Percepções e vivências de mulheres brasileiras sobre a violência obstétrica: uma revisão integrativa

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22481/rsc.v22i2.18450

Palavras-chave:

Violência obstétrica, Mulheres, Trabalho de parto, Direitos reprodutivos, Humanização do parto

Resumo

Objetivou-se analisar as experiências de mulheres brasileiras que vivenciaram a violência obstétrica, identificando impactos físicos, emocionais e sociais, e refletir sobre suas percepções do atendimento durante o parto. Trata-se de revisão integrativa da literatura realizada nas bases SciELO e BVS, incluindo LILACS e BDENF, com os descritores “Mulheres”, “Trabalho de Parto” e “Violência Obstétrica” combinados pelo operador AND. Foram incluídos artigos em português, publicados entre 2020 e 2025, com dados primários sobre mulheres que vivenciaram o parto. Após triagem e leitura completa, seis estudos compuseram a amostra final. Os resultados mostraram que a violência obstétrica é recorrente, incluindo episiotomia sem consentimento, manobra de Kristeller, ofensas verbais e negação de acompanhante, afetando principalmente mulheres jovens, negras e com baixa escolaridade. Muitas não reconhecem essas condutas como violência, reforçando sua invisibilidade e naturalização. Conclui-se que é essencial fortalecer a formação humanizada dos profissionais e promover políticas que garantam um parto respeitoso e centrado na mulher.

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Publicado

2026-09-30

Como Citar

SANTOS, Jasmine Borges; COSTA, Maria Luiza Santana da; LEAL, Olívia Novais; SANTANA, Tércia Souza; GOMES, Amanda de Alencar Pereira; BARRETO, Luciana de Jesus Araújo. Percepções e vivências de mulheres brasileiras sobre a violência obstétrica: uma revisão integrativa . Saúde.com, [S. l.], v. 22, n. 3, p. 125–139, 2026. DOI: 10.22481/rsc.v22i2.18450. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/rsc/article/view/18450. Acesso em: 10 out. 2026.

Edição

Seção

Artigos de revisão