Revista Saúde.com https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc <section style="text-align: justify; padding: 3px;">A <strong>Revista Saúde.com (RSC)</strong> é um órgão de divulgação científica na área da saúde, abrangendo as sub-áreas das <em>Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Psicologia e Odontologia</em>, entre outras. A <strong>RSC</strong> aceita a submissão de artigos em português, sendo necessário também o resumo na versão em português e inglês.</section> <section style="text-align: justify; padding: 3px;"> <section></section> </section> Edições UESB pt-BR Revista Saúde.com 1809-0761 Vivência dos estudantes de odontologia da Universidade Estadual de Feira de Santana nos componetes curriculares da área de saúde coletiva (2013-2018) https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8053 <p>Este trabalho tem como objetivo relatar as experiências de alunos do curso de Odontologia através da vivência nos estágios nos componentes curriculares de Saúde Coletiva, Saúde Bucal Coletiva e Estágios em Clínica Odontológica Integrada. Estas disciplinas desenvolvem atividades com a comunidade diretamente nas Unidades de Saúde da Família e começam no primeiro e seguem até o décimo semestre. Trata-se de relato da vivência nos estágios da disciplina na UEFS durante toda sua formação, destacando suas impressões e salientando a importância da mesma para a formação de um profissional completo. Concluímos que nossa experiência durante os estágios que realizamos durante a graduação na Universidade Estadual de Feira de Santana foram fundamentais para a aquisição de conhecimentos acerca da saúde coletiva e do funcionamento do Sistema Único de Saúde. A todo momento, os alunos foram instigados a procurar soluções coletivas para a resolução dos problemas de saúde da comunidade, focando sempre na prevenção de doenças, &nbsp;evitando priorizar a prática curativista. As equipes das Unidades de Saúde da Família&nbsp; sempre foram muito acolhedoras, facilitaram o desenvolvimento das atividades propostas ao longo dos semestres e mostraram que é possível, profissionais de diferentes áreas trabalharem de uma maneira integrada para melhorar o atendimento da população.</p> <p>&nbsp;</p> Ana Áurea Alécio de Oliveira Rodrigues Daiane Monique Lira de França Daisy Silva de Melo Maria Janaína Ramos Almeida Letícia Santos Souza Lísia Daltro Borges Alves Lísia Daltro Borges Alves Mayumi Souza Nishiuchi Mayumi Souza Nishiuchi Patrícia Camila Souza Silva Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-04-22 2022-04-22 18 1 10.22481/rsc.v18i1.8053 Relato sobre a assistência de enfermagem à gestante com incompetência istmo cervical https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8474 <p>O objetivo do artigo foi relatar a experiência na aplicação do processo de enfermagem por acadêmicos de enfermagem a uma gestante com incompetência istmo cervical. Trata-se de um estudo descritivo, do tipo relato de experiência realizado em um serviço de atenção hospitalar no interior cearense, em abril de 2019. Todas as etapas do Processo de Enfermagem somadas à consulta obstétrica. O foco principal do acompanhamento esteve em diagnósticos de enfermagem como: risco de binômio mãe-feto perturbado relacionado a complicações gestacionais e risco de sangramento relacionado a complicação gestacional, elaborados pelos estudantes; além de ações de monitoramento constante e escuta qualificada que corroboraram para o bom andamento do quadro clínico. O cuidado à gestante com incompetência foi possível através da aplicação do processo de enfermagem. Nesse sentido possibilitou a promoção da saúde, melhora do estado materno fetal, potencializou&nbsp; o cuidado de enfermagem no contexto investigado possibilitando um olhar centrado no indivíduo, qualificando o estudante para a postura profissional da saúde.