Etnomatemática e infâncias brincantes

Autores

  • Érica Helena de Proença Alexandrini Secretaria Municipal de Educação de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.23864/cpp.v2i2.220

Resumo

Problematizo neste texto a condição do ser criança no espaço e tempo da Educação Infantil, na busca de compreensão do desenvolvimento integral nas infâncias brincantes, considerando a cultura no processo educativo, em acordo com os pressupostos da Etnomatemática, que está relacionado a realidade mais próxima da criança, na qual ela conhece, interage e possibilita o apreender de novos conceitos. Abordo, brevemente, a produção das culturas infantis entre crianças pequenas e descrevo duas experiências brincantes com crianças da Educação Infantil no município de Campinas, do CEI João Vialta, no ano de 2014; uma fazendo massa de modelar com pó de café e outra confeccionando de brinquedos com materiais recicláveis, que possibilitaram interações entre a escola e a família e o apreender de saberes da cultura local. O brincar e o apreender na reutilização de materiais recicláveis podem contribuir para afastar as crianças do consumismo desenfreado de brinquedos industrializados, que focam o público infantil no intuito de vender cada vez mais seus produtos e acumular capital.       Palavras-chave: Educação Infantil, Etnomatemática, múltiplas linguagens.

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Biografia do Autor

Érica Helena de Proença Alexandrini, Secretaria Municipal de Educação de Campinas

Licenciada em Pedagogia pela
Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas, 2005.
Especialista em “Linguagem, Práticas Discursivas e Criança”, pela
Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas, 2011.
Professora de Educação Infantil da Prefeitura Municipal de Campinas,
no Centro de Educação Infantil “João Vialta”, desde 08/08/2000, no agrupamento III-D, que possuem faixas etárias entre três anos e meio a
seis anos.

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Publicado

2017-08-08

Como Citar

DE PROENÇA ALEXANDRINI, Érica Helena. Etnomatemática e infâncias brincantes. Com a Palavra, o Professor, [S. l.], v. 2, n. 3, p. 11–20, 2017. DOI: 10.23864/cpp.v2i2.220. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/cpp/article/view/17874. Acesso em: 9 jun. 2026.

Edição

Seção

Experiências de Sala de Aula