O simbolismo do cavaleiro andante entre Literatura e História

Autores/as

  • Ana Márcia Alves Siqueira

DOI:

https://doi.org/10.22481/politeia.v13i2.3710

Palabras clave:

Cavaleiro andante, História, Identidade nacional, Literatura

Resumen

A imagem do cavaleiro andante, herói guerreiro e paladino do amor, é uma das mais caras à literatura portuguesa desde sua formação. A partir deste pressuposto, este artigo objetiva discutir como essa figura altamente simbólica, trabalhada por diferentes autores ao longo da história literária portuguesa, funciona como um paradigma da identidade nacional, entrelaçando literatura e história. Assim, de Galaaz e Amadis de Gaula, passando pelo cavaleiro negro, de Alexandre Herculano, e o desencantamento deste herói, realizado por Antero de Quental, pretendemos discutir a condensação dos diferentes aspectos deste simbolismo retomados pelo romance Cavaleiro Andante (1983), de Almeida Faria, visto aqui como uma crítica aguda à dependência do imaginário português a este herói guerreiro de cariz salvacionista.

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Publicado

2015-07-06

Cómo citar

SIQUEIRA, Ana Márcia Alves. O simbolismo do cavaleiro andante entre Literatura e História. Politeia - História e Sociedade, [S. l.], v. 13, n. 2, 2015. DOI: 10.22481/politeia.v13i2.3710. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/politeia/article/view/3710. Acesso em: 21 may. 2026.