O ensino da Geometria Esférica: possibilidades para inclusão de deficientes visuais nas aulas de Matemática

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DOI:

https://doi.org/10.22481/cpp.v5i13.17656

Resumo

A abordagem de geometrias não-euclidianas é pouco comum no ensino de matemática das escolas e universidades, apesar de constarem em documentos oficiais brasileiros, como os Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática, as Orientações Curriculares para o Ensino Médio e Base Nacional Comum Curricular. Consideramos que abordar conteúdos da Geometria Esférica na Educação Básica possibilita que o aluno possa relacionar tal conhecimento com seu cotidiano, compreender os diferentes modelos geométricos que os cerca, ampliando o repertório de seu pensamento geométrico. Neste trabalho, buscamos refletir e propor atividades de ensino de Geometria Esférica nas premissas do Desenho Universal para a Aprendizagem, acessível a todos estudantes. De modo especial, nos dedicamos a pensar atividades em que estudantes deficientes visuais pudessem participar com os demais alunos. Tais atividades podem servir para novas discussões sobre o ensino de uma Geometria Não-Euclidiana, além de possibilitar novas compreensões para os estudantes, levando em consideração o seu cotidiano.

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Publicado

2020-12-29

Como Citar

COELHO LIMA, Priscila; PEROVANO, Ana Paula; RIBEIRO GUIMARÃES, Douglas. O ensino da Geometria Esférica: possibilidades para inclusão de deficientes visuais nas aulas de Matemática. Com a Palavra, o Professor, [S. l.], v. 5, n. 13, p. 1–21, 2020. DOI: 10.22481/cpp.v5i13.17656. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/cpp/article/view/17656. Acesso em: 9 jun. 2026.