ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL FARMACÊUTICO FRENTE À DISTANÁSIA
DOI:
https://doi.org/10.22481/rsc.v15i3.4616Resumo
A distanásia é uma palavra empregada constantemente em hospitais e pouco conhecida por pacientes, familiares e profissionais da área da saúde. Traz consigo várias questões a serem debatidas em relação aos recursos terapêuticos disponíveis no momento. Este trabalho consiste em uma revisão narrativa da literatura, realizada através de uma pesquisada bibliográfica nas bases de dados SciELO, PubMed e Medline, sobre o que é distanásia e o objetivo dessa prática, com o intuito de salientar a participação do farmacêutico frente à distanásia. Identificou-se que este profissional junto a equipe de saúde possibilita uma orientação correta com relação a determinados medicamentos, contribui na escolha da medicação e na identificação dos problemas referente a terapia farmacológica. Concluindo, desta forma, que o mesmo é indispensável para a prevenção, promoção e recuperação da saúde.
Downloads
Referências
Felix ZC, et al. Eutanásia, distanásia e ortotanásia: revisão integrativa da literatura. Ciênc. Saúde Coletiva. 2013; 18(9): 2733-2746.
Kovács MJ. A caminho da morte com dignidade no século XXI. Rev. Bioét. 2014; 22(1): 94-104.
Ferreira APJ, Souza LJ, Lima AAF. O Profissional de Saúde frente à distanásia: uma revisão integrativa. Bioethikos. 2011; 5(4): 462-469.
Santana JCB, Rigueira ACM, Dutra BS. Distanásia: reflexões sobre até quando prolongar a vida em uma Unidade de Terapia Intensiva na percepção dos enfermeiros. Bioethikos. 2010; 4(4): 402-411.
Santos DA, et al. Reflexões bioéticas sobre a eutanásia a partir de caso paradigmático. Rev. Bioét. 2014; 22(2): 367-372.
Nunes MI, Anjos MF. Diretivas antecipadas de vontade: benefícios, obstáculos e limites. Rev. Bioét. 2014; 22(2): 241-251.
Lorenzetti J, et al. Tecnologia, inovação tecnológica e saúde: uma reflexão necessária. Texto Contexto Enferm. 2012; 21(2): 432-439.
Silva FS, Pachemshy LR, Rodrigues IG. Percepção de enfermeiros intensivistas sobre distanásia em unidade de terapia intensiva. Rev. Bras. Ter. Intensiva. 2009; 21(2): 148-154.
Nunes L. Do ensino da bioética e as escolhas temáticas dos estudantes. Rev. Bioét. 2017; 25(3): 512-526.
Hermes HR, Lamarca ICA. Cuidados paliativos: uma abordagem a partir das categorias profissionais de saúde. Ciênc. Saúde Coletiva. 2013; 18(9): 2577-2588.
Viana SSC, Arantes T, Ribeiro SCC. Intervenções do farmacêutico clínico em uma Unidade de Cuidados Intermediários com foco no paciente idoso. Einstein (São Paulo). 2017; 15(3): 283-288.
Pereira LRL, Freitas O. A evolução da Atenção Farmacêutica e a perspectiva para o Brasil. Rev. Bras. Ciênc. Farm. 2008; 44(4): 601-612.
Ribeiro SZRS, et al. Custos e qualidade de vida de pacientes em cuidados paliativos. Rev. Enferm. UFPE Online. 2018; 12(6): 1688-1695.
Oliveira MZP, Barbas S. Autonomia do idoso e distanásia. Rev. Bioét. 2013; 21(2): 328-337.
Silva JAC, et al. Distanásia e ortotanásia: práticas médicas sob a visão de um hospital particular. Rev. Bioét. 2014; 22(2): 358-366.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2019 Saúde.com

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
