Exploração e superexploração dos assalariados na indústria de transformação do Brasil (2002-2014)

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/ccsa.v22i3.16838

Palabras clave:

Força de trabalho. Salário mínimo necessário. Superexploração. Teoria do valor.

Resumen

Entre 2002 y 2014, la economía brasileña creció, con mejoras en los indicadores del mercado laboral. Sin embargo, al mismo tiempo, se sabe que en la etapa actual del capitalismo existe un fuerte proceso de precariedad laboral en las economías de mercado. Considerando que el desarrollo del capitalismo brasileño está plagado de contradicciones, este artículo busca investigar, en el contexto mencionado, qué es más favorable para los asalariados brasileños, si y en qué sentido hubo un cambio en la composición (absoluta y relativa) del contingente de esta clase trabajadora en la industria manufacturera entre los explotados y los superexplotados. La metodología utilizada es descriptiva y explicativa. Para ello, utilizando microdatos de la PNAD/IBGE, se construyó una tipología en la que los asalariados se clasifican como explotados y superexplotados. Y, como proxy del valor de la fuerza laboral, se utilizó el salario mínimo calculado por el DIEESE. Los resultados de la investigación muestran que, aún después de más de una década de gobierno del Partido de los Trabajadores, en la que se observó una reducción en el número de trabajadores sobreexplotados en la industria manufacturera, en 2014 todavía existía una alta participación de trabajadores sobreexplotados en la muestra analizada.

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Biografía del autor/a

Carlos Alves do Nascimento, Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Ceará (1995), mestrado em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (2002) e doutorado em Economia Aplicada pela Universidade Estadual de Campinas (2005). Atualmente é Professor do Programa de Pós-Graduação do Instituto de Economia da Universidade Federal de Uberlândia. Ministra as disciplinas Economia Agrária I e Desenvolvimento Socioeconômico na graduação e a disciplina Teorias do Desenvolvimento na pós-graduação. É parecerista de periódicos científicos do Brasil. Pesquisa nas áreas de economia rural e do desenvolvimento, tendo como temas a agricultura familiar, as mudanças no mercado de trabalho rural e a pluriatividade das famílias rurais, as políticas públicas, a pobreza rural e a reprimarização da economia nacional. Recebeu, da SOBER, prêmio de Honra ao Mérito pela Dissertação de Mestrado. A Tese de Doutorado foi publicada em livro.

Marcos Antônio Tavares Soares, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Doutorando no Instituto de Economia da Unicamp, área de concentração Economia Social e do Trabalho. Mestre em Economia pela Universidade Federal de Campina Grande (2003) e graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Feira de Santana (1999) . Atualmente é prof. efetivo da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), leciona Economia Internacional e Economia do Trabalho e Economia Política. Pesquisador do Núcleo sobre Trabalho, Política e Sociedade (NETPS). Autor de diversos artigos publicados em revistas (Novos Rumos, Em Pauta/ESS/UERJ, DCSA/UESB, etc) e do livro "Trabalho Informal: da funcionalidade à subsunção ao capital" Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Economia do Trabalho e dos Setores Populares, atuando principalmente nos seguintes temas: Dinâmica do capitalismo, trabalho Informal e precarização. 

Joacir Rufino de Aquino, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte

Doutorando em Geografia (UFRN). Professor e pesquisador da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN/Campus de Assú).

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Publicado

2025-12-22

Cómo citar

NASCIMENTO, Carlos Alves do; SOARES, Marcos Antônio Tavares; RUFINO DE AQUINO, Joacir. Exploração e superexploração dos assalariados na indústria de transformação do Brasil (2002-2014). Cadernos de Ciências Sociais Aplicadas, [S. l.], v. 22, n. 3, p. 77–90, 2025. DOI: 10.22481/ccsa.v22i3.16838. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/ccsa/article/view/16838. Acesso em: 10 jun. 2026.

Número

Sección

Artigos