Incidencia y factores asociados a alteraciones y/o lesiones orales en poblaciones indígenas brasileñas.
DOI:
https://doi.org/10.22481/rsc.v21i4.19145Palabras clave:
Salud de las poblaciones indígenas; Mucosa oral; Epidemiología; Salud bucal.Resumen
El objetivo de este estudio fue describir la ocurrencia y los factores asociados con alteraciones y/o lesiones orales en poblaciones indígenas brasileñas. La revisión exploratoria extrajo datos de las bases de datos Medline/PubMed y Lilacs/BBO, además de una búsqueda manual en Google Scholar sin restricción de idioma, año o rango de edad. La evaluación de la calidad de la metodología siguió los criterios del Instituto Joanna Briggs. De los 2558 textos identificados, 14 fueron leídos en su totalidad y cuatro fueron incluidos. Todos los estudios incluidos fueron transversales, publicados entre 2004 y 2024, con poblaciones de 11 grupos étnicos, cuatro territorios indígenas en cinco estados brasileños. Las ocurrencias más frecuentes de alteraciones orales fueron lengua fisurada y anquiloglosia, y las lesiones orales fueron de origen reactivo, principalmente hiperplasia. Se identificaron cuatro lesiones orales potencialmente malignas, con queilitis actínica diagnosticada en todos los estudios. Las anomalías/lesiones orales se asociaron con la edad, el sexo y el uso de prótesis dentales, pero no con los ingresos, la educación, el tabaquismo, la diabetes ni la dieta. Dos estudios presentaron una calidad metodológica baja y dos, moderada. Se concluye que hubo una alta incidencia de anomalías y/o lesiones orales entre las poblaciones indígenas brasileñas, y que estas se asociaron con factores demográficos y clínicos, pero no con factores socioeconómicos ni con comportamientos relacionados con la salud.
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