PERFIL DE EVENTOS ADVERSOS RELACIONADOS AO TRATAMENTO DE CRIANÇAS COM TEA: IMPLICAÇÕES PARA A FARMACOVIGILÂNCIA
DOI:
https://doi.org/10.22481/rsc.v21i4.19111Palabras clave:
Uso no indicado en la etiqueta, Farmacovigilancia, Psicotrópicos, Transtorno del Espectro AutistaResumen
Descrever o perfil de notificações de EA envolvendo medicamentos que no se utilizan en el tratamiento de niños con TEA. Foro evaluados de EA asociados con el uso no autorizado de psicofármacos, utilizando una base de datos del sistema de notificación de ANVISA – VigiMed. Foram analisadas 520 notificações relatadas, sendo incluídas 1.608 suspeitas de EA a medicamentos por Sistema Órgão Classe, dos quais destacanam-se os distúrbios psiquiátricos com um mayor cuantitativo de EAs relacionados, bem como a gravidade das reações por medicamento, os quais envolveram notificações de óbitos, Ameaça à vida, hospitalización ou su prolongación y otros efectos clínicamente significativos. Al analizar los datos, tomando en consideración la región brasileña, se evidencia una distribución desigual de las notificaciones entre las regiones, con desastres para el Sudeste. Foi possível observar ainda que el mayor número de notificações de EAs relacionados a psicofármacos utilizados por crianças no Brasil, por tipo de entrada, foi realizado por empresas farmacéuticas (61,53%). Se observa un leve predominio del sexo masculino (47,88%), que puede estar asociado, entre otros factores, con mayor prevalencia del TEA sin población. Diante dos fatos discutidos ficou evidente a importância da farmacovigilância no monitoramento de EAs relacionados a medicamentos devido aos riscos inerentes ao use off-label de psicofármacos em pediatria, bem como a relevância que o registro de EAs possui na garantia da segurança do paciente.
Descargas
Citas
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. DSM-5: Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Artmed Editora. 2014.
Martins F. Transtorno do Espectro Autista: entenda os sinais. Ministério da Saúde; 3 de novembro de 2022. Acesso em: 2 de novembro de 2025. Disponível em: [https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/abril/tea-saiba-o-que-e-o-transtorno-do-espectro-autista-e-como-o-sus-tem-dado-assistencia-a-pacientes-e-familiares]
SHAW KA, WILLIAMS S, PATRICK ME, VALENCIA-PRADO M, DURKIN MS, HOWERTON EM, et al. Prevalence and early identification of autism spectrum disorder among children aged 4 and 8 years—Autism and Developmental Disabilities Monitoring Network, 16 Sites, United States, 2022. MMWR. Surveillance Summaries. 2025; v.74, n. 2. DOI: 10.15585/mmwr.ss7402a1.
BERTAGLIA B. Uma a cada 36 crianças é autista, segundo CDC. Autismo e Realidade. 14 de abril de 2023. Acesso em 10 de novembro de 2025. Disponível em: [https://autismoerealidade.org.br/2023/04/14/uma-a-cada-36-criancas-e-autista-segundo-cdc/]
SIQUEIRA B. Censo 2022 identifica 2,4 milhões de pessoas diagnosticadas com autismo no Brasil. Agência IBGE Notícias. 23 de maio de 2025. Acesso em 1 de novembro de 2025. Disponível em: [https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/43464-censo-2022-identifica-2-4-milhoes-de-pessoas-diagnosticadas-com-autismo-no-brasil]
MEDEIROS AMT, NASCIMENTO CJA do, MENDEZ AV, TRINDADE J dos S, LEITE FL, JACINTO LA, et al. Transtorno do Espectro Autista (TEA): Uma análise dos critérios diagnósticos e abordagens clínicas atuais. Revista DCS. 2025; 22(81): e3240-e3240. DOI: 10.54899/dcs.v22i81.3240.
