O conceito de trabalho no Brasil no século XVIII: o combate à ociosidade, à vadiagem e à preguiça

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DOI:

https://doi.org/10.22481/politeia.v20i1.8706

Abstract

Os limites cronológicos que separam as obras de Gregório de Mattos (1968, 7v.), Luís dos Santos Vilhena 1969, 3v.), Pedro Taques de Almeida Paes Leme (1976, 3t.) ou Marcelino Pereira Cleto (1900) e José Arouche de Toledo Rendon (1978) marcaram a mudança de mentalidade em relação ao trabalho e o lugar dos habitantes na sociedade brasileira. O Iluminismo – que aceitou e propagou as novas ideias de Denis Diderot, Voltaire, David Hume, Adam Smith e outras, defendidas em Paris –, mas especialmente as teorias de Jean-Jacques Rousseau, debatidas na Academia de Dijon, mudaram esse conceito na cultura luso-brasileira, especialmente em relação ao trabalho.

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Author Biography

Maria Helena Ochi Flexor, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Professora Emérita da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP).

Published

2021-08-16

How to Cite

FLEXOR, Maria Helena Ochi. O conceito de trabalho no Brasil no século XVIII: o combate à ociosidade, à vadiagem e à preguiça. Politeia - História e Sociedade, [S. l.], v. 20, n. 1, p. 208–225, 2021. DOI: 10.22481/politeia.v20i1.8706. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/politeia/article/view/8706. Acesso em: 21 may. 2026.