</p> João Cruz Neto Roana Bárbara de Almeida Gouveia Emanuel Messias Silva Feitosa Vitória Alves de Moura Jacieliton Martins Teles da Silva Morais Maria de Fátima Esmeraldo Ramos Figueiredo Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-04-22 2022-04-22 18 1 10.22481/rsc.v18i1.8474 Telemonitoramento da Terapia Ocupacional na Pandemia da Covid-19: Cenário No Sul Do Brasil https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8473 <p>O presente artigo buscou relatar as experiências da Terapia Ocupacional diante da prática do telemonitoramento durante a pandemia da COVID-19. O presente relato abarca a experiência do Curso de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Pelotas em dois campos de estágio no município de Pelotas/RS no período de 1º de outubro a 23 de dezembro de 2020. O telemonitoramento foi realizado tanto individualmente quanto em grupos. Os encontros eram realizados por videochamada, mensagens ou áudios utilizando-se as redes sociais, de acordo com as preferências e necessidades de cada caso/grupo, apresentando duração média de 60 minutos. Foram trabalhadas diversas demandas de cunho social, relativas à saúde física e mental, educacionais e culturais. A partir do encaminhamento inicial, eram identificadas outras possíveis demandas do usuário e, por conseguinte, eram traçados os objetivos e o plano de tratamento. A experiência com telemonitoramento nos mostrou que, apesar de apresentar limitações, essa pode tornar-se mais uma ferramenta utilizada pelo profissional da saúde no pós pandemia. Ainda que haja um fator dificultador que é a distância física, é possível estabelecer um bom vínculo com o usuário. Entretanto, o telemonitoramento demandou a adaptação da prática com novas formas e tecnologias de tratamento, associadas a algumas estratégias direcionadas, principalmente, à saúde mental, visando minimizar os impactos e efeitos da pandemia.</p> Maitê Peres de Carvalho Paola Quevedo Rivas Andréa Gonçalves Brandão Fernanda Capella Rugno Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-04-22 2022-04-22 18 1 10.22481/rsc.v18i1.8473 Avaliação do serviço de limpeza e desinfecção de superfícies em um hospital universitário em Recife – PE. https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8066 <p>O ambiente hospitalar é considerado um reservatório de microrganismos causadores de infecção, o contato com superfícies contaminadas são responsáveis por 20% das infecções nosocomiais. Portanto, a pesquisa teve como objetivo a avaliação do serviço de limpeza e desinfecção de superfícies em um hospital universitário em Recife - PE. Estudo transversal com abordagem quantitativa descritiva, realizado no período de agosto a outubro de 2019. A coleta de dados foi realizada através de um formulário contendo quatro domínios: técnicas operacionais, equipamentos e acessórios, controle de qualidade e relacionamento com o cliente. Os dados foram processados pelo Microsoft Office Excel 2007. Foram avaliados três setores críticos do Hospital, dentre esses apenas o setor de Unidade de Terapia Intensiva alcançou na média, o (score) maioria atendido no domínio de Técnicas operacionais, 75% dos itens presentes no domínio de equipamentos e acessórios, e 60% dos itens presentes no domínio “controle de qualidade” pontuaram o score nada e minoria atendido. Todos os setores afirmaram não terem recebido reclamações dos clientes. A avaliação do serviço de limpeza e desinfecção identificou a necessidade de treinamentos para a equipe, bem como estratégias para o monitoramento e avaliação continua do serviço. Tais medidas minimizam a chance de ocorrência de eventos adversos promovendo segurança ao paciente<strong>.</strong></p> <p><strong>Palavras chaves: </strong>Controle de Infecções; Segurança do Paciente; Gestão da Qualidade; Serviço de Limpeza.&nbsp;</p> Pérola Crislayne Dias de Oliveira Maria da Conceição Cavalcanti de Lira Cristiane Macedo Vieira Viviane de Araújo Gouveia Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-04-22 2022-04-22 18 1 10.22481/rsc.v18i1.8066 Estado nutricional e avaliação do autocuidado no diabetes: análise de grupo com insulinodependentes https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/9724 <p>O aumento na prevalência de diabetes&nbsp;<em>mellitus&nbsp;</em>(DM) gera inúmeras discussões nos programas de saúde&nbsp;coletiva, sendo uma das grandes preocupações na saúde associado ao nível baixo de conhecimento dos pacientes sobre as causas do&nbsp;DM e seu tratamento. Assim, o objetivo foi realizar oficinas sistematizadas em Grupo Operativo de Diabéticos tipo&nbsp;2&nbsp;insulinodependentes, afim de promover o autocuidado, ampliar o conhecimento dos mesmos sobre o tratamento e prevenção de complicações. Trata-se de um estudo de intervenção. Compreendeu seis encontros, sendo um encontro por semana. Foi aplicado um questionário de autocuidado com o diabetes (QAD) e coletados dados antropométricos no primeiro e no último dia de grupo. A idade média foi 62,2±6,9 anos. A maioria era idoso (75%) e possuía ensino fundamental incompleto (62,5%). A maior parte da amostra apresentou excesso de peso/sobrepeso pelo Índice