tanto individualmente quanto em grupos. Os encontros eram realizados por videochamada, mensagens ou áudios utilizando-se as redes sociais, de acordo com as preferências e necessidades de cada caso/grupo, apresentando duração média de 60 minutos. Foram trabalhadas diversas demandas de cunho social, relativas à saúde física e mental, educacionais e culturais. A partir do encaminhamento inicial, eram identificadas outras possíveis demandas do usuário e, por conseguinte, eram traçados os objetivos e o plano de tratamento. A experiência com telemonitoramento nos mostrou que, apesar de apresentar limitações, essa pode tornar-se mais uma ferramenta utilizada pelo profissional da saúde no pós pandemia. Ainda que haja um fator dificultador que é a distância física, é possível estabelecer um bom vínculo com o usuário. Entretanto, o telemonitoramento demandou a adaptação da prática com novas formas e tecnologias de tratamento, associadas a algumas estratégias direcionadas, principalmente, à saúde mental, visando minimizar os impactos e efeitos da pandemia.</p> 2022-04-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8066 Avaliação do serviço de limpeza e desinfecção de superfícies em um hospital universitário em Recife – PE. 2021-04-05T19:30:51-03:00 Pérola Crislayne Dias de Oliveira perolaoliveiraenf@gmail.com Maria da Conceição Cavalcanti de Lira noronhaelira@hotmail.com Cristiane Macedo Vieira cristianemacedov@yahoo.com.br Viviane de Araújo Gouveia viviane.agouveia@ufpe.br <p>O ambiente hospitalar é considerado um reservatório de microrganismos causadores de infecção, o contato com superfícies contaminadas são responsáveis por 20% das infecções nosocomiais. Portanto, a pesquisa teve como objetivo a avaliação do serviço de limpeza e desinfecção de superfícies em um hospital universitário em Recife - PE. Estudo transversal com abordagem quantitativa descritiva, realizado no período de agosto a outubro de 2019. A coleta de dados foi realizada através de um formulário contendo quatro domínios: técnicas operacionais, equipamentos e acessórios, controle de qualidade e relacionamento com o cliente. Os dados foram processados pelo Microsoft Office Excel 2007. Foram avaliados três setores críticos do Hospital, dentre esses apenas o setor de Unidade de Terapia Intensiva alcançou na média, o (score) maioria atendido no domínio de Técnicas operacionais, 75% dos itens presentes no domínio de equipamentos e acessórios, e 60% dos itens presentes no domínio “controle de qualidade” pontuaram o score nada e minoria atendido. Todos os setores afirmaram não terem recebido reclamações dos clientes. A avaliação do serviço de limpeza e desinfecção identificou a necessidade de treinamentos para a equipe, bem como estratégias para o monitoramento e avaliação continua do serviço. Tais medidas minimizam a chance de ocorrência de eventos adversos promovendo segurança ao paciente<strong>.</strong></p> <p><strong>Palavras chaves: </strong>Controle de Infecções; Segurança do Paciente; Gestão da Qualidade; Serviço de Limpeza.&nbsp;</p> 2022-04-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/9724 Estado nutricional e avaliação do autocuidado no diabetes: análise de grupo com insulinodependentes 2022-04-07T20:24:23-03:00 Josieli Maria Kosak josieli_mcr@hotmail.com Gabriela Datsch Bennemann gabibennemann@gmail.com Vania Schmitt vania_schmitt@hotmail.com Caryna Eurich Mazur cemazur@unicentro.br <p>O aumento na prevalência de diabetes&nbsp;<em>mellitus&nbsp;</em>(DM) gera inúmeras discussões nos programas de saúde&nbsp;coletiva, sendo uma das grandes preocupações na saúde associado ao nível baixo de conhecimento dos pacientes sobre as causas do&nbsp;DM e seu tratamento. Assim, o objetivo foi realizar oficinas sistematizadas em Grupo Operativo de Diabéticos tipo&nbsp;2&nbsp;insulinodependentes, afim de promover o autocuidado, ampliar o conhecimento dos mesmos sobre o tratamento e prevenção de complicações. Trata-se de um estudo de intervenção. Compreendeu seis encontros, sendo um encontro por semana. Foi aplicado um questionário de autocuidado com o diabetes (QAD) e coletados dados antropométricos no primeiro e no último dia de grupo. A idade média foi 62,2±6,9 anos. A maioria era idoso (75%) e possuía ensino fundamental incompleto (62,5%). A maior parte da amostra apresentou excesso de peso/sobrepeso pelo Índice de Massa Corporal (IMC) (75%), no entanto houve