Alfabetização e justiça social: contribuições de um projeto de extensão fundamentado no método sociolinguístico
DOI:
https://doi.org/10.22481/recuesb.v13i24.18815Palavras-chave:
Justiça Social., Projeto de Extensão., Alfabetização., Método Sociolinguístico., Ensino Explícito e Sistemático.Resumo
Este artigo apresenta os resultados de uma intervenção pedagógica fundamentada no Método Sociolinguístico de Alfabetização, desenvolvida com uma turma do 1º ano do Ensino Fundamental de uma escola pública. A experiência integrou o Projeto de Extensão “Alfabetização como justiça social: o desafio de garantir a aprendizagem inicial da leitura e da escrita aos educandos no contexto da pandemia da COVID-19”, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), realizado em parceria com a escola-campo e a Secretaria Municipal de Educação de Jequié. A iniciativa está vinculada à linha de pesquisa Formação de Professores Alfabetizadores e Aspectos Epistemológicos da Aprendizagem da Língua Escrita (PROALFA), do Grupo de Estudos em Formação, Políticas e Práticas Educativas e Curriculares (GEFORPECC). Metodologicamente, a intervenção pautou-se em práticas pedagógicas dialógicas e contextualizadas, orientadas por reflexões críticas acerca das transformações sociopolíticas, culturais e tecnológicas do cenário contemporâneo. Os resultados evidenciam que as estratégias adotadas favoreceram o processo de apropriação da leitura e da escrita pelas crianças, contribuindo para a compreensão da alfabetização como prática de justiça social.
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