Sensorialidades en el transtorno del espectro autista
DOI:
https://doi.org/10.22481/aprender.33.17003Palabras clave:
Transtorno do Espectro Autista, Processamento Sensorial, Comunidade Humana, Formação de ProfessoresResumen
En este artículo se presentan algunos aspectos relacionados con el denominado Trastorno del Espectro Autista (TEA), especialmente en relación con su prevalencia en la actualidad, y se abordan las características de las sensorialidades diferenciadas en las personas autistas desde el concepto de procesamiento sensorial. Para ello, presentamos una breve incursión en estudios que describen los trastornos del procesamiento sensorial en el autismo y discuten la estigmatización que sufren las personas en el espectro autista. A partir de las posibilidades de superación de la estigmatización propuesta por Corrigan y Gelb, desarrollamos un recorrido teórico que propone, a partir de las ideas de los autores, (i) la protesta desde la denuncia de la discriminación, (ii) la educación desde la información sobre los sistemas sensoriales en particular y, finalmente, (iii) el contacto, invitando al lector a conocer de cerca a las personas dentro del TEA. Este estudio teórico sugiere que los tres caminos señalados pueden constituir estrategias favorables para la formación de educadores que se permitan a sí mismos y a sus estudiantes ser parte de la comunidad humana.
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