de Massa Corporal (IMC) (75%), no entanto houve uma redução significativa neste índice pós intervenção. Foi verificada correlação moderada e positiva entre circunferência abdominal (CA) pós intervenção e a idade (r=0,69; p&lt;0,05). Os seguimentos avaliados pelo QAD mostraram correlação forte e inversa entre idade, se o paciente seguiu orientação nutricional, e o consumo de cinco ou mais porções de frutas e/ou vegetais, onde quanto maior a idade menor o consumo e o seguimento (r=-0,89; r=-0,83; p&lt;0,05, respectivamente). Constatou-se que o grupo de intervenção multiprofissional foi efetivo para a autonomia da realização do autocuidado sendo verificada uma melhora no cuidado com a doença, suas implicações e cuidados necessários para evitar complicações.</p> Josieli Maria Kosak Gabriela Datsch Bennemann Vania Schmitt Caryna Eurich Mazur Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-04-22 2022-04-22 18 1 10.22481/rsc.v18i1.9724 Consulta de enfermagem no olhar de mulheres atendidas na Atenção Básica durante (UBS) o Pré-Natal https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/9763 <p>A pesquisa teve como objetivo analisar as consultas de Enfermagem durante o pré-natal na atenção básica, sob o olhar de mulheres atendidas nesse contexto. Foi realizada pesquisa com mulheres que já realizaram seu pré-natal nas unidades de saúde de um dos distritos de saúde do Município. Amostra é composta por 10 mulheres e a coleta de dados foi realizada com entrevista semiestruturada, com 21 perguntas objetivas e 14 abertas, cada entrevista levou em média de 20 a 30 minutos. As participantes do estudo realizaram o pré-natal entre 2019 e 2021, com pelo menos 3 consultas do profissional Enfermeiro, têm entre 21 e 35 anos, a maioria se declararam da cor branca, trabalham e têm ensino médio completo. Dessa forma, as consultas de Enfermagem seguem aspectos relacionados ao protocolo e as participantes consideram o acesso às consultas de pré-natal fácil, com exceção de uma das participantes, que ressaltou como ponto negativo a situação pandêmica em que vivemos.</p> Francine da Silva Klafke Ioná Vieira Bez Birolo Valdemira Santina Dagostin Rozilda Lopes de Souza Paula Ioppi Zugno Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-04-22 2022-04-22 18 1 10.22481/rsc.v18i1.9763 Fatores associados à presença simultânea de hipertensão e diabetes em idosos nordestinos: estudo de base populacional https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/8742 <p>O objetivo do presente estudo foi investigar fatores associados à simultaneidade de hipertensão e diabetes autorreferidos em idosos nordestinos. Trata-se de um estudo transversal de base populacional com idosos (≥ 60 anos), residentes nas capitais do Nordeste do Brasil, entrevistados pelo VIGITEL em 2017 (n=6.793). Variáveis demográficas, socioeconômicas, de estilo de vida e de condições de saúde foram utilizadas no modelo hierárquico proposto para os fatores associados à simultaneidade de hipertensão e diabetes. Regressão de Poisson foi utilizada, e as razões de prevalências com seus respectivos intervalos de confiança a 95%. A prevalência simultânea de hipertensão e diabetes entre os idosos foi de 17,3%. Prevalências superiores a 18% foram observadas em Fortaleza, Natal e Salvador. No modelo de regressão hierárquico, observou-se que os fatores que aumentaram a prevalência simultânea de hipertensão e diabetes em mais de 25% foram: faixa etária entre 70 a 74 anos, cor da pele preta e escolaridade ≤ 4 anos de estudo. Referente ao estilo de vida e condições de saúde, o consumo de bebida alcoólica, a inatividade física e a avaliação ruim do estado de saúde também apresentaram associação positiva e significativa com estas morbidades. Prevalência particularmente elevada foi observada entre os idosos com sobrepeso. A partir destes dados, ressalta-se a necessidade de ações em saúde na região Nordeste, visando à promoção da saúde e a prevenção de agravos direcionadas aos idosos.