O ensino da Geometria Esférica: possibilidades para inclusão de deficientes visuais nas aulas de Matemática
DOI:
https://doi.org/10.22481/cpp.v5i13.17656Resumo
A abordagem de geometrias não-euclidianas é pouco comum no ensino de matemática das escolas e universidades, apesar de constarem em documentos oficiais brasileiros, como os Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática, as Orientações Curriculares para o Ensino Médio e Base Nacional Comum Curricular. Consideramos que abordar conteúdos da Geometria Esférica na Educação Básica possibilita que o aluno possa relacionar tal conhecimento com seu cotidiano, compreender os diferentes modelos geométricos que os cerca, ampliando o repertório de seu pensamento geométrico. Neste trabalho, buscamos refletir e propor atividades de ensino de Geometria Esférica nas premissas do Desenho Universal para a Aprendizagem, acessível a todos estudantes. De modo especial, nos dedicamos a pensar atividades em que estudantes deficientes visuais pudessem participar com os demais alunos. Tais atividades podem servir para novas discussões sobre o ensino de uma Geometria Não-Euclidiana, além de possibilitar novas compreensões para os estudantes, levando em consideração o seu cotidiano.
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