https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/issue/feed Revista Saúde.com 2021-12-30T22:43:21-03:00 Drª Alba Benemérita Vilela rsc@uesb.edu.br Open Journal Systems <section style="text-align: justify; padding: 3px;">A <strong>Revista Saúde.com (RSC)</strong> é um órgão de divulgação científica na área da saúde, abrangendo as sub-áreas das <em>Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Psicologia e Odontologia</em>, entre outras. A <strong>RSC</strong> aceita a submissão de artigos em português, sendo necessário também o resumo na versão em português e inglês.</section> <section style="text-align: justify; padding: 3px;"> <section></section> </section> https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/7683 Educação em saúde abordando tema “dengue” de forma interprofissional: relato de experiência 2021-04-02T00:46:29-03:00 Cathiana do Carmo Dalto Banhos cathianadalto@yahoo.com Maria Letícia Almeida Farias marialeticia.af14@gmail.com Andressa de Jesus Santos santosandressa.bio@gmail.com Maira Motta Passos Costa Sodré enfmairamotta@hotmail.com Magna Paris Magnago de Souza magna.paris99@gmail.com <p>O objetivo principal é relatar a experiência em ação de Educação em Saúde com adultos, discutindo o tema dengue, orientando e conscientizando comunidades no município de São Mateus, ES. A intervenção foi elaborada pelo projeto NN, sendo incluída ao calendário de atividades de duas Unidades de Estratégia de Saúde da Família, intitulado “Dia D” (Dia de mobilização relacionado à Hipertensão e Diabetes) com objetivo de promover educação e prevenção da doença por meio da interrupção da cadeia de transmissão. Foram utilizadas técnicas inclusivas a fim de promover a interação da comunidade na troca de saberes. A população demonstrou participação efetiva e interesse, evidenciando os casos notificados e confirmados dentro da comunidade. Isso desencadeou uma maior reflexão que acarretou uma mobilização para a limpeza do bairro. Desta maneira, contribuíram no controle social e no engajamento de práticas de prevenção e promoção de saúde.</p> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8455 Utilização de ferramentas audiovisuais para educação em saúde na atenção primária. 2021-05-05T21:40:23-03:00 Antonio Rafael da Silva raphaelsilvha@gmail.com Hyllary Silva Mota hyllary.siilva@gmail.com Kallyny Marques Linhares kallynymlin@gmail.com Raquel Lino de Menezes raquellino2012@hotmail.com Taisa Freire Mororó de Sá taisa_freire.21@hotmail.com Carla Jordana de Oliveira Nascimento carlajordana-j@hotmail.com <p>A educação em saúde é indispensável para o SUS, no cuidado e nas ações de prevenção e promoção à saúde. A estratégia saúde da família é importante para a prática de ações educativas, dado a proximidade com a comunidade. A utilização de tecnologias de informação e comunicação em saúde tem sido ampliado nos últimos anos, com a inserção de ferramentas que dinamizam o fluxo das informações, como as mídias sociais. O objetivo é evidenciar o uso das ferramentas tecnológicas como suporte para os processos de trabalho na atenção primária à saúde. Descritivo e relato de experiência, parte das percepções e vivências em educação em saúde na atenção primária por meio de ferramentas audiovisuais. Os projetos denominados: “Conexão Saúde” e “Hora da Saúde”, foram usados para levar informações a comunidade sobre saúde através de áudio e vídeos. Com a pandemia da Covid-19, a atençãoprimária à saúde teve que adotar medidas estratégicas para continuar ofertando ações de saúde, pois rodas de conversas, palestras e eventos nas unidades básicas de saúde não estavam sendo realizadas. Observou-se que os recursos tecnológicos são de grande importância para educação em saúde, permite aprendizagem coletiva e maior interação da equipe de saúde com a comunidade.