Prevalência de quedas em idosos acometidos por Acidente Vascular Encefálico (AVE)

Autores

  • Pietro Araújo dos Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Palavras-chave:

Idoso, Acidente Cerebral Vascular, Prevalência, Acidentes por Quedas

Resumo

Este estudo é do tipo transversal, exploratório, de caráter descritivo, com o objetivo de verificar a prevalência de quedas e fatores associados em idosos acometidos por Acidente Vascular Encefálico (AVE) atendidos no Núcleo Municipal de Prevenção e Reabilitação Física do Município de Jequié (NUPREJ). A população do estudo foi composta por 22 idosos, sendo utilizado como instrumento de coleta de dados o Mini Exame do Estado Mental e um questionário composto por características sócio demográficas e aspectos de saúde. Os resultados do estudo evidenciaram uma prevalência de quedas em 78,9% dos indivíduos, além do que 42,1% dos idosos apresentavam hipertensão arterial sistólica e 36,8% diabetes mellitus, do mesmo modo, 63,8% apresentavam alguma alteração visual. Portanto é necessário o desenvolvimento e a aplicação de ações que venham evitar a ocorrência de quedas em idosos com comprometimento neurológico.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

FREITAS MC, MARUYAMA SAT, FERREIRA TF, MOTTA AMA. Perspectivas das pesquisas em gerontologia e geriatria: revisão da literatura. Rev. Latino Americana de Enfermagem. 2009; 10(2).

LAVINSKY AE, VIEIRA TT. Processo de cuidar de idosos com acidente vascular encefálico: sentimentos dos familiares envolvidos. Acta Scientirum Health Sciences. 2004; 26(1): 41-45.

SOMCHINDA A, FERNANDES FC. Saúde e qualidade de vida na Terceira Idade: uma introspecção dos idosos institucionalizados. [monografia] Brasília: ABO; 2003.

CLARK GS, SIEBENS HC. Reabilitação Geriátrica. In: Delisa, J.Á.; Gans, B.M. Tratado de Medicina de Reabilitação: Princípios e Práticas. São Paulo: Editora Manole; 2002.

ISHIZUZA MA. Tradução para o português e validação do teste POMA II “Performance-Oriented Mobility Assessmente II”. Tese de Doutorado em Medicina. Faculdade de Medicina. São Paulo, Universidade de São Paulo. 2008.

SILVA F. Acidente vascular cerebral isquêmico-prevenção: aspectos atuais - É preciso agir. Rev. Medicina interna. 2004; 11(2): 99-108.

O’SULLIVAN SB, SCHIMITZ TJ. Fisioterapia Avaliação e Tratamento. 5ª edição. São Paulo: Editora Manole; 2010.

VIANA FP, LORENZO APC, OLIVEIRA EF, MENDES RS. Medida de independência funcional nas atividades de vida diária em idosos com seqüelas de acidente vascular encefálico no Complexo Gerontológico Sagrada Família de Goiânia. Rev. Brasileira de Geriatria e Gerontologia. 2008; 11(1).

MARTINS FLM. et al. Eficácia da eletroestimulação funcional na amplitude de movimento de dorsiflexão de hemiparéticos. Rev. em Neurociências. 2004; 12(2).

FABRÍCIO SC, RODRIGUES RA, COSTA JUNIOR ML. Causas e consequências de quedas de idosos atendidos em hospital público. Rev. Saúde Pública. 2004; 38(1): 93-99.

WEBBER AA. Avaliação da propensão a quedas em idosos institucionalizados e não institucionalizados correlacionando com o nível de cognição e equilíbrio. [monografia] Cascavel: UNIOESTE; 2004.

PERRACINI MC, RAMOS LR. Fatores associados a quedas em uma coorte de idosos residentes na comunidade. Rev. Saúde Pública. 2002; 36(6): 709-716.

RIBEIRO AP, SOUZA ER, ATIE S, SOUZA AC, SCHOILITHZ AO. A influência das quedas na qualidade de vida de idosos. Rev. Ciência e Saúde Coletiva. 2008; 13(4): 1265-1273.

BRASIL. IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo 2010. [Citado 2011 Mai 19]. Disponível em: http://www.ibge.gov.br.

FOLSTEIN MF, FOLSTEIN SE, MCHUGH PR. Mini-Mental State: a practical method for grading the cognitive state of patients for the clinician. J. Psychiat. 1975; 12(1): 189-198.

BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 196, de 10 de outubro de 1996. Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas Envolvendo Seres Humanos.

SIQUEIRA FV, FACCHINI LF, PICCINI RX, TOMASI E, THUMÉ E, SILVEIRA DS, VIEIRA V, HALLAL PC. Prevalência de quedas em idosos e fatores associados. Rev. Saúde Pública. 2007; 41(5): 749-756.

BORGES PS, FILHO LENM, MASCARENHAS CHM. Correlação entre equilíbrio e ambiente domiciliar como risco de quedas em idosos com acidente vascular encefálico. Rev. Brasileira de Geriatria e Gerontologia. 2010; 13(1): 41-50.

CARLOS AP, HAMANO IH, TRAVENSOLO CF. Prevalência de quedas em idosos institucionalizados no Lar das Vovozinhas e Lar dos Vovozinhos da cidade de Londrina. Rev. Kairós. 2009; 12(1): 181-196.

SILVA TM et al. A vulnerabilidade do idoso para as quedas: análise dos incidentes críticos. Rev. Eletrônica de Enfermagem. 2007; 9(1): 64-78.

Downloads

Publicado

2013-01-16

Como Citar

DOS SANTOS, Pietro Araújo. Prevalência de quedas em idosos acometidos por Acidente Vascular Encefálico (AVE). Saúde.com, [S. l.], v. 9, n. 2, p. 40–48, 2013. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/rsc/article/view/241. Acesso em: 25 maio. 2026.

Edição

Seção

Artigos originais