Residência Pedagógica: desafios na formação docente
DOI:
https://doi.org/10.22481/cpp.v6i15.17962Palavras-chave:
Residência Pedagógica, Formação de Professores, Prática DocenteResumo
Uma prática docente vivenciada por professoras da educação básica
pressupõe a necessidade de socializar, objetivo deste relato de experiências:
relatar e socializar as experiências vivenciadas durante o Programa de
Residência Pedagógica (PRP) no período de 2018 a 2020, desenvolvidos pela
Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM, em
parceria com uma escola pública de Diamantina-MG. A partir dessa
perspectiva, buscamos iniciar a nossa escrita, organizando o artigo em três
momentos. No primeiro momento, buscamos contextualizar a importância
do PRP, como um projeto de formação inicial e continuada diminuindo a
distância entre os cursos de licenciatura e a escola de educação básica. Neste
segundo momento buscamos aprofundar alguns conceitos considerando a
formação inicial dos licenciandos do Curso de Educação Física e Ciências
Biológicas, a formação continuada das professoras da escola e os desafios da
formação docente. Buscamos em Larrosa (2002), Tardif (2004), Nunes
(2001) Nóvoa (2017) e Teixeira (1996) fundamentos teóricos da experiência,
saberes docentes e formação do professor. E por fim, o terceiro momento em
que relatamos a nossa experiência considerando as contribuições desse
programa para a nossa formação, bem como as considerações finais.
Programas como o PIBID e Residência Pedagógica preenchem lacunas
importantes da formação inicial, além de contribuírem com a formação
continuada de professores. A articulação entre o PRP, escolas e universidades
se configura como um espaço de reflexão sobre a prática docente, auxiliando
os residentes a atuarem em sala de aula e lidarem com o cotidiano escolar,
diminuindo a distância entre a UFVJM e escolas de educação básica.
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