</p> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8497 Colonização nasal e em orofaringe por Staphylococcus aureus em crianças e adolescentes de um bairro do município de Vitória da Conquista, Bahia, Brasil 2021-08-04T21:41:17-03:00 Jefferson Nilton Silva dos Santos jefufba@gmail.com Sabrina Santos Alves sabrinasallves@gmail.com André Brito Novais andre.novais1998@gmail.com Verônica Cheles Vieira veronicacheles@gmail.com Milena Soares dos Santos milenasoares.ims@gmail.com <p><em>Staphylococcus aureus</em> é uma bactéria Gram-positiva que habita a cavidade nasal de cerca de 30% da população saudável. A resistência aos antimicrobianos tem emergido na comunidade e se tornado uma preocupação global. O objetivo deste estudo é determinar prevalência de colonização nasal e de orofaringe causada por este patógeno em crianças e adolescentes saudáveis de uma comunidade na cidade de Vitória da Conquista, Bahia e avaliar a frequência de isolados resistentes aos antimicrobianos. Trata-se de estudo transversal, conduzido através de investigação epidemiológica e laboratorial a partir de entrevistas e obtenção de <em>swabs</em> de secreção nasal e de orofaringe<em>.</em> A identificação microbiológica foi realizada por métodos convencionais e o perfil de susceptibilidade antimicrobiana por disco-difusão. O programa <em>EpiInfo Windows</em> versão 3.5.4 foi utilizado para análise estatística dos dados. Identificou-se prevalência de&nbsp;73,1% para colonização por&nbsp;<em>S.aureus</em> em amostra nasal e/ou orofaringe e de 31,2% em ambos os sítios anatômicos. Entre os isolados de amostra nasal, 26,7% apresentaram resistência a pelo menos um antimicrobiano e 6,7% foram resistentes à meticilina. Para amostras de orofaringe, identificou-se 35,3% de não susceptibilidade à eritromicina. Foi observada alta taxa de colonização nasal e orofaríngea por <em>S. aureus </em>entre os participantes analisados. Dessa forma, destacamos a importância do contínuo monitoramento deste patógeno e de suas variantes resistentes na comunidade. &nbsp;&nbsp;</p> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/7995 Parto normal: barreiras sob a óptica das parturientes 2021-06-13T17:33:16-03:00 Ana Gabriela Fernandes Frank anagabifrank@hotmail.com Emilli Karine Marcomini emillimarcomini@hotmail.com Elisangela da Cunha Smaniotto lillysmaniotto@hotmail.com Débora Gomes de Moraes anagabifrank@hotmail.com Adalberto Ramon Valderrama Gerbasi gerbasi@prof.unipar.br Nanci Verginia Kuster de Paula nancidepaula@prof.unipar.br <p>Este trabalho vem para elucidar os receios e dificuldades que as gestantes apresentam durante o parto normal, bem como o conhecimento que as mesmas apresentam por esta opção de parto. É reconhecido que a visão da maioria da população é de um momento de sofrimento e dor, esquecendo-se que o nascimento natural é algo próprio da mulher. Uma pesquisa de campo, de natureza quali-quantitativa, que por intermédio de entrevistas semiestruturadas, realizadas com puérperas que realizaram o parto via vaginal buscaram. Objetivando conhecer as dificuldades que se apresentaram no momento do parto normal e verificar o conhecimento prévio das puérperas sobre o parto normal. Apresentando um resultado significativo para o medo da dor a ser sentida, bem como a adesão pelo parto normal é de maioria multíparas que já haviam passado pelo processo natural. Concluindo-se que as barreiras criadas pelo parto normal, é quebrada quando a paciente tem conhecimento e segurança, dando-se destaque ao papel dos profissionais de saúde que repassam as informações essenciais para a escolha da via em que a mulher irá ter seu filho.</p> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/7888 Percepção dos profissionais de saúde da atenção básica do município de Senhor do Bonfim Bahia: suporte básico de vida 2021-04-08T03:50:24-03:00 Agnete Troelsen Pereira Nascimento atpereira@uneb.br Monalisa Batatinha de Castro Silva Monalisabcs89@gmail.com Nataly Viviane Maia Gama da Cunha Nataly_vivi@hotmail.com Júlia Lima da Silva julia.silva.lima@outlook.com Paulo Sergio Pereira de Souza seergio.pereira95@gmail.com <h3>O objetivo do presente artigo foi de analisar o nível de conhecimento que os profissionais de saúde da Atenção Básica de um município no interior da Bahia têm acerca do Suporte Básico de Vida, antes e após a execução da capacitação. Trata-se de um estudo quantitativo, de caráter descritivo e exploratório, realizado com 112 profissionais de saúde. A técnica utilizada para a coleta de dados foi a entrevista, norteada por um questionário