Transtorno do espectro autista. Organização Pan-Americana da Saúde. 2 de novembro de 2025. Disponível em: [https://www.paho.org/pt/topicos/transtorno-do-espectro-autista]
OLIVEIRA PL de, SOUZA APR de. Terapia com base em integração sensorial em um caso de Transtorno do Espectro Autista com seletividade alimentar. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional. 2022; 30: e2824. DOI: 10.1590/2526-8910.ctoRE21372824.
LEITE L dos A, LEÃO TCCC, MACÊDO VCB de C, ALBUQUERQUE IRF de, ARAÚJO IGL de, NETO GTS, et al. Terapia farmacológica versus intervenções comportamentais em crianças com TDAH e TEA: uma revisão crítica da literatura. Revista Contemporânea. 2024; 4(4): e3824-e3824. DOI: 10.56083/RCV4N4-142.
NASCIMENTO GFR, SILVA PEM da, GUEDES JP de M. Avaliação dos métodos farmacológicos no Transtorno do Espectro Autista (TEA): a importância da medicação no tratamento em crianças e adolescentes. Research, Society and Development. 2021; 10(14): e511101422442-e511101422442. DOI:10.33448/rsd-v10i14.22442.
CÂMARA K, LEMOS MM, ROSSI B, GERDES M de O, SMITH PAC, FINOCCHIO ALAF, et al. Uso off-label de medicamentos no Brasil: revisão integrativa da literatura. Conexão Ciência (Online). 2025; 20(2): e149-165. DOI: 10.24862/cco.v20i2.1891.
PANDE MNR, AMARANTE PD de C, BAPTISTA TW de F. Este ilustre desconhecido: considerações sobre a prescrição de psicofármacos na primeira infância. Ciência & Saúde Coletiva. 2020; 25: e2305-2314. DOI: 10.1590/1413-81232020256.12862018.
CORREIA E de C, FIGUEIREDO LCP, CHAVES AAM, LOPES MC, RIBEIRO NCML, OLIVEIRA CB de, et al. Psicofarmacologia no transtorno do espectro autista. Brazilian Journal of Health Review. 2022; 5(3): e10704-10711. DOI: 10.34119/bjhrv5n3-228.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. O que são Eventos Adversos?. Brasília: Ministério da Saúde, 2025.
MENESE DP dos S, MARQUEZ C de O. A importância do farmacêutico na consulta à pacientes pediátricos em uso de medicamentos off-Label. Research, Society and Development. 2021; 10(15): e208101522896-e208101522896. DOI: 10.33448/rsd-v10i15.22896.
DIEL J do AC, HEINECK I, SANTOS DB dos, PIZZOL T da SD. Uso off-label de medicamentos segundo a idade em crianças brasileiras: um estudo populacional. Revista Brasileira de Epidemiologia. 2020; 23: e200030. DOI: 10.1590/1980-549720200030.
QUEIROGA EF de M, SÁ MCBAF de, ALMEIDA DC de, LUNA NMB de, GUEDES TAL. Impactos dos eventos adversos da farmacoterapia no Transtorno do Espectro Autista. Brazilian Journal of Health Review. 2024; 7(9): e74517-e74517. DOI: 10.34119/bjhrv7n9-108.
OLIVEIRA TC de, VIEIRA HK dos S, ELMESCANY SB, GONÇALVES ST, SANTOS VRC dos. Estratégias de promoção para a segurança do paciente: Uma revisão integrativa quanto ao papel do farmacêutico na equipe multidisciplinar. Brazilian Journal of Development. 2021; 7(12): e111801-111818. DOI: 10.34117bjdv7n12-120.
TAVARES JS, FURLAN GRL, SOARES MCC, CANDIDO PGG, RAMOS W de A. Risk of Harm in Pediatrics: Adverse Events Associated with Medication Use. Saúde Coletiva. 2025; 16(99): e16845. DOI: 10.36489/saudecoletiva.2025v15i99p16838-16851.
