The profile of healers and marketing of medicinal plants in free trade of Vitória da Conquista, Bahia
DOI:
https://doi.org/10.22481/exon.v5i2.20435Keywords:
Herbaria, Popular Therapy, KnowledgeAbstract
Treatment of diseases with medicinal plants is a very ancient practice, and the healers are rich source of information about them, trading them and guiding how to prepare and use them. Therefore, this study aimed to evaluate the socio-demographic profile of healers allocated in free fairs of Vitória da Conquista - BA and their knowledge about the most indicated medicinal plants. The study refers to a field survey in which was used semi-structured questionnaires as a methodological technique, emphasizing the socio-demographic profile of the healers, the survey of medicinal plants most requested to them and the specific characteristics regarding the two most traded plants. It was interviewed 13 salespeople, who had sales point in the main free fairs of the city, they were mostly male (54 %), belonging to an age group ranging from 20 to 70 years-old. For the time of experience with this job, 54% of respondents worked more than 10 years with medicinal plants. The "beard tiller" and "mastic" were the two most requested plants, being indicated by them as anti-inflammatory, healing and antimicrobial, all therapeutic actions scientifically proven, which allow to complete that the healers had adequate knowledge.
Downloads
References
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS - PNPIC-SUS. Brasília; 2006.
L.G. Moraes, A.M. Alonso, E.C.O. Filho, Plantas medicinais no tratamento do câncer: uma breve revisão de literatura. Ciências da Saúde, Brasília, v. 9, n. 1, p.77-99, 2011.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia. Política nacional de ciência, tecnologia e inovação em saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Ciência e Tecnologia– 2. ed.– Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2009. 44 p. – (Série B. Textos Básicos em Saúde), 2009.
A.M. Giuliett, R.M. Harley, L.P. Queiroz, M.G.L. Wanderley, C.V. Berg, Biodiversidade e conservação das plantas no Brasil. Megadiversidade, São Paulo, v. 1, n.1, p.52-61, 2005.
M.C.M. Neves, “Plantas medicinais: diagnóstico e gestão”. 35. ed. Brasília: IBAMA, 2007.
T.M. Araújo, C.R. Brito, M.C.R.R.D. Aguiar, M.C.R.D. Carvalho, Perfil sócio-econômico dos raizeiros que atuam na cidade de Natal (RN). Infarma, CFF, Brasília, v.15, n.1/3, p.77-79, 2003.
A.K. Miura, T.R. Lowe, C.F. Schinestsck, Comércio de plantas medicinais, condimentares e aromáticas por ervateiros da área central de Pelotas - RS: estudo etnobotânico preliminar. Revista Brasileira de Agroecologia, v.2, n.1, p.1025-1028, 2007.
A.J. Nogueira, “Medicina Popular”. Rio de Janeiro: Prefeitura Municipal, (2005).
I.C. Dantas, F.R. Guimarães, Perfil dos raizeiros que comercializam plantas medicinais no município de Campina Grande, PB. Revista de Biologia e Ciências da Terra, v.6, n.1, p.29-44, 2006.
A.M. Bernardino, G.M.F. Abilio, A.A. Souto, Conduta dos raizeiros frente à resolução da ANVISA que regulamenta o comércio de plantas medicinais. V Jornada Nacional da Agroindústria Bananeiras- ISSN 1980-1122, 2012.
M.V.F.S. Barbosa, S.P. Laureano, A.S. Brito, As plantas medicinais mais comercializadas no município de Trindade-Goiás, 2011, II Seminário de Pesquisas, Goiás, Ed. da FUG, p.1-18, 2011.
A.B. Silva, M.F. Souza, A.B. Silva, A.H.B. Silva, Plantas medicinais da caatinga mais comercializadas em feiras livres, Jequié, Bahia. Associação Brasileira de Horticultura. Endereço eletrônico: < http://www.abhorticultura.com.br/biblioteca/Default.asp?id=6803> Acesso em: 27 set. 2013.
S.L.C. Silva, S.A. Gualberto, G.E.L. Macedo, T.C. Silveira, D.C. Silva, Plantas medicinais usadas pela comunidade do povoado de laço (Tanhaçú/Bahia) e encontradas na floresta nacional contendas do Sincorá. Revista Caatinga, Mossoró, v.25, n.3, p.130-136, 2012.
