Perfil epidemiológico da esquistossomose mansônica na I gerência regional de saúde de Pernambuco (I geres), no período de 2018 a 2022
DOI:
https://doi.org/10.22481/rsc.v20i3.14401Palabras clave:
esquistossomose mansônica, epidemiologia, notificaçãoResumen
A Esquistossomose Manssônica (EM) é uma doença transmitida pela água causada pelo Schistosoma mansoni e persiste como um problema de saúde pública no Brasil. Este estudo analisou o perfil epidemiológico da Esquistossomose Mansônica na I Gerência Regional de Saúde de Pernambuco, de 2018 a 2022. A pesquisa é descritiva, retrospectiva e de abordagem quantitativa. Os resultados mostraram que Recife e Chã de Alegria apresentaram o maior número de casos notificados, com maior frequência na faixa etária de 20 a 59 anos. Houve um aumento nas taxas de cura e consequente redução de óbitos por EM no ano de 2021, indicando a eficácia dos tratamentos. O controle da doença depende de ações preventivas, saneamento básico e educação em saúde, fundamentais para controlar a doença. Este estudo enfatiza a importância de melhorar a qualidade dos dados e estabelecer um monitoramento eficiente da EM em Pernambuco
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