Black women and Afro-diasporic feminism on the agenda Brazil-Colombia
DOI:
https://doi.org/10.22481/rg.v4i2.6531Abstract
El presente documento busca evidenciar las formas de opresión, dominación y explotación que experimentan las mujeres negras em Brasil y Colombia, y el feminismo afrodiasporico como alternativa de sus movimentos para la creación de una agenda común de resistência. Se presentan algunos elementos de análisis interseccional que permiten percibir que entre dichas categorias existen articulaciones que hacen imposible assumir la primacia de una sobre otra. Se realtan algunas características de la población negra en estos territórios, evidenciando las analogias de la diáspora africana en la reinvención de la vida en diversas geografias. Así como las principales semejanzas en las estrategias de resistencia de las mujeres negras, resaltando las características comunes en la lucha contra el capitalismo patriarcal de supremacia blanca.
Downloads
References
ARAÚJO, Clara. Marxismo, feminismo e o enfoque de gênero, in: Revista Crítica Marxista, n. 11. São Paulo: Boitempo, 2000.
ARBOLEDA, Katherine; VERGARA, Aurora. Feminismo afrodiaspórico. Una agenda emergente del feminismo negro em Colombia. Universitas Humanística, 78, 2014, p, 109-134.
ARBOLEDA, Santiago. Plan Colombia: descivilización, genocidio, etnocidio y destierro afrocolombiano. In: NÓMADAS, 45, 2016. P, 75-89.
ARCHILA, Mauricio. Paradoxos na construção da democracia colombiana. In: Sociedade civil e democracia na América Latina: crise e reinvenção da política. SciELO - Centro Edelstein. 2007.
CAICEDO, José Antonio. Diáspora africana: claves para comprender las trayectorias afrodescendientes. In: Cátedra de Estudios Afrocolombianos. Aportes para maestros. Universidad del Cauca- Ministerio de Educación Nacional. Popayán, 2008, pp. 82-97
CARDOSO, Francilene. Capitalismo, Crise e Genocído de Negras e Negros: uma análise dalógica do genocídio contemporâneo. VIII Jornada Internacional Políticas Púbicas, um século de reforma e revolução, 2017.
COLÔMBIA. Afrocolombianos población com huellas de africania. Ministerio de Cultura. 2010.
CISNE, Mirla. Gênero, divisão sexual do trabalho e serviço social. 2. ed. São Paulo: Outras Expressões, 2015. 152p.
______. Relações sociais de sexo, “raça”/etnia e classe: uma análise feminista-materialista. In: Temporalis, Brasília, 14, n. 28, p. 133-149, jul./dez. 2014.
DAVIS, Ângela. Mulheres Raça e Classe. São Paulo: Boitempo, 2016.
DEVREUX, Anne-Marie. A teoria das relações socais de sexo: um quadro de análise sobre a dominação masculina. In: Sociedade e Estado, Brasilia, v. 20, n 3, p. 561-584, set./dez. 2005.
DURANS, Claudicea. Mulher Negra: trajetória de opressão e resistência, in: Raça & Classe. Teoria Política e Revolucionária, n, 3, 2015.
ENGLES, F. A origem da Família, da propriedade Privada e do Estado. In. Estágios pré-históricos de cultura; A família; tradução de Leandro Konder. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 16ªed, 2002.
FERREIRA, Mary. OS BASTIDORES DA TRIBUNA: Mulher, Política e Poder no Maranhão. 2006. 272 f. Tese (Doutorado em Sociologia) – Faculdade de Ciências e Letras, Universidade Estadual Paulista, Araraquara, 2006.
_________ [et. al.]. Direitos iguais para sujeitos de direito: empoderamento de mulheres e combate à violência doméstica. São Luís: EDUFMA: Fórum Estadual de Mulheres, 2016.
GOHN, M. da G. Teoria dos movimentos sociais paradigmas clássicos e contemporâneos. São Paulo: Loyola, 1997.
