A resistência das mulheres nos espaços acadêmicos: transdisciplinaridade para o cuidado comunitário
DOI:
https://doi.org/10.22481/rg.v10.18294Resumo
A partir das Pedagogias do Sul, aprendemos sobre a importância do nosso território e como ele permeia cada passo que damos enquanto mulheres. Decidimos agir a partir da Faculdade de Estudos Superiores Iztacala – UNAM, porque é o espaço por onde transitamos diariamente, na encruzilhada de comunidades marcadas pela violência, pelo perigo e pelas sequelas de uma necropolítica avassaladora que nos assombra. Assim, sob a perspectiva da psicologia comunitária, promovemos um encontro com as artes, a autodefesa feminista, o diálogo com mães vítimas de feminicídio, a interrupção voluntária da gravidez, o bordado e os primeiros socorros. A arte foi nossa guia, e o resultado foi um encontro transdisciplinar de nós – acadêmicas, administradoras e estudantes – colocando nossos corpos como territórios no centro da nossa luta, compartilhando cuidado e conhecimento coletivo para uma resistência digna dentro da academia, mas sobretudo, para além de seus muros. Concluímos que esses espaços de abertura são necessários e devemos fortalecê-los a partir de uma perspectiva ético-política, relacional-dialética e complexa, a fim de visualizar e construir um horizonte emancipatório.
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