uma redução significativa neste índice pós intervenção. Foi verificada correlação moderada e positiva entre circunferência abdominal (CA) pós intervenção e a idade (r=0,69; p&lt;0,05). Os seguimentos avaliados pelo QAD mostraram correlação forte e inversa entre idade, se o paciente seguiu orientação nutricional, e o consumo de cinco ou mais porções de frutas e/ou vegetais, onde quanto maior a idade menor o consumo e o seguimento (r=-0,89; r=-0,83; p&lt;0,05, respectivamente). Constatou-se que o grupo de intervenção multiprofissional foi efetivo para a autonomia da realização do autocuidado sendo verificada uma melhora no cuidado com a doença, suas implicações e cuidados necessários para evitar complicações.</p> 2022-04-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/9763 Consulta de enfermagem no olhar de mulheres atendidas na Atenção Básica durante (UBS) o Pré-Natal 2022-02-08T17:56:40-03:00 Francine da Silva Klafke klafke1996@gmail.com Ioná Vieira Bez Birolo iona@unesc.net Valdemira Santina Dagostin vsd@unesc.net Rozilda Lopes de Souza rozildalopes@unesc.net Paula Ioppi Zugno paula33@unesc.net <p>A pesquisa teve como objetivo analisar as consultas de Enfermagem durante o pré-natal na atenção básica, sob o olhar de mulheres atendidas nesse contexto. Foi realizada pesquisa com mulheres que já realizaram seu pré-natal nas unidades de saúde de um dos distritos de saúde do Município. Amostra é composta por 10 mulheres e a coleta de dados foi realizada com entrevista semiestruturada, com 21 perguntas objetivas e 14 abertas, cada entrevista levou em média de 20 a 30 minutos. As participantes do estudo realizaram o pré-natal entre 2019 e 2021, com pelo menos 3 consultas do profissional Enfermeiro, têm entre 21 e 35 anos, a maioria se declararam da cor branca, trabalham e têm ensino médio completo. Dessa forma, as consultas de Enfermagem seguem aspectos relacionados ao protocolo e as participantes consideram o acesso às consultas de pré-natal fácil, com exceção de uma das participantes, que ressaltou como ponto negativo a situação pandêmica em que vivemos.</p> 2022-04-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8742 Fatores associados à presença simultânea de hipertensão e diabetes em idosos nordestinos: estudo de base populacional 2022-01-11T18:51:54-03:00 Laís Alves Rocha lairocha01@gmail.com Sandra Rêgo de Jesus sandrarj@ufba.br <p>O objetivo do presente estudo foi investigar fatores associados à simultaneidade de hipertensão e diabetes autorreferidos em idosos nordestinos. Trata-se de um estudo transversal de base populacional com idosos (≥ 60 anos), residentes nas capitais do Nordeste do Brasil, entrevistados pelo VIGITEL em 2017 (n=6.793). Variáveis demográficas, socioeconômicas, de estilo de vida e de condições de saúde foram utilizadas no modelo hierárquico proposto para os fatores associados à simultaneidade de hipertensão e diabetes. Regressão de Poisson foi utilizada, e as razões de prevalências com seus respectivos intervalos de confiança a 95%. A prevalência simultânea de hipertensão e diabetes entre os idosos foi de 17,3%. Prevalências superiores a 18% foram observadas em Fortaleza, Natal e Salvador. No modelo de regressão hierárquico, observou-se que os fatores que aumentaram a prevalência simultânea de hipertensão e diabetes em mais de 25% foram: faixa etária entre 70 a 74 anos, cor da pele preta e escolaridade ≤ 4 anos de estudo. Referente ao estilo de vida e condições de saúde, o consumo de bebida alcoólica, a inatividade física e a avaliação ruim do estado de saúde também apresentaram associação positiva e significativa com estas morbidades. Prevalência particularmente elevada foi observada entre os idosos com sobrepeso. A partir destes dados, ressalta-se a necessidade de ações em saúde na região Nordeste, visando à promoção da saúde e a prevenção de agravos direcionadas aos idosos.