Mortalidad por accidentes de tránsito en Jequié, Bahía, entre 2010 y 2020.
DOI:
https://doi.org/10.22481/rsc.v22i1.17133Palabras clave:
Registros de mortalidad, Perfil epidemiológico, accidentes de tráficoResumen
RESUMEN Este estudio tuvo como objetivo analizar la tasa de mortalidad por accidentes de tránsito terrestre (ATT) entre los residentes de Jequié-BA, en el periodo 2010-2020. Se trata de un estudio epidemiológico ecológico de series temporales, realizado con datos de defunciones por lugar de ocurrencia, extraídos del Sistema de Información de Mortalidad (códigos V01 a V89 de la 10.ª Clasificación Internacional de Enfermedades). Los datos se tabularon y analizaron en Excel. Se calculó la frecuencia absoluta, el porcentaje y la tasa de mortalidad general anual. En el periodo analizado, se registraron 390 defunciones por accidentes de tránsito terrestre. La tasa de mortalidad general fue de 2,41 defunciones/1000 h. En el periodo analizado se observó una reducción y variabilidad en la tasa. Entre las defunciones, el 85,4 % afectó a hombres; el 23,1 % pertenecía al grupo de edad de 25 a 34 años; el 19,2 % tenía entre 4 y 7 años de escolaridad; el 59,2 % era mestizo; y el 41,5 % era soltero. En cuanto al medio de transporte, los más frecuentes fueron: motocicletas (38%) y automóviles (31,8%). La tasa de mortalidad más alta se registró en 2010 y la más baja en 2017. Se concluye que en el municipio de Jequié, en el periodo comprendido entre 2010 y 2020, se produjo una reducción en la tasa de mortalidad por accidentes de tránsito, siendo más frecuente en hombres, jóvenes y adultos jóvenes, con bajo nivel educativo, solteros y de raza/color mixto.
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