PASCHOARELLI LC, MEDOLA FO, BONFIM GHC. Características qualitativas, quantitativas e quali-quantitativas de abordagens científicas: estudos de caso na subárea do design ergonômico. Revista de Design, Tecnologia e Sociedade. 2015; 5(1): e1-15. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/design-tecnologia-sociedade/article/view/15699/14030
BARROS NETO SGD, BRUNONI D, CYSNEIROS RM. Abordagem psicofarmacológica no transtorno do espectro autista: uma revisão narrativa. Cadernos de Pós-Graduação em Distúrbios do Desenvolvimento. 2019; 19(2): e38-60. DOI: 10.5935/cadernosdisturbios.v19n2p38-60.
EISSA N, AL-HOUQANI M, SADEQ A, OJHA S, SASSE A, SADEK B. Current enlightenment about etiology and pharmacological treatment of autism spectrum disorder. Frontiers in neuroscience. 2018; 12: e304. DOI: 10.3389/fnins.2018.00304.
FERNANDES JFM. Metodologia sistemática de monitorização e validação da prescrição terapêutica no doente pediátrico [Tese de Doutorado]. Portugal: Universidade de Lisboa. 2022.
ASSIS DO de, SOUZA CR da S, BURITI LCP, MORAIS LMM, OLIVEIRA LML de, FERNANDES LM, et al. As especificidades do tratamento farmacológico e suas indicações no transtorno do espectro do autismo Specificities of pharmacological treatment and indications in autism spectrum disorder. Brazilian Journal of Health Review. 2021; 4(3): e13207-13216. DOI: 10.34119/bjhrv4n3-272.
LIMA MAC de. Farmacoterapia em Crianças com Transtorno do Espectro Autista e TDAH: Um panorama dos efeitos colaterais por meio de revisão de escopo. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. 2025; 11(6): e5586-5601. DOI: 10.51891/rease.v11i6.20144.
FIGUEIREDO MC, GOUVÊA DB, BERTI LP. Perfil dos pacientes com transtorno do espectro autista e outras comorbidades atendidos em uma Faculdade de odontologia. Research, Society and Development. 2022; 11(1): e4311124407-e4311124407. DOI: 10.33448/rsd-v11i1.24407.
DAVIS NO, KOLLINS SH. “Treatment for co-occurring attention deficit/hyperactivity disorder and autism spectrum disorder.” Neurotherapeutics : the journal of the American Society for Experimental NeuroTherapeutics. 2012; 9(3): e518-530. DOI: 10.1007/s13311-012-0126-9.
COPETTI J, ARAUJO RB, GRIMAILOFF L. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (tdah) e transtorno por uso de substâncias. Diretrizes para o Diagnóstico e Tratamento de Comorbidades Psiquiátricas e Transtornos por Uso de Substâncias. Editora Appris; 2021.
MENDES EHF, FREITAS JM da R. Conhecimento da Família sobre o uso da Risperidona no Tratamento das Crianças com TEA: Uma Revisão Bibliográfica. Revista Contemporânea. 2025; 5(6): e8441-e8441. DOI: 10.56083/RCV5N6-093.
FRANCO A de F, TABUTI E, TULESKI SC. Associação de medicamentos controlados em crianças: impactos para o desenvolvimento do psiquismo. Psicologia Escolar e Educacional. 2021; 25: e226575. DOI: 10.1590/2175-35392021226575.
ROCHA GR, BARROS RGM, MOURA ASM, SILVA M de A. Medicalização na Infância: Uma Análise Crítica do uso Excessivo de Psicofármacos no Contexto Educacional. Revista Contemporânea. 2024; 4(1): e81-95. DOI: 10.56083/RCV4N1-004.
INTERNATIONAL COUNCIL FOR HARMONISATION OF TECHNICAL REQUIREMENTS FOR PHARMACEUTICALS FOR HUMAN USE (ICH). Guia Introdutório do MedDRA: versão 27.1. Genebra: ICH. 2024. Acesso em 15 de novembro de 2025. Disponível em: https://alt.meddra.org/files_acrobat/intguide_27_1_Portuguese.pdf.
DIAS PF, MARTINS AA, OLIVEIRA GL da S, ALVARES LEM de B, JESUS RN de, NASCIMENTO DB. Contexto e consequências do uso de psicofármacos em crianças e adolescentes. Revista Educação em Saúde. 2020; 8: e184-195. DOI: 10.22290/2179-0351.2020.v8p184-195.