semiestruturado, denominado pré e pós-teste com questões objetivas. Os resultados demonstraram que o conhecimento dos profissionais acerca do Suporte Básico de Vida, não são suficientes para atuação na linha de frente das unidades de urgências/emergências. Conclui-se, pois, que por meio dos resultados obtidos nessa pesquisa foi possível verificar a importância de treinamentos contínuos e da atualização periódica no que se refere ao suporte básico de vida, sendo essencial para a abordagem aos pacientes em parada cardiovascular. Diante disso o foco principal no tratamento da parada cardíaca em adultos inclui o reconhecimento rápido e o fornecimento imediato de RCP de qualidade.</h3> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/7710 A visita domiciliar sob olhar do usuário da atenção primária 2021-03-24T01:08:13-03:00 Leandro da Silva Paudarco leandropaudarco@hotmail.com Cinoélia Leal de Souza cinoelia5@hotmail.com Elaine Santos da Silva elaine-ss@live.com Denise Lima Magalhães denisemagalhaes0605@hotmail.com Kaliane da Silva Paudarco kallygbi1990@gmail.com <p>Analisar a visita domiciliar, integrada ao contexto teórico e prático da atenção primária à saúde das pessoas, tendo como área de estudo o município de Guanambi, no sudoeste da Bahia. Foi realizada uma investigação qualitativa e exploratória, na qual foram entrevistados 30 usuários das Unidades Básicas de Saúde da Família, entre os meses de fevereiro e março de 2019, através do uso de questionários estruturados e flexíveis, para a coleta de dados. Reconhecer a existência de uma dissociação entre aquilo que é preconizado pelo contexto teórico, de um lado, e a experiência vivenciada pelos usuários da atenção primária, do outro, foi a constatação central deste estudo, já que a abordagem da visita domiciliar é centrada na doença, essencialmente restritiva e limitadora de um diálogo mutualístico, o que contribui negativamente na formação perceptiva da sua importância para os usuários finais. Estes resultados mostram que as ações de visita domiciliar clamam por um redimensionamento em seu método de abordagem, centrado na promoção de um atendimento multiprofissional e com vistas a considerar o contexto social, cultural, educacional, econômico e ambiental em que se está inserido o paciente, bem como na construção de uma melhor visão teórico/prática dos profissionais das unidades de saúde.</p> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8866 Perfil clínico e epidemiológico de idosos com sequela de tuberculose pulmonar, atendidos em um hospital universitário da região norte. 2021-07-16T15:14:07-03:00 Luzielma Macêdo Glória luzielma96@hotmail.com Bruna D’ Paula Souza da Costa brunadpaulasc@gmail.com Bianca Caroline da Silva Cunha biancafisioufpa@gmail.com Sandy Amara Costa Silva de Caldas sandyamaracosta@gmail.com Edilene do Socorro Nascimento Falcão Sarges edilene_falcao@hotmail.com Denise da Silva Pinto denisefisio23@gmail.com <p>Objetivo do estudo foi investigar o perfil epidemiológico e clínico dos idosos com seqüela de TB pulmonar. Realizou-se um estudo descritivo de corte transversal, coleta em prontuários de pacientes infectados por TB com seqüela pulmonar. Foi aplicada análise descritiva pelo programa Epi Info 3.2.5. Obteve-se uma amostra de 76 prontuários, desses 65,8% eram do sexo masculino. Predomínio de indivíduos casados (46,8%). (51,9%) tinha procedência do interior, (87,3%) eram pardos, ensino fundamental completo (46,8%). A bronquiectasia teve prevalência de (79,7%), infecção por Tb pulmonar pelo menos uma vez (73,4%). Todos fizeram Raios-X e (50,6%) tomografia. Apresentavam dispnéia (81,0%), tosse 51 (64,6%), hemoptise 34 (43,0%). Por fim, (88,6%) apresentaram patologias associadas. O estudo mostrou que houve predomínio do sexo masculino, casados, procedência do interior, pardos, baixa escolaridade, bronquiectasia, realização de exames de imagens, queixas de dispnéia, tosse e hemoptise e doenças associadas.