A consolidação da centralidade na cidade de Vitória: influência do complexo cafeeiro na formação territorial e no desenvolvimento do Espírito Santo.
DOI:
https://doi.org/10.22481/rg.v9.17058Palavras-chave:
desenvolvimento, centralidade, economia cafeeiraResumo
A pesquisa aborda o advento do café e sua dinâmica de produção e comercialização como o fator primordial de impulso da economia do Espírito Santo para um crescimento gradual ao longo dos anos. Objetivando comprender sua influência sobre a realidade socioeconômica e espacial do Estado, este estudo baseou-se numa pesquisa bibliográfica voltada ao entendimento dos fatos que estabeleceram a economia cafeeira como indutora do desenvolvimento capixaba até a primeira metade do século XX. Como resultado, houve independência diante do circuito comercial cafeeiro do Rio de Janeiro, produção de novos espaços geográficos, expansão urbana e consolidação da centralidade da capital Vitória, que passou a polarizar a produção cafeeira de ampla região, tornando-se praça comercial de alcance internacional.
Downloads
Referências
ALMADA, V. P. F.. A escravidão na história econômico-social do Espírito Santo 1850-1888. Dissertação de mestrado apresentada ao programa de pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal Fluminense, 1981.
ARARIPE, D. A.. História da Estrada de Ferro Vitória a Minas 1904 a 1954. Rio de Janeiro: Companhia Vale do Rio Doce (Coleção Rio Doce), 1954.
BITTENCOURT, G. A. M.. A formação econômica do Espírito Santo: o roteiro da industrialização. Vitória, Ed. Cátedra, 1987.
BUFFON, J. A.. O café e a urbanização no Espírito Santo: aspectos econômicos e demográficos de uma agricultura familiar. Dissertação de mestrado em Economia apresentada ao Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas,1992, 386 p.
CANO, W. Padrões diferenciados das principais regiões cafeeiras (1850-1930). Revista Estudos econômicos (USP/IPE), vol. 15, n. 2. São Paulo: 1985.
CARVALHO, A. S. A geografia histórica da Estrada de Ferro Vitória a Minas (1904–2020): um registro. Terra Brasilis [Online], 16 | 2021, posto online no dia 31 de dezembro de 2021. URL: http://journals.openedition.org/terrabrasilis/10282; DOI: https://doi.org/10.4000/terrabrasilis.10282
CELIN, J. L.. Migração europeia, expansão cafeeira e o nascimento da pequena propriedade no Espírito Santo. Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1984.
FALEIROS, R. N; VARGAS, N. C.. A formação econômica do Espírito Santo: complexo cafeeiro, elites e extraterritorialidade na periferia agroexportadora. Anais do IX Congresso Brasileiro de História Econômica e 10ª Conferência Internacional de História de Empresas. Curitiba, 2011, https://www.abphe.org.br/arquivos/rogerio-naques-faleiros-neide-cesar-vargas.pdf.
FRAGOSO, J. L; FLORENTINO, M.. O arcaísmo como projeto: mercado atlântico, sociedade agrária e elite mercantil no Rio de Janeiro (1790-1840). Rio de Janeiro: Sete Letras, 1998.
MARCONDES, R. L.. Diverso e desigual: o Brasil escravista na década de 1870. São Paulo: Funpec Editora, 2009.
MORAES, O.. Por serras e vales do Espírito Santo: a epopeia das tropas e dos tropeiros. Vitória: IHGES, 1989.
QUINTÃO, L. C.. A interiorização da capital pela estrada de ferro sul do Espírito Santo. Dissertação de mestrado ao Programa de Pós-Graduação em História das Relações Sociais Políticas da Universidade Federal do Espírito Santo, 2008.
ROSA, L. B. R. A.. Uma ferrovia em questão: a Vitória a Minas 1890-1940. Vitória: Fundação Ceciliano Abel de Almeida, 1985.
SIQUEIRA, M. P. S. O desenvolvimento do Porto de Vitória 1870-1940. 2 Ed. Vitória, CODESA, 1995.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Rafael Gonring

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International License.
Dos Direitos Autorais
Os autores mantêm os direitos autorais de forma irrestrita e concedem à Geopauta a primeira publicação com o trabalho simultaneamente licenciado em CC BY, que permite que outros compartilhem com reconhecimento da autoria de cada autor na publicação inicial nesta revista.
Propriedade Intelectual e Termos de uso
A Geopauta adota a política de Acesso Livre em Conformidade com o Acesso Aberto- OAC recomendado pelo DOAJ e em conformidade com os Critérios SciELO, sob uma licença Creative Commons CC By Attribution 4.0 International License, permitindo acesso gratuito imediato ao trabalho e permitindo que qualquer usuário leia, baixe, copie, distribua, imprima, pesquise ou vincule aos textos completos dos artigos, rastreie-os para indexação, passe-os como dados para software ou use-os para qualquer outra finalidade legal.
A Geopauta atribui a licença CC BY. onde é permitido sem restrições:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial. desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original.
Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original.




