Potencial antimicrobiano do extrato de Schinus terebenthifolius sobre exsudatos de úlceras por pressão
Palabras clave:
Atividade antimicrobiana, Produtos naturais, Úlceras por pressãoResumen
O presente estudo tem o escopo de investigar o potencial antimicrobiano da espécie vegetal Schinus terebenthifolius, aroeiravermelha, sobre colônias bacterianas do exsudato de úlceras por pressão. As amostras clínicas foram coletadas de úlceras por pressão se seis pacientes da Associação de Deficientes Físicos de Alagoas (ADEFAL), semeadas em ágar sangue e pós incubação uma alíquota de suspensão (a 0,5 da escala de Mac Farland) foi semeada em Mueller-Hinton. Os extratos vegetais foram moídos e padronizados com auxílio de tamises de 150 e 75 μm. O pó resultante foi misturado a água destilada (10% m.v-1). Para avaliar a atividade antimicrobiana foram utilizados discos de papel de filtro estéreis saturados com 10 µg de cada extrato. A leitura dos antibiogramas evidenciou atividade antimicrobiana da folha de aroeira com uma média de halo de inibição de crescimento bacteriano de 10,8 mm. Quanto ao caule da aroeira, este estudo revela a ineficiência a 10% desse extrato enquanto agente antimicrobiano. Este fato legitima os achados literários que revelam ação antimicrobiana do extrato de aroeira-vermelha (caule), quando testado a uma concentração superior a 10%. A eficiência das folhas de aroeira-vermelha corrobora a utilização deste produto frente a minimização da colonização bacteriana e futuras infecções. Ademais, a inatividade antimicrobiana da aroeiravermelha (caule), torna inócua a utilização do extrato desta planta a 10% frente a terapêutica antimicrobiana de úlceras por pressão.
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