E.C.S. Gomes, J. Barbosa, F.C.R. Vilar, J.O. Perez, R.C. Ramalho, Plantas da caatinga de uso terapêutico: levantamento Etnobotânico. In: CONGRESSO DE PESQUISA E INOVAÇÃO DA REDE NORTE NORDESTE DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA, 2007, João Pessoa – PB, 2007.
G.P. Nunes, M.F. Silva, U.M. Resende, J.M. Siqueira, Plantas medicinais comercializadas por raizeiros no Centro de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Rev. Bras. Farmacogn. v.13, n.2, p.83- 92, 2003.
I.C. Morais, L.D.G. Silva, H.D. Ferreira, J.R. Paula, L.M.F. Tresvenzol, Levantamento sobre plantas medicinais comercializadas em Goiânia: abordagem popular (raizeiros) e abordagem científica (levantamento bibliográfico). Revista Eletrônica de Farmácia, v.2, n.1, p.13-16, 2005.
L.A.F. Silva, M.I. Moura, C.B. Persiano, J.B. Helou, C.R.O. Lima, S.L.R. Freitas, J. Almeida e Silva, D.S. Goulart, L.T.S. Castro, Extrato da casca do barbatimão (Stryphnodendron barbatiman Martius) associado ao tratamento cirúrgico e toalete dos cascos na recuperação de bovinos da raça nelore com dermatite digital. Ciência Animal Brasileira, Goiânia, v.1, p.373-378, 2009.
J.E.M. Barroso, F.H.B. Ximenes, C.R. Leite, V.S. Mustafa, J.R.J. Borges, M.B. Castro, R.F. Godoy, Comparação entre os efeitos de diferentes tratamentos na cicatrização de pele por segunda intenção em ovinos. Acta Veterinaria Brasilica, Mossoró, v.4, n.4, p.298-302, 2010.
V. Batestin, L.K. Matsuda, G.A. Macedo, Fontes e aplicações de taninos e tanases em alimentos. Revista Alimentos e Nutrição, Araraquara, 15 (1): 63-72, 2004.
J.M. Monteiro, U.P. Albuquerque, E.L. Araújo, Taninos: uma abordagem da química à ecologia. Química Nova, São Paulo, v.28, v.5, p.892-896, 2005.
G.C. Lopes, A.C.C. Sanches, C.E.M. Toledo, A.C. Isler, J.C.P. Mello, Determinação quantitativa de taninos em três espécies de Stryphnodendron por cromatografia líquida de alta eficiência. Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences, São Paulo, v.45, n.1, p.135-143, 2009.
L.A.F. Silva, J.A. Silva, C.R.O. Lima, C.E. Dambros, V.S. Cardoso, Uso popular do barbatimão. In: L.A.F. Silva, D. Eurides, J.R. Paula, C.R.O. Lima, M.I. Moura, Manual do Barbatimão. Goiânia: Kelps,. cap. 9, p.79-85, 2010.
A.M.S. Menezes, V.S. Rao, Effect of Astronium urundeuva on Gastrintestinal Transit in Mice. Braz J Med Biol Res., v.21, n.3, p.531-3, 1988.
M.P. Correia, Dicionário das plantas úteis do Brasil e das exóticas cultivadas. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, v.1, p.747, 1978.
M.G.L. Brandão, N. Freire, C.D.V. Soares, Vigilância de fitoterápicos em Minas Gerais: Verificação da qualidade de diferentes amostras comerciais de camomila. Caderno de Saúde Pública, v.14, n.3, p.613-616, 1998.
M. Zaroni, R. Pontarolo, W.S.M. Abrahão, M.L.D. Fávero, C. Correa Júnior, D.P. Stremel, Qualidade microbiológica das plantas medicinais produzidas no estado do Paraná. Revista Brasileira de Farmacognosia, v.14, n.1, p.29-39, 2004.
C.M. Bello, J.A. Montanha, E.P. Schenkel, Análise das bulas de medicamentos fitoterápicos comercializados em Porto Alegre, RS, Brasil. Revista Brasileira de Farmacognosia, v.12 , n.2, p.75- 83, 2002.
M.C.S. Barbosa, K.M.S. Belletti, T.F. Corrêa, C.A.M. Santos, Avaliação da qualidade de folhas de boldo-do-chile (Peumus boldus Molina) comercializadas em Curitiba, PR. Revista Brasileira de Farmacognosia, v.11, n.1, p.1-4, 2001.