</p> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8350 Comportamentos de risco à saúde e formação acadêmica: estudo com alunos de uma universidade comunitária 2021-12-14T17:34:23-03:00 Elisabete Rabaldo Bottan erabaldo@gmail.com Luciane Campos Gislon lucampos1@uol.com.br Simone Souza Pereira Paes moneppaes@gmail.com Yohana Larissa Nunes yohananunes@hotmail.com.br <p>Este estudo teve por objetivo analisar se a formação acadêmica exerce influência nos comportamentos relacionados à saúde. O grupo investigado constou de 629 alunos de graduação em uma universidade comunitária de Santa Catarina (Brasil), sendo 309 de cursos da área da Saúde (201 ingressantes e 108 concluintes) e 320 do curso de Direito (182 ingressantes e 138 concluintes). A coleta de dados foi através de um questionário adaptado do instrumento denominado Youth Risk Behavior Surveillance. A análise estatística constou do cálculo da frequência absoluta e relativa e do teste qui-quadrado, para um p≤ 0,05. A maioria dos participantes pertencia ao gênero feminino. A idade média do grupo foi de 23,36 anos. Os comportamentos de risco que apresentaram maior frequência foram:&nbsp; consumo de álcool (62%), não uso de preservativo (61%) e não uso de cinto de segurança quando no banco traseiro de um veículo (64%). Para a maioria dos quesitos avaliados não se encontrou diferenças significativas em relação à área de formação e período de matrícula. Apresentaram associação significativa: uso do cinto de segurança no banco traseiro do carro; ter experiência/atividade sexual; realizar testes HIV; e autoavaliação do peso. Houve uma baixa frequência para os comportamentos de risco e os comportamentos entre os grupos foram similares.</p> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/9027 Avaliação da contaminação por parasitos e coliformes em alfaces (lactuca sativa) comercializadas em feiras livres na cidade de Jequié, Bahia. 2021-08-04T21:17:07-03:00 Yana Queiroz Rodrigues nannaqueiroz@hotmail.com Samilla Gonzaga Souza samillagonzagasouza@hotmail.com Dellane Tigre dellanetigre@yahoo.com.br Virgínia Maria Góes da Silva virginiauesb@yahoo.com.br <p>No Brasil, mais da metade dos municípios não possuem plano de saneamento básico. Essa situação atinge, de fato, a população socioeconomicamente mais carente, ocasionando o aparecimento de doenças por ingestão de alimentos crus ou mal lavados. O presente estudo teve por objetivo analisar a presença de parasitos, coliformes totais e termotolerantes em alfaces (<em>Lactuca sativa</em>) comercializadas em feiras livres em Jequié, Bahia. Entre os meses de agosto a outubro de 2019, as amostras foram obtidas aleatoriamente em três feiras livre, as análises foram realizadas pelo método de centrifugação simples e a pesquisa de coliformes utilizou o Método do Número Mais Provável. As amostras de alface analisadas nas feiras livres, 62,5% apresentaram contaminação por Ancilostomídeo, sendo a morfologia predominante larva e, em apenas uma amostra foi encontrado um ovo; além disso, foi possível constatar que 90,9% das amostras analisadas foram positivas para coliformes termotolerantes. A presença de Ancilostomídeo assim como a elevada contagem de coliformes termotolerantes em amostras de alfaces obtidas em feiras livres no município de Jequié, sinaliza a necessidade da implementação e adoção de medidas profiláticas durante o processo de comercialização das hortaliças.</p> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/9461 Psicotrópicos: erros de prescrição e dispensação em farmácia de unidade básica de saúde 2021-12-14T17:27:25-03:00 Bianca Oliveira Souza oliveira7bia@gmail.com Vyvian Dias Miranda Soares vyviansoares2@gmail.com Danilo Bomfim Miranda danilomiranda123456@gmail.com Cleriane Santos Macêdo clerysmacedo@gmail.com Gisele da Silveira Lemos giselesilveiralemos@gmail.com <p>A prescrição médica é um documento padronizado de ordem legal, importante na comunicação entre prescritores e dispensadores. A incompletude de informações na prescrição e dispensação leva aos erros de medicação e risco na terapia medicamentosa. O objetivo desse estudo foi avaliar o cumprimento das normas técnicas impostas pela Portaria n° 344/98 para prescrição e dispensação de psicotrópicos nas notificações de receitas B1 dispensadas em uma Unidade Básica de Saúde do município de Jequié- BA. Realizou-se um estudo transversal com análise documental, avaliando 249 notificações de receitas B1, do período de agosto a outubro de 2019. Os dados foram tabulados no programa Excel e suas análises realizadas no SPSS. As notificações apresentaram ausência em 96,0% no endereço do paciente, 99,2 % da quantidade do medicamento não estava escrita por extenso e em 100% estavam ausentes a assinatura do responsável pela dispensação. Em contrapartida, foram encontrados todos os dados de padronização para impressão nas notificações. Os resultados mostram a negligência dos profissionais envolvidos, quanto ao seu papel no cumprimento da lei, abrindo margem para falhas no tratamento farmacoterapêutico.