Geografías del Buen Vivir: Resistencias Contracoloniales de Mujeres Rurales Brasileñas
DOI:
https://doi.org/10.22481/rg.v10.18554Palabras clave:
Mujeres Rurales; Resistencias; ContracolonialidadResumen
Este estudio se propone explorar las prácticas de cuidado, ejes de lucha y las resistencias a la colonialidad del poder que emergen de las experiencias de mujeres rurales brasileñas, especialmente aquellas organizadas en torno a la Marcha de las Margaritas, directamente impactadas por el extractivismo predatorio que las oprime. Adoptamos una metodología cualitativa, pautada en una revisión bibliográfica crítica para comprender las estrategias y luchas de mujeres rurales, de territorialidades no centrales, contra las estructuras de poder patriarcal, colonial, racista y agrocapitalista. Así, las mujeres rurales – en Brasil y también en Abya Yala – emergen como una fuerza movilizadora y de resistencia colectiva, que sostiene modos de vida y asegura la continuidad de la propia existencia, en la construcción de una “Geografía del Buen Vivir” ante el proyecto colonial que reverbera hasta la contemporaneidad.
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