NAIMAYER KKD, SOUZA M dos S, RODRIGUES TRFA, PRESTES ACR, VELASCO AM, GONÇALVES MPE, et al. Terapia farmacológica na epilepsia: uma revisão sistemática. Cuadernos de Educación y Desarrollo. 2024; 16(10): e5776-e5776. DOI: 10.55905/cuadv16n10-023.
OLIVEIRA BGS de, CALADO JC, PEREIRA PSB, RIVERA JGB. A importância do farmacêutico na orientação ao tratamento do portador de transtorno espectro autista (TEA). Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. 2023; 9(7):e533-544. DOI: 10.51891/rease.v9i7.10617.
CAMPOS AFJ, CAVICHIOLLI A. Erros de Prescrição em Pediatria e Formas de Prevenção: Revisão Bibliográfica. Revista Saúde Dos Vales. 2025; 10(1): e1-14. DOI: 10.61164/fqvajb82.
SANTOS D de O, BUENO LS, PASSOS SG de. Uso indiscriminado de psicotrópicos e o aumento das emergências psiquiátricas. Revista JRG de Estudos Acadêmicos. 2024; 7(14): e141164-e141164. DOI: 10.55892/jrg.v7i14.1164.
CHAGAS RP das, SOUZA WM de. Avaliação de prescrição de medicamentos da atenção primária à saúde do município de Barreiras (BA). Revista de Ciências da Saúde Básica e Aplicada. 2025; 8(1): e86-103. Disponível em: https://revistacientifica.funjob.edu.br/index.php/rcsba/article/view/25.
GOPAUL M, ALTALIB H. Do psychotropic drugs cause seizures?. Epilepsy & Behavior Reports. 2024; 27: e100679. DOI: 10.1016/j.ebr.2024.100679.
MARGARIDO FB. CONSIDERAÇÕES SOBRE O USO DE PSICOFÁRMACOS NO TRATAMENTO DO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA. Revista Psicologia & Saberes. 2022; 11(2) Disponível em: https://cesmac.emnuvens.com.br/psicologia/article/view/1439.
SILVA ORT da, SILVEIRA MM da. O uso de psicofármacos por crianças e adolescentes em um Centro de Atenção Psicossocial Infantil. Infarma-Ciências Farmacêuticas. 2019; 31(3): e210-218. DOI: 10.14450/2318-9312.v31.e3.a2019.pp210-218.
VILELA DAM, NASCIMENTO HB, PALMA SMM. Disfunção gastrointestinal no transtorno do espectro autista e suas possíveis condutas terapêuticas. Debates em Psiquiatria. 2019; 9(4): e34-42. DOI: 10.25118/2763-9037.2019.v9.46.
SALDANHA NB, LOPES GS, LIMA GC de T, FARIA FCF de S de P, MENASCHE ND, VIEIRA LC, et al. Intestino são, mente sã: a ciência por trás do eixo intestino-microbiota-cérebro. Brazilian Journal of Health Review. 2023; 6(5): e25605-25616. DOI: 10.34119/bjhrv6n5-397.
GHANIZADEH A, JAHEDIZADEH S. Teacher Burnout: A Review of Sources and Ramifications. British Journal of Education, Society & Behavioural Science. 2015; 6: e24-39. DOI: 10.9734/BJESBS/2015/15162.
FRIEDRICH ML, BLATTES MW. Psicofármacos na saúde mental: potenciais interações medicamentosas na infância e na adolescência. Disciplinarum Scientia| Saúde. 2021; 22(3): e35-47. DOI: 10.37777/dscs.v22n3-004.
SULEIMAN NMAS, FERREIRA B de RS, MORAES LG, TEXEIRA DA, LIMA AM de C, GUEDES CM de N. Transtorno do espectro autista em crianças e adolescentes: intervenções farmacológicas. Journal of Medical and Biosciences Research. 2025; 2(4): e722-743. DOI: 10.70164/jmbr.v2i4.825.