</p> Laís Alves Rocha Sandra Rêgo de Jesus Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-04-22 2022-04-22 18 1 10.22481/rsc.v18i1.8742 Utilização de anti-inflamatórios não esteroides em idosos: uma revisão integrativa https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/9372 <p>O objetivo do presente estudo foi descrever os principais AINEs utilizados por idosos e as consequências de seu uso para esse grupo de pacientes. Para isso foi realizado a partir de fontes secundárias, por meio de levantamento bibliográfico mediante revisão integrativa da literatura. Para a seleção dos artigos foram utilizadas três bases de dados eletrônicas: National Library of Medicine (PubMed), Scientific Eletronic Library Online (SciELO) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) utilizando os Descritores em Ciências da Saúde previamente identificados. Foram identificados 216.320 artigos nas bases de dados consultadas, após análise baseada nos critérios de inclusão e exclusão 26 artigos foram selecionados para construir a presente revisão. No total, observou-se que os medicamentos mais citados foram: diclofenaco (15,8%), ácido acetilsalicílico (14,5%), ibuprofeno (13,16%), dipirona (9,2%) e paracetamol (8%). As inadequações do uso de AINEs em idosos identificados foram o uso de medicamentos inapropriados para idosos (36,36%) e automedicação (33,3%). Os idosos constituem uma população altamente vulnerável à utilização dos AINEs e automedicação. Grande parte desses indivíduos faz uso dessa classe de medicamentos devido ao pouco conhecimento sobre os mesmos e dos danos que estes podem acarretar ao organismo.</p> Douglas da Silva Oliveira Isabela Roseno Guimarães Maria Amanda Sousa Rêgo Caroline Tianeze de Castro Lucas Santana Coelho da Silva Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-04-22 2022-04-22 18 1 10.22481/rsc.v18i1.9372 Simultaneidade de fatores de risco à saúde em universtários: uma revisão sistemática https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/9628 <p>O objetivo foi sistematizar os artigos científicos sobre simultaneidade de fatores de risco à saúde em universitários. Pesquisou-se na <em>National Library of Medicine </em>(PUBMED), <em>Scientific Electronic Library Online </em>(SciELO), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Literatura Latino- americano e do Caribe em Ciências de Saúde (Lilacs), <em>Scopus</em>, <em>Science Direct </em>e <em>Web of Science</em>. Os estudos foram avaliados conforme características metodológicas, diretrizes de avaliação crítica, prevalências e os fatores associados a coocorrência. Foram encontrados 5.598 artigos e 11 fizeram parte desta revisão. Observou-se prevalências de dois ou mais fatores de riscos de 9,3% a 95,4%. Na maioria dos estudos, o baixo consumo de frutas e vegetais, níveis insuficientes de atividades física, fumar e consumo de álcool foram os fatores de risco mais investigados, por outro lado, também houve a investigação de pressão arterial, colesterol total, HDL, LDL e obesidade. Os critérios de definição de coocorrência foram diversos e os instrumentos mais utilizados foram questionários. Associaram-se a coocorrência de fatores de risco, as mulheres, estudantes do terceiro ano ou mais e de classes sociais C, D e E. Conclui-se que há uma falta de padronização de critérios para avaliação de coocorrência, e a utilização de vários instrumentos, notando-se uma discrepância entre as prevalências de ter pelo menos dois fatores de riscos.</p> Gildeene Silva Farias Mariana da Silva Ferreira Gerleison Ribeiro Barros Thiago Ferreira de Sousa Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-04-22 2022-04-22 18 1 10.22481/rsc.v18i1.9628 Tratamento profilático contra a Covid-19 no Brasil, um risco inútil. https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/9082 <p>O Brasil experimentou e experimenta um tratamento preventivo em larga escala contra a Covid-19, sem fundamentação científica, utilizando um conjunto de medicamentos que vai desde vermífugos a antibióticos, antimaláricos e outros. São discutidos os riscos, as razões, as implicações e as responsabilidades que envolvem esse tipo de procedimento. Destaca-se que além da política errática em relação à pandemia do governo brasileiro ocorre o apoio e suporte de parte da comunidade médica brasileira, o que cria um complicador no alcance dessas prescrições, pela confiança da população nesse grupo profissional.</p> Heslley Silva Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-04-22 2022-04-22 18 1 10.22481/rsc.v18i1.9082 Tuberculose: desafios e estratégias para o combate à doença no contexto brasileiro https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/10125 <p>Trata-se de resenha crítica sobre o o guia relacionado ao controle da Tuberculose publicado pelo Ministério da Saúde em 2021</p> Ewelin Wasner Machado da Silva Carla Jorge Machado Copyright (c) 2022 Revista Saúde.com https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-04-22 2022-04-22 18 1 10.22481/rsc.v18i1.10125