EPIDEMIOLOGIA DA LEISHMANIOSE VISCERAL EM UM MUNICÍPIO DA BAHIA

Authors

  • Polyana Leal Silva
  • Tâmina de Lima Alves
  • Paloma Natal Teixeira
  • Josiane dos Santos Pereira
  • Milena Thaís Vilasboas Gomes
  • Marcela Andrade Rios

Abstract

Trata- se de um estudo descritivo e transversal, de cunho epidemiológico, realizado entre os meses de abril e agosto de 2014 no município de Guanambi- BA, utilizando de dados do SINAN e do Departamento de Vigilância Epidemiológica, referente aos dados de notificação e de confirmação deLV para os anos de 2008 a 2012, com o objetivo de descrever os casos notificados e aqueles confirmados de leishmaniose visceral, no período de 2008 a 2012, quanto aos aspectos sociodemográficos dos indivíduos e investigação dos casos. Foram encontradas 111 notificações no período, sendo 14 notificações relativas ao ano de 2008 (12,6%), 26 (23,4%) de 2009, 27 (24,3%) de 2010, 22 (19,8%) em 2011 e também 19,8% em 2012. O sexo masculino foi o mais frequente, na faixa etária menor de 10 anos de idade. Do total de casos notificados, 73% foram confirmados, especialmente pelo critério laboratorial. As taxas de letalidades encontradas foram crescentes nos anos estudados, chegando a 13,6% em 2012. Portanto,enfatiza-se a necessidade de medidas preventivas, bem como a qualidade de assistência diagnóstica e de tratamento, buscando evitar novos casos e o acometimento de óbitos e sequelas.

Downloads

Download data is not yet available.

References

WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal. Leishmaniose visceral canina: um manual para clínico veterinário. Rio de Janeiro; 2011. p. 3-9. Disponível em: http://pt.slideshare.net/layaneholanda/manual-leishmaniose.

Neves DP. Parasitologia Humana. São Paulo: Atheneu; 2011.

Alvar J, Vélez DI, Bern C, Herrero M, Desjeux P, Cano J, et al. Leishmaniasis Worldwide and Global Estimates of Its Incidence. PLoS One. 2012; 7(5): e35671.

WHO - World Health Organization. Control of the leishmaniases: Report of a meeting of the WHO Expert Committee on the Control of Leishmaniases, Geneva, 22-26 March 2010. WHO Tech. Rep. Ser. Geneva; 2010. p. 1-202. Disponível em: http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/44412/1/WHO_TRS_949_eng.pdf.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Manual de vigilância e controle da leishmaniose visceral. 1. ed. Brasília: Ministério da Saúde; 2014. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br.

Lopes EGP, Magalhães DF, Silva JA, Haddad JPA, Moreira EC. Distribuição temporal e espacial da leishmaniose visceral em humanos e cães em Belo Horizonte-MG, 1993 a 2007. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. 2010; 62(5): 1062-1071. Disponível em: http://www.scielo.br.

Brasil. Ministério da Saúde. DATASUS - Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br.

Bahia. Secretaria de Saúde do Estado (SESAB). Diretoria de Vigilância Epidemiológica. Situação da Leishmaniose Visceral (LV): Estado da Bahia, 2013. Disponível em: http://www.suvisa.ba.gov.br.

Alvarenga DG, Escalda PMF, Costa ASV, Monreal MTFD. Leishmaniose visceral: estudo retrospectivo de fatores associados à letalidade. Rev. Soc. Bras. Med. Trop. 2010; 43(2): 194-97. Disponível em: http://www.scielo.br.

Oliveira LS, Neto RVD, Braga PET. Perfil Epidemiológico dos Casos de Leishmaniose Visceral em Sobral, Ceará no período de 2001 a 2010. SANARE. 2013; 12(1): 13-19. Disponível em: https://sanare.emnuvens.com.br/sanare/article/download/323/258.

Góes MAO, Jeraldo VLS, Oliveira AS. Urbanização da leishmaniose visceral: aspectos clínicos e epidemiológicos em Aracaju, Sergipe, Brasil. Rev. Bras. Med. Fam. Comunidade. 2014; 9(31): 119-26. DOI: http://dx.doi.org/10.5712/rbmfc9(31)685.

Barbosa IR. Epidemiologia da Leishmaniose Visceral no estado do Rio Grande do Norte, Brasil. Revista de Epidemiologia e Controle de Infecção. 2013; 3(1): 17-21. Disponível em: https://online.unisc.br.

Leite AI, Araújo LB. Leishmaniose Visceral: aspectos epidemiológicos relacionados aos óbitos em Mossoró-RN. Rev. Patol. Trop. 2013; 42(3): 301-8. Disponível em: http://www.revistas.ufg.br.

Ceará. Secretaria de Saúde do Estado (SESA). Núcleo de Vigilância Epidemiológica. Informe Epidemiológico Leishmaniose Visceral: Estado do Ceará. 2016. Disponível em: http://www.saude.ce.gov.br.

Bahia. Estado da Bahia. Resumo Contratual. Diário Oficial de Guanambi; 06 fev. 2010. Disponível em: http://www.guanambi.ba.gov.br.

Silvana SE, Gaioso IAC. Leishmaniose Visceral no Estado do Pará. Artigo Original. Belém, Pará; 2013. Disponível em: http://files.bvs.br.

Borges LFNM, Lopes EGP, Freitas ACPD, Silva MX, Haddad JPA, Silva JAD, et al. Prevalência e distribuição espacial da leishmaniose visceral em cães do município de Juatuba, Minas Gerais, Brasil. Cienc. Rural. 2014; 44(2): 352-57. Disponível em: http://www.scielo.br.

Barata RA. Controle da leishmaniose visceral no município de Porteirinha, estado de Minas Gerais, no período de 1998 a 2003. Rev. Soc. Bras. Med. Trop. 2011; 44(3): 386-88. Disponível em: http://www.scielo.br.

Brasil. Ministério da Saúde. Leishmaniose visceral: recomendações clínicas para redução da letalidade. Brasília: Ministério da Saúde; 2015. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância em saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 2014.

Published

2017-08-21

How to Cite

LEAL SILVA, Polyana; DE LIMA ALVES, Tâmina; NATAL TEIXEIRA, Paloma; DOS SANTOS PEREIRA, Josiane; THAÍS VILASBOAS GOMES, Milena; ANDRADE RIOS, Marcela. EPIDEMIOLOGIA DA LEISHMANIOSE VISCERAL EM UM MUNICÍPIO DA BAHIA. Saúde.com, [S. l.], v. 13, n. 3, 2017. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/rsc/article/view/3326. Acesso em: 25 may. 2026.

Issue

Section

Artigos originais