</p> 2022-04-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/9372 Utilização de anti-inflamatórios não esteroides em idosos: uma revisão integrativa 2021-10-12T09:43:09-03:00 Douglas da Silva Oliveira dasilvaoliveiradouglas@gmail.com Isabela Roseno Guimarães isabelaroseno@gmail.com Maria Amanda Sousa Rêgo mariaamanda2212@gmail.com Caroline Tianeze de Castro carolinetianeze@gmail.com Lucas Santana Coelho da Silva lucassantana864@gmail.com <p>O objetivo do presente estudo foi descrever os principais AINEs utilizados por idosos e as consequências de seu uso para esse grupo de pacientes. Para isso foi realizado a partir de fontes secundárias, por meio de levantamento bibliográfico mediante revisão integrativa da literatura. Para a seleção dos artigos foram utilizadas três bases de dados eletrônicas: National Library of Medicine (PubMed), Scientific Eletronic Library Online (SciELO) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) utilizando os Descritores em Ciências da Saúde previamente identificados. Foram identificados 216.320 artigos nas bases de dados consultadas, após análise baseada nos critérios de inclusão e exclusão 26 artigos foram selecionados para construir a presente revisão. No total, observou-se que os medicamentos mais citados foram: diclofenaco (15,8%), ácido acetilsalicílico (14,5%), ibuprofeno (13,16%), dipirona (9,2%) e paracetamol (8%). As inadequações do uso de AINEs em idosos identificados foram o uso de medicamentos inapropriados para idosos (36,36%) e automedicação (33,3%). Os idosos constituem uma população altamente vulnerável à utilização dos AINEs e automedicação. Grande parte desses indivíduos faz uso dessa classe de medicamentos devido ao pouco conhecimento sobre os mesmos e dos danos que estes podem acarretar ao organismo.</p> 2022-04-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/9628 Simultaneidade de fatores de risco à saúde em universtários: uma revisão sistemática 2022-04-01T06:31:34-03:00 Gildeene Silva Farias gildeene83@gmail.com Mariana da Silva Ferreira marianaferreira_83@hotmail.com Gerleison Ribeiro Barros efgrleison@hotmail.com Thiago Ferreira de Sousa tfsousa_thiago@yahoo.com.br <p>O objetivo foi sistematizar os artigos científicos sobre simultaneidade de fatores de risco à saúde em universitários. Pesquisou-se na <em>National Library of Medicine </em>(PUBMED), <em>Scientific Electronic Library Online </em>(SciELO), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Literatura Latino- americano e do Caribe em Ciências de Saúde (Lilacs), <em>Scopus</em>, <em>Science Direct </em>e <em>Web of Science</em>. Os estudos foram avaliados conforme características metodológicas, diretrizes de avaliação crítica, prevalências e os fatores associados a coocorrência. Foram encontrados 5.598 artigos e 11 fizeram parte desta revisão. Observou-se prevalências de dois ou mais fatores de riscos de 9,3% a 95,4%. Na maioria dos estudos, o baixo consumo de frutas e vegetais, níveis insuficientes de atividades física, fumar e consumo de álcool foram os fatores de risco mais investigados, por outro lado, também houve a investigação de pressão arterial, colesterol total, HDL, LDL e obesidade. Os critérios de definição de coocorrência foram diversos e os instrumentos mais utilizados foram questionários. Associaram-se a coocorrência de fatores de risco, as mulheres, estudantes do terceiro ano ou mais e de classes sociais C, D e E. Conclui-se que há uma falta de padronização de critérios para avaliação de coocorrência, e a utilização de vários instrumentos, notando-se uma discrepância entre as prevalências de ter pelo menos dois fatores de riscos.</p> 2022-04-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/9082 Tratamento profilático contra a Covid-19 no Brasil, um risco inútil. 2021-07-13T19:48:46-03:00 Heslley Silva heslley@uniformg.edu.br <p>O Brasil experimentou e experimenta um tratamento preventivo em larga escala contra a Covid-19, sem fundamentação científica, utilizando um conjunto de medicamentos que vai desde vermífugos a antibióticos, antimaláricos e outros. São discutidos os riscos, as razões, as implicações e as responsabilidades que envolvem esse tipo de procedimento. Destaca-se que além da política errática em relação à pandemia do governo brasileiro ocorre o apoio e suporte de parte da comunidade médica brasileira, o que cria um complicador no alcance dessas prescrições, pela confiança da população nesse grupo profissional.</p> 2022-04-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/10125 Tuberculose: desafios e estratégias para o combate à doença no contexto brasileiro 2022-01-11T18:48:18-03:00 Ewelin Wasner Machado da Silva ewelinmachado@gmail.com Carla Jorge Machado carlajmachado@gmail.com <p>Trata-se de resenha crítica sobre o o guia relacionado ao controle da Tuberculose publicado pelo Ministério da Saúde em 2021</p> 2022-04-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com