A utilização do Word e Excel por alunos da EJA para criar subsunçores para uso de software Modellus
DOI:
https://doi.org/10.23864/cpp.v3i3.124Resumo
Este artigo apresenta os resultados de pesquisa desenvolvida junto a uma turma do Ensino Médio, na modalidade Ensino de Jovens e Adultos - EJA, durante o mês de Abril de 2016, em um Colégio Estadual na cidade de Amargosa, no interior da Bahia, no qual estamos desenvolvendo o projeto de pesquisa intitulado O uso do software Modellus no ensino de Física para Jovens e Adultos do curso de mestrado em Ensino de Ciências e Matemática da UESB. Neste trabalho, procuramos construir subsunçores através de atividades realizadas com os Programas Word e Excel com os alunos da EJA, com o objetivo de facilitar a utilização do software Modellus no processo de ensino-aprendizagem de conceitos físicos, com base na Teoria da Aprendizagem Significativa de David Ausubel. Esta pesquisa tem caráter qualitativo, na qual aplicamos um questionário para fazer um levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos sobre o uso do computador. Constatamos por meio de questionário que, dos dez alunos que participavam do projeto, quatro estudantes disseram que nunca tiveram contato com o computador. A partir desses resultados, modificamos a sequência didática anteriormente construída para possibilitar aos participantes um primeiro contato com a máquina e, consequentemente, inseri-los nessa proposta de ensino. Diante deste cenário, elaboramos uma unidade didática a respeito do uso do computador, utilizando os programas Word e Excel, visando estabelecer subsunçores para utilizar o software Modellus. Por outro lado, o estudo demonstra que os alunos que, inicialmente, disseram que já tinham contato com o computador mostraram dificuldades durante a sequência didática. Palavras-chave: Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC); Software; Física.
Downloads
Referências
AUSUBEL, D. P. Aquisição e retenção de conhecimentos: uma perspectiva cognitiva. Lisboa: Paralelo, 2000.
AUSUBEL, D. P.; NOVAK, J. D.; HANESIAN, H. Psicologia educacional. Rio de Janeiro: Interamericana, 1980.
BOGDAN, R.; BIKLEN, S. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Porto: Porto Editora, 1994. p. 47-51.
BRASIL. Lei nº 9.394/96: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Brasília, DF: MEC, 1996. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ldb.pdf. Acesso em: 10 abr. 2016.
COLL, C.; MARCHESI, A.; PALACIOS, J. Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia da educação escolar. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988.
FIOLHAIS, C.; TRINDADE, J. Física no computador: o computador como uma ferramenta no ensino e na aprendizagem das ciências físicas. Revista Brasileira de Ensino de Física, [s. l.], v. 25, n. 3, p. 259-272, 2003.
FREIRE, P. Educação de adultos: algumas reflexões. In: GADOTTI, M.; ROMÃO, J. (org.). Educação de jovens e adultos: teoria, prática e proposta. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2001. v. 5.
HADDAD, S. et al. Novos caminhos em Educação de Jovens e Adultos - EJA: um estudo de ações do poder público em cidades de regiões metropolitanas brasileiras. São Paulo: Global, 2007.
LÜDKE, M.; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
MOREIRA, M. A.; MASINI, E. F. S. Aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel. São Paulo: Moraes, 1982.
POZO, J. I. Teorias cognitivas da aprendizagem. 3. ed. São Paulo: Artes Médicas, 1998.
TAJRA, S. F. Informática na educação. 7. ed. São Paulo: Érica, 2007.
SANTOS, D. J. M.; BOSS, S. L. B. O uso do computador para criar subsunçores na utilização de software no ensino de física. In: ENCONTRO INTERNACIONAL DE ALFABETIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (ALFAeEJA) - PRÉ-ABERTURA, 5., 2018, Salvador. Anais [...]. Salvador: [s. n.], 2018. p. 119-127.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Com a Palavra, o Professor

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Você é livre para:
Compartilhar - copia e redistribui o material em qualquer meio ou formato; Adapte - remixe, transforme e construa a partir do material para qualquer propósito, mesmo comercialmente. Esta licença é aceitável para Obras Culturais Livres. O licenciante não pode revogar essas liberdades, desde que você siga os termos da licença.
Sob os seguintes termos:
Atribuição - você deve dar o crédito apropriado, fornecer um link para a licença e indicar se alguma alteração foi feita. Você pode fazer isso de qualquer maneira razoável, mas não de uma forma que sugira que você ou seu uso seja aprovado pelo licenciante.
Não há restrições adicionais - Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros para fazer qualquer uso permitido pela licença.