GUIRALDELLI, Reginaldo; ENGLER, Helen Barbosa Raiz. As Categorias Gênero E Raça/Etnia como Evidências da Questão Social: Uma Reflexão no âmbito do Serviço Social. Serviço Social & Realidade, Franca, v. 17, n. 1, 2008, p. 248-267.
HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. Trad. Marcelo Brandão Cipolla. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2013.
IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2009. IBGE, 2009.
_____. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua consolidado de primeiras entrevistas. 2012. Disponível em: <https://www.ibge.gov.br/estatisticas-novoportal/sociais/trabalho/9221-sintese-de-indicadores-sociais.html?=&t=resultados>. Acesso em 6 abr. 2018.
LEFEBVRE, Henri. A produção do espaço. Trad. Doralice Barros Pereira e Sérgio Martins (do original: La production de l’espace. 4e éd. Paris: Éditions Anthropos, 2000). 2006. Disponível em: http://www.mom.arq.ufmg.br/mom/arq_interface/1a_aula/A_producao_do_espaco.pdf. Acesso em 13 fev. 2017.
MANDEL, Ernest. Teoria Marxista do Estado. Lisboa: Edições Antídoto, 1977. Disponível em: <http://www.marxists.org/portugues/mandel/ano/mes/teoria.htm>. Acesso em 20 mai. 2017.
MORENO, Vicenta; MORNAN, Debaye. ¿Y el Derecho a la Ciudad? Aproximaciiones al racismo, la dominación patriarcal y las estratégias de resistência en Cali, Colombia. Revista CS [em linea], 2015. Disponível em: <http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=476347228005>. Acesso em 6 abr. 2018.
MORENO, Cristina; MUÑOZ, Ofir. De la Esclavitud a la Servidumbre: Mujeres negras, Dominación patriarcal y Empleo doméstico en Cali. In: BIDASECA, Karina (comp.). Feminismos y poscolonialidad 2. Ediciones Godot. 2016.
PNUD Colombia. Los afrocolombianos frente a los objetivos de desarrollo del milenio. Disponível em: <http://www.undp.org/content/dam/colombia/docs/ODM/undp-co-odmafrocolombianos-2012.pdf>. Acesso em 6 abr. 2018.
RIAL, Carmen; LAGO, Mara Coelho de Souza; GROSSI, Miriam Pillar. Relações sociais de sexo e relações de gênero: entrevista com Michèle Ferrand. Rev. Estud. Fem., Florianópolis, v. 13, n. 3, p. 677-690, Dec. 2005 . Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0104-026X2005000300013>. Acesso em 6 abr. 2018.
SILVA, Maria Nilza Da. O Negro no Brasil: um problema de raça ou de classe? In: Revista Mediações, Londrina, v.5, n.2, jul/dez. 2000, p, 99-124.
VIVEROS, Vigoya, Mara. La interseccionalidade: una aproximación situada a la dominación. In: Debate Feminista. 52. 2016. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1016/j.df.2016.09.005>. Acesso em 6 abr. 2018.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2020 Geopauta

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Dos Direitos Autorais
Os autores mantêm os direitos autorais de forma irrestrita e concedem à Geopauta a primeira publicação com o trabalho simultaneamente licenciado em CC BY, que permite que outros compartilhem com reconhecimento da autoria de cada autor na publicação inicial nesta revista.
Propriedade Intelectual e Termos de uso
A Geopauta adota a política de Acesso Livre em Conformidade com o Acesso Aberto- OAC recomendado pelo DOAJ e em conformidade com os Critérios SciELO, sob uma licença Creative Commons CC By Attribution 4.0 International License, permitindo acesso gratuito imediato ao trabalho e permitindo que qualquer usuário leia, baixe, copie, distribua, imprima, pesquise ou vincule aos textos completos dos artigos, rastreie-os para indexação, passe-os como dados para software ou use-os para qualquer outra finalidade legal.
A Geopauta atribui a licença CC BY. onde é permitido sem restrições:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial. desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original.
Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original.