SOUZA HRM, MALAFAIA CB, LIMA LA, FAUSTINO CG, RODRIGUES ABL, MORAIS E dos S, et al. EFICÁCIA CLÍNICA E TOLERABILIDADE DA RISPERIDONA NO TRATAMENTO DO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA EM CRIANÇAS: UMA REVISÃO DA LITERATURA. LUMEN ET VIRTUS. 2025; 16(46): e1941-1955. DOI: 10.56238/levv16n46-026.
KOUHBANANI SS, KHOSRORAD R, ZARENEZHAD S, ARABI SM. Comparing the effect of risperidone, virtual reality and risperidone on social skills, and behavioral problems in children with autism: A follow-up randomized clinical trial. Archives of Iranian Medicine. 2021; 24(7): e534-541. DOI: 10.34172/aim.2021.76.
AVRAHAMI M, PESKIN M, MOORE T, DRAPISZ A, TAYLOR J, SEGAL-GAVISH H, et al. Body mass index increase in preschoolers with heterogeneous psychiatric diagnoses treated with risperidone. Journal of Psychopharmacology. 2021; 35(9): e1134-1140. DOI: 10.1177/02698811211008592.
GUEDES PAMN, COSTA JP de SP, GONZAGA MAR de M, FERMOSELI AF de O, OLIVEIRA JS de, NETO JAFM. Efeitos positivos e negativos da análise do comportamento aplicada e risperidona em crianças portadoras de autismo. REVISTA FOCO. 2023; 16(7): e2479-e2479. DOI: 10.54751/revistafoco.v16n7-132.
OLIVEIRA J de. Série de Casos de Intoxicação por Medicamentos Anticrise Epiléptica: Registros do Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina [Trabalho de Conclusão de Curso]. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina; 2021.
GAVI GC, COVRE SB, LISBÔA CB, COL LTD, KEFFLER A, BRÊDA IS, et al. ABORDAGENS TERAPÊUTICAS PARA EPILEPSIA EM CRIANÇAS: UMA REVISÃO DAS OPÇÕES DE TRATAMENTO E SEUS ESTUDOS CLÍNICOS. Revista Contemporânea. 2024; 4(11): e6582-e6582. DOI: 10.56083/RCV4N11-089.
SILVA IFM da, SOUSA MNA de. Tratamento medicamentoso e não medicamentoso em pacientes com transtorno do espectro autista: percepção de cuidadores. Research, Society and Development. 2021; 10(10): e293101018857-e293101018857. DOI: 10.33448/rsd-v10i10.18857.
FERREIRA JC, PATINO CM. Perda de seguimento e dados faltantes: questões importantes que podem afetar os resultados do seu estudo. Jornal Brasileiro de Pneumologia. 2019; 45(2): e20190091. DOI: 10.1590/1806-3713/e20190091.
MOREIRA EM de F, ARAÚJO DIAF de. A IMPORTÂNCIA DA INTERVENÇÃO FARMACÊUTICA NO PROCESSO DE VALIDAÇÃO DA PRESCRIÇÃO: GARANTIA DE SEGURANÇA E EFETIVIDADE TERAPÊUTICA. Revista Multidisciplinar do Nordeste Mineiro. 2023; 11(1). DOI: 10.61164/rmnm.v11i1.1600.
WORLD BANK. Pharmacovigilance in Brazil: Creating an Effective System in a Diverse Country. Washington, D.C.: World Bank Group, 2022. Disponível em: https://documents.worldbank.org/
Silva RHP, Costa D, Almeida MF, Ribeiro JG, Oliveira EA. An evaluation of the regional distribution of pediatric medical specialists in Brazil: workforce inequalities and implications for access to care. medRxiv [Preprint]. 2022 [cited 2025 Nov 4];2022.06.15.22276438. Available from: https://doi.org/10.1101/2022.06.15.22276438
SANTOS MR, et al. Prescrição de psicotrópicos em crianças e adolescentes com TEA no Brasil: revisão integrativa. Revista Brasileira de Psiquiatria Infantil. 2013; 31(2), p. 112–122.
