O uso de anti-inflamatórios por jogadores de futebol profissional da região do sudoeste da Bahia

Autores

  • Kelle Oliveira Silva Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
  • Fernando Novaes Souza Faculdade Independente do Nordeste
  • Geysa Donária de Miranda Mascarenhas Faculdade Independente do Nordeste
  • Érika Pereia de Souza Universidade Federal da Bahia
  • Geysa Silva Santos Faculdade Independente do Nordeste
  • Gladistone Correia Messias Universidade Federal da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.22481/exon.v8i1.20440

Palavras-chave:

Anti-inflamatórios, Jogadores, Futebol profissional

Resumo

O objetivo dessa pesquisa foi avaliar como é o uso de anti-inflamatórios, de que forma e em quais circunstâncias os jogadores de futebol profissional os utilizam, abordando qualitativamente as questões relacionadas ao tema e discutir a crítica a respeito desta problemática. A metodologia consistiu em um estudo do tipo exploratório descritivo e a coleta dos dados realizada através de entrevista semiestruturada. A pesquisa foi realizada com jogadores de futebol profissional que participaram do campeonato baiano de 2015, pautada nas condições e frequência em que os jogadores usavam estes medicamentos para amenizar as dores e problemas musculares relacionadas à sua atividade profissional. Constatou-se que 83% dos jogadores usaram medicamento para dor no último campeonato, 46% já jogou pressionado usando anti-inflamatórios, 80% acham os anti-inflamatórios importantes na saúde do jogador e 94% se sentem melhor com o uso, demonstrando risco, uma vez que muitos passam a usar indiscriminadamente tal medicamento.

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Publicado

2017-06-29

Como Citar

SILVA, Kelle Oliveira; SOUZA, Fernando Novaes; MASCARENHAS, Geysa Donária de Miranda; SOUZA, Érika Pereia de; SANTOS, Geysa Silva; MESSIAS, Gladistone Correia. O uso de anti-inflamatórios por jogadores de futebol profissional da região do sudoeste da Bahia. Exatas Online, [S. l.], v. 8, n. 1, p. 19–26, 2017. DOI: 10.22481/exon.v8i1.20440. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/exon/article/view/20440. Acesso em: 2 out. 2026.