As vivências da mulher com câncer frente a mastectomia

Autores/as

  • Marilene Vicente de Jesus Universidade Estadual de Santa Catarina (UNESC)

Palabras clave:

oncologia, mastectomia, enfermagem, sentimentos

Resumen

A pesquisa teve como objetivo conhecer as vivências da mulher mastectomizada em tratamento na Unidade de Assistência de Alta Complexidade – (UNACON) de um Hospital do Sul de Santa Catarina. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, descritiva e de campo. Realizou-se entrevista semi-estruturada com dez mulheres. Os dados foram analisados por meio da técnica de categorização proposta por Minayo. Os resultados da pesquisa denotam que a mastectomia interfere nas atividades de vida diária, nos relacionamentos interpessoais, na autoestima e autoimagem da mulher. Os sentimentos de desespero, medo e ansiedade, como também a força para lutar pela vida foram relatadas pelas mulheres; além da necessidade de apoio e suporte advindo da família. As dificuldades enfrentadas após a cirurgia de mastectomia estão relacionadas à dor, perda da força no braço, necessidade de repouso; interferindo nas atividades diárias da mulher. Ressalta-se a necessidade do apoio da equipe de saúde às mulheres mastectomizadas para o enfrentamento e adaptação ao processo de adoecimento.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

Sales CA, Matos PCB, Mendonça DPR, Marcon SS. Cuidar de um familiar com câncer: o impacto no cotidiano de vida do cuidador. Rev. Eletr. Enf. 2010; 12(4):616-21. [Citado 2011 jun 21]. Disponível em: http://www.fen.ufg.br.

Nogueira PVG. Efeitos da facilitação neuromuscular proprioceptiva na performance funcional de mulheres mastectomizadas. Fisioterapia Brasil. 2005 jan.fev; 6 (1): 28-35.

Kurban Iran Z; Lima, Walter C. Tratamento fisioterapêutico tardio em mastectomizadas. Fisioter em mov. 2003 jan-mar; 16: 29-34. [Citado 2011 jun 25]. Disponível em: http://bases.bireme.br.

Caetano JA; Soares E. Mulheres mastectomizadas diante do processo de adaptação do self-físico e do self-pessoal. R Enferm UERJ; 13: 210-16. [Citado 2005 nov 10]. Disponível em: http://www.facenf.uerj.br.

Viana J M, Campos LAL. Câncer de mama e mastectomia: cenário de atuação de enfermeiros. 2009. [Citado 2011 maio 10]. Disponível em: http://www.webartigos.com.

Minayo MCS. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 28a ed. Petrópolis (RJ): Vozes; 2009. 108 p.

Brasil. Conselho Nacional de Saúde. Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa envolvendo seres humanos. Resolução 196/96. [Acesso 2008 julho 02]. Disponível em: http://www.ufrgs.br/HCPA/gppg/res19696.htm.

Pasqualette, Henrique Alberto Portela. Prevenção secundária ou rastreio do câncer de mama. In: Lemgruber, Ivan. Tratado de Ginecologia Febrasg. Rio de Janeiro: Revinnter, 2001.

Pires DM. Direitos da mulher com câncer de mama. 2011 [Citado 2011 maio 12]. Disponível em: http://mastologiabh.site.med.br.

Ferreira MSM, Mamede MV. Representação do corpo na relação consigo mesma após a mastectomia. Rev Latino-Am Enfermagem. 2003; 11(3): 299-302. [Citado 2011 jun 25]. Disponível em: http://www.scielo.br.

Barreto RAS et al. As necessidades de informação de mulheres mastectomizadas subsidiando a assistência de enfermagem. Rev. Eletr. Enf. 2008; 10(1): 110-23. [Citado em 2011 Nov 10]. Disponível em: http://www.fen.ufg.br.

Venâncio JL. Importância da atuação do psicólogo no tratamento de mulheres com câncer de mama. Revista Brasileira de Cancerologia. 2004; 50(1): 55-63. [Citado 2011 jun 25]. Disponível em: http://www.inca.gov.br.

Camargo TC, Souza IEO. Atenção à mulher mastectomizada: discutindo os aspectos ônticos e a dimensão ontológica da atuação da enfermeira no Hospital do Câncer III. Rev. Latino-Am. Enfermagem 2003 ; 11(5): 614-21. [Citado 2011 Jun 26]. Disponível em: http://www.scielo.br.

Lopes GP, Costa AC. Sexualidade e câncer. Feminina. 1998; 26 (4): 333-6. [Citado 2011 25 jun]. Disponível em: http://bases.bireme.br.

Melo EM, Silva RM, Fernandes AFC. O Relacionamento Familiar após a mastectomia: um enfoque no modo de interdependência de Roy. Revista Brasileira de Cancerologia. 2005; 51 (3): 249-255.

Righetti S, Felippe C. Pode a fé curar? [Citado 2011 25 jun]. Disponível em: http://www.comciencia.br.

Barbosa IA, Silva MJP. Cuidado humanizado de enfermagem: o agir com respeito em um hospital universitário. Rev. bras. enferm. 2007 ; 60(5): 546-51. [Citado 2011 Jun 26]. Disponível em: http://www.scielo.br.

Gianini MMS. Câncer e gênero: enfrentamento da doença. [Dissertação] [São Paulo]: Pontífice Universidade Católica de São Paulo; 2007. 21 p. [Citado em 2011 jun 25]. Disponível em: http://www.psicologia.com.

Almeida RA. Mastectomia: Aspectos Psicológicos e Adaptação Psicossocial. 2010. [Citado 2011 abril 15]. Disponível em: http://psicoterapiaepsicologia.webnode.com.br.

Sampaio ACP. Mulheres com câncer de mama: análise funcional do comportamento pós-mastectomia. [Tese] [Campinas - São Paulo]: Universidade Católica de Campinas; 2006. [Citado 2011 jun 25]. Disponível em: http://dominiopublico.mec.gov.

Simsen CD, Crossetti MGO. O significado do cuidado em UTI neonatal na visão de cuidadores em enfermagem. Rev Gaúcha Enfermagem. 2004; 25(2) :231-42. [Citado 2011 junho 25]. Disponível em: http://seer.ufrgs.br.

Publicado

2013-01-16

Cómo citar

DE JESUS, Marilene Vicente. As vivências da mulher com câncer frente a mastectomia. Saúde.com, [S. l.], v. 9, n. 3, p. 195–206, 2013. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/rsc/article/view/252. Acesso em: 25 may. 2026.

Número

Sección

Artigos originais