</p> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8804 Parto humanizado o papel da doula e a visão do enfermeiro 2021-08-06T11:25:15-03:00 Jayne Lins de Souza jaynelins2@gmail.com Rafaella Barreto Borges de Castro rafaellacastroi@hotmail.com Maria Salete Vaceli Quintilio saletevaceli@senaaires.com.br <p>A humanização da Assistência ao Parto garante à mulher respeito emocional, cultural, educacional e físico, onde uma ‘doula’ pode ser escolhida como acompanhante antes e durante e após o parto, oferecendo a assistência necessária para o bem-estar da gestante e induzindo um parto mais rápido e diminuindo intervenções obstétricas. Este estudo trata-se de uma revisão de literatura que tem o intuito de identificar o conhecimento dos profissionais de enfermagem sobre a doula no parto humanizado. A pesquisa utilizou-se de bases de dados científicas gratuitas, onde foram selecionadas obras publicadas em português entre 2015 a 2020. Este estudo aponta que as doulas podem proporcionar um apoio emocional, conforto físico e mental, onde são utilizados métodos não-farmacológicos para alívio da dor e estabelece um vínculo entre a equipe de saúde e a mulher. No entanto, para alguns profissionais da saúde, o trabalho da doula é dispensável, pois reconhecem que as práticas utilizadas são de competência da enfermagem.</p> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/4935 Atenção farmacêutica à gestantes portadoras de pré-eclâmpsia 2021-02-23T02:03:53-03:00 Vanessa Pereira Sousa sousavanessapereira@gmail.com Elaine de Paula Mendonça Franqueiro elainepaulamf@hotmail.com Cléria Bragança cleria.braganca@hotmail.com Guilherme Silva de Mendonça guilherme.silva@ufu.br <p><strong>Resumo</strong>: O presente estudo tem como principal objetivo relatar a importância do cuidado farmacêutico nas pacientes com pré-eclampsia na gestação. Esta doença tem como característica, concomitantemente, a hipertensão arterial sistêmica, edema e proteinúria. A metodologia foi a de revisão bibliográfica em sites da Pubmed e SciELO. Entre os resultados, observou-se que a pré-eclampsia tipo leve acomete a maioria dos casos, sendo em média 30% os casos graves. A prevenção da progressão da doença se dá por meio de medicamentos como hidralazina, metildopa e nifedipino, incluindo sulfato de magnésio para a prevenção de crises convulsivas e o parto representa a cura da doença. Na tentativa de melhorar ou prevenir a enfermidade a Atenção Farmacêutica, uma prática exclusiva do profissional farmacêutico, contribui para que os níveis pressóricos sejam controlados, devido à utilização da farmacoterapia correta, para que assim se possa prevenir o desenvolvimento da doença e obter um prognóstico favorável da gestação.</p> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/4936 A utilização da passiflora incarnata l. No tratamento da ansiedade 2021-02-23T02:05:48-03:00 Tayna Paranhos Costa Correia taynnaparanhos@yahoo.com.br Marclênia Eduardo Ramos ma.nutricao@yahoo.com.br Beatriz Regina da Silva reginagava@yahoo.com.br Cléria Bragança cleria.braganca@hotmail.com Aida Ubaldino Cruz aida@limacruz.com.br Guilherme Silva de Mendonça guilherme.silva@ufu.br <p>Este estudo objetiva verificar na literatura o uso do fitoterápico <em>Passiflora incarnata L. </em>no tratamento da ansiedade, que apresenta prevalência entre os transtornos psiquiátricos na população em geral. A revisão bibliográfica foi realizada no período de maio de 2017 a março de 2018, nas bases de dados científicas MEDLINE, PubMed e LILACS. Utilizou-se os descritores <em>Passiflora incarnata L.