GILBERTO CL, et al. Adverse drug reactions in children with autism spectrum disorder: a pharmacovigilance perspective. European Child & Adolescent Psychiatry. 2021; 30(6), p. 873–885.
DOUTOR GC, LEÃO FILHO HR da S, SANTOS TSB, SILVA VRA, NASCIMENTO LL, GUIMARÃES LCK, et al. Efetividade e segurança da risperidona e aripiprazol no tratamento do transtorno do espectro autista: uma revisão narrativa. Revista de Medicina. 2025; 104(1). DOI: 10.11606/issn.1679-9836.v104i1e-227101.
NOGUEIRA G dos S, PEREIRA YA, FARINA JHF, MOREIRA ALD. Alterações cardiovasculares em pacientes com Transtornos do Espectro Autista. Journal Archives of Health. 2025; 6(4): e2792-e2792. DOI: 10.46919/archv6n4espec-15841.
MELO JRR. Farmacovigilância no Brasil: descrição e fatores associados à subnotificação e aos desfechos graves dos eventos adversos a medicamentos [Tese de Doutorado]. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará; 2022.
PUPPIN AM de S, BALBINO CM, OLIVEIRA DF de, RAMOS RM de O, RIBEIRO CB, LOUREIRO LH. Deficiências nas notificações compulsórias: revisão sistemática. CONTRIBUCIONES A LAS CIENCIAS SOCIALES. 2023; 16(11): e27611–27628. DOI: 10.55905/revconv.16n.11-171.
SOUSA AS, SOUSA BS, MELO MLJ, SANTANA JD de, GOIS YDC, CARREGOSA KRS, et al. Subnotificação de eventos adversos ocasionados por medicamentos. Research, Society and Development. 2023; 12(6): e26912642376-e26912642376. DOI: 10.33448/rsd-v12i6.42376.
MOURÃO KQ, MOURÃO KQ, MOURÃO KCQ, OLIVEIRA AM de M. NOTIFICAÇÃO DE EVENTOS: AVANÇOS E DESAFIOS NO CONTEXTO DA SEGURANÇA DO PACIENTE. In: SAÚDE EM FOCO: TEMAS CONTEMPORÂNEOS-VOLUME 2. Editora Científica Digital. 2020;: e186-194. DOI: 10.37885/200700797.
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). VigiMed – Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos. Brasília: ANVISA, 2025.
TAVARES CB, RODRIGUES L. Luna. Mapeando a medicalização infantil e o uso de psicotrópicos entre crianças na literatura brasileira. Revista Mosaico. 2022; 13(1): e62-76. DOI: 10.21727/rm.v13i1.2730.
FOMBONNE E. Epidemiology of pervasive developmental disorders. Pediatric Research. 2020; 87(3), p. 345–352.
MAENNER MJ, et al. Prevalence and characteristics of autism spectrum disorder among children aged 8 years – Autism and Developmental Disabilities Monitoring Network, United States, 2018. MMWR Surveillance Summaries. 2021; 70(11), p. 1–16.
GIACOIA GP, et al. Sex differences in adverse drug reactions in pediatric populations. Journal of Pediatric Pharmacology and Therapeutics. 2019; 24(4), p. 298–308.
MIOLA AC, MIOT HA. Comparação entre variáveis categóricas em estudos clínicos e experimentais. Jornal Vascular Brasileiro. 2022; 21: e20210225. DOI: 10.1590/1677-5449.20210225.
FERREIRA EC, ARCANJO RA, TOLEDO LV, SIMAN AG. Eventos adversos hospitalares: análise da notificação interna e dos motivos para subnotificação nos sistemas oficiais. Rev Rene. 2024; 25: e355. DOI: 10.15253/2175-6783.20242593160.
FERREIRA JS, SILVA JÚNIOR RN da, BATISTA DC de A. Atenção farmacêutica e sua importância nos cuidados em crianças com transtorno do espectro autista (TEA). Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. 2024; 10(6): e388-401. DOI: 10.51891/rease.v10i6.14385.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Saúde.com

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