</em>, ansiedade, fitoterapia. Incluiu de qualidade metodológica que avaliaram os efeitos da <em>Passiflora incarnata L</em>. no tratamento da ansiedade. Resultados demonstraram poucos estudos realizados em humanos, sendo a maioria realizada em animais, com extratos da folha da planta. Conclui que há necessidade de ampliar os estudos relacionados a esse tema, pois popularmente a Passiflora spp pode ser utilizada como ansiolítico.</p> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/9335 Manejo clínico da covid-19 pela equipe multidisciplinar na atenção primária à saúde 2021-12-14T17:18:14-03:00 Cícera Cryslany Soares Sales Pereira cryslanyflor@hotmail.com Rachel de Sá Barreto Luna Callou Cruz rachel.callou@hotmail.com Thaís Rodrigues de Albuquerque thaysrodrigues_albuquerque@hotmail.com Rose Lídice Holanda lidiceholanda@gmail.com Diane Sales Vieira dianesales.enf@hotmail.com <p>Objetivou-se descrever o manejo clínico da COVID-19 na APS, com o intuito de reunir e sintetizar as recomendações acerca da atuação multidisciplinar. Trata-se de um estudo qualitativo, o qual utilizou a técnica de revisão narrativa como aporte metodológico, realizado nas bases de dados <em>Medical Literature Analyses and Retrieval System Oline </em>(MEDLINE), <em>Literatura Latino Americana em Ciências da Saúde</em> (LILACS) e Base de Dados de Enfermagem (BDENF), no Banco de dados <em>National Library of Medicine National Institutes of Health</em> (PubMed) e nos boletins epidemiológicos do Ministério da Saúde. Utilizou-se como critério de inclusão artigos publicados no ano de 2020 e como critério de exclusão estudos incompletos que não respondia a questão norteadora, os descritores usados foram infecções por coronavírus, atenção primária à saúde e saúde pública. Dentre os 19 estudos que atenderam aos critérios, sete são internacionais, todos foram publicados no ano de 2020. O manejo clínico da COVID-19 pela Atenção Primária em Saúde se dá por meio da identificação do caso suspeito, aplicação dos serviços de telessaúde, medidas para evitar o contágio, estratificação da gravidade da síndrome gripal, tratamento dos casos leves, isolamento domiciliar e notificação de casos suspeitos. A atuação da equipe multidisciplinar na Atenção Primária à Saúde é fundamental para redução das desigualdades em saúde, por isso é uma ferramenta vital no combate a pandemia.</p> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/9468 Intervenções educativas em medicina transfusional: uma revisão integrativa 2021-12-14T17:28:34-03:00 Vitória de Souza Siqueira vitoriasiqueira21@gmail.com Silvestre Savino Neto savino@ufpa.br <p>A falta de conhecimento por parte dos profissionais de saúde pode levar a um aumento do risco de mortalidade e morbidade associada à transfusão de sangue. Os currículos oferecem pouco espaço para esse tema. O presente estudo objetiva analisar as intervenções educativas em medicina transfusional. Para isso, consultaram-se bases eletrônicas de dados, a partir dos descritores: Transfusão, Medicina Transfusional e Educação em Saúde. Várias são as opções propostas como intervenções educacionais. É necessário que estas se estabelecem na forma de educação continuada e que um processo avaliativo rigoroso validado seja aplicado.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Transfusão, Medicina Transfusional, Educação em Saúde</p> <p>&nbsp;</p> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/10112 Vamos dar o troco: 2022, a hora da virada chegou! 2021-12-30T17:14:21-03:00 Professor Doutor Jorge Costa do Nascimento jcnascimento@uesb.edu.br <p>O ano de 2021 está se esvanecendo, e com ele, minguou o investimento na ciência brasileira que sofreu diversos ataques levando ao pedido de demissão dos cargos de chefia de diretores e diretoras do INEPE e da CAPES, só para citar exemplos. No entanto, os ataques do (des)governo brasileiro não se limitaram a apenas os órgãos de acompanhamento e fomento à pesquisa no Brasil, também a diversas outras instâncias, Institutos de Pesquisas, TSE, INPE, IBAMA, ONGs, enfim a todo Funcionalismo Público Federal, dentre outros ataques...</p> 2021-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Saúde.com