M.R. Duarte, D. Bardal, Qualidade de amostras de fármacos vegetais comercializados em Curitiba – PR. Revista Visão Acadêmica, v.3, n.2, p.65-68, 2002.
J.G. Melo, Controle de qualidade e prioridades de conservação de plantas medicinais comercializadas no Brasil. 2007 f. Dissertação (Pós-graduação em Botânica) - Departamento de Biologia. Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, 2007.
P.L.H. Lucena, J.M. Ribas-Folho, M.M. Nascimento, N.G. Czeczko, U.A. Dietz, M.A. CorreaNeto, G.S. Henriques, O.J. Santos, A.P. Ceschin, E.S. Thiele, Avaliação da ação da Aroeira (Schinus terebinthifolius Raddi) na cicatrização de feridas cirúrgicas em bexigas de ratos. Acta Cir Bras., v.21, n.2, p.46-51, 2006.
S.B.F. Martorelli, A.L.B. Pinheiros, I.A. Souza, J.S. Higino, F. Bravo, Efeito anti-inflamatório e cicatrizante do extrato hidroalcoólico de Schinus terebinthifolius Raddi (Aroeira) a 30 % em orabase – estudo “In vivo”. Int J Dent, Recife, v.10, n.2, p.80-90, 2011.
M.J.R. Mello, J.A.D. Leite, R.J.H. Vasconcellos, H.H.A. Morais, Atividade anti-inflamatória, cicatrizante e antimicrobiana do extrato aquoso de aroeira-do-sertão a 20% (Myracrodruon urundeuva fr. All.), aplicado em fraturas expostas induzidas em mandíbula de coelho. Rev. Cir. Traumatol. BucoMaxilo-fac., Camaragibe v.13, n.1, p.97-104, 2013.
J.A.F. Mourellir, Actividad anti-inflamatória del Schinus terebintifolius (copal) em ratas. Ver. Cubana Farm., v.27, n.2, p.139-144, 1993.
K.J. Mahendra, Specific Competitive inhibitor of secreted Phospholipase A2 from berries of Schinus terebintifolius. Phytochemistry, v.39, n.3, p.537-547, 1995.
J.C.P. Mello, Taninos de Stryphnodendron adstringens (Martius) Coville - (Mimosaceae) – barbatimão. Caderno de Farmácia, Porto Alegre, v.13, n.2, p.105-109, 1997.
D.L. Nascimento, Estudo do uso do extrato aquoso do barbatimão como cicatrizante-relato de caso de cura de uma ferida em equino. 2011. Monografia Latu Sensu em Reprodução e Clinica Médica de Bovinos e Equinos-Instituto Qualittas, 2011.
L. Hernandes, L.M.S. Pereira, F. Palazzo, J.C.P. Mello, Wound-healing evaluation of ointment from Stryphnodendron adstringens (barbatimão) in rat skin. Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences, São Paulo, v.46, n.3, p.431-436, 2010.
C.R.O. Lima, L.A. Souza, J.B. Helou, J. Almeida e Silva, L.B. Caetano, Caracterização dos metabólitos secundários do barbatimão. In: L.A.F. Silva, D. Eurides, J.R. Paula, C.R.O. Lima, M.I. Moura. “Manual do Barbatimão”. Goiânia: Kelps, cap.7, p.61-68, 2010.
D.F. Rodrigues, Aspectos gerais sobre o extrato da casca do barbatimão (stryphnodendron adstringens) na cicatrização de feridas cutâneas. 2012 f. Dissertação (Pós-graduação em Ciência Animal) - Escola de Veterinária e Zootecnia. Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2012.
E.A. Audi, C.E.M. Toledo, F.S. Santos, P.R. Bellanda, W. Alves-do-Prado, T. Ueda-Nakamura, C.V. Nakamura, C.M. Sakuragui, C.A. Bersani-Amado, J.C.P. Mello, Biological activity and quality control of extract and stem bark from Stryphnodendron adstringens. Acta farmaceutica bonaerense, v.23, n.3, p.328-333, 2004.
J.P.R. Costa, A.C. Almeida, E.R. Martins, M.N. Rodrigues, C.A. Santos, I.R. Menezes, Atividade antimicrobiana do óleo essencial de alecrim-pimenta e do extrato bruto seco do barbatimão diante de bactérias isoladas do leite. Biotemas, Florianópolis, v.24, n.4, p.1-6, 2011.
R.C. Garcia, V.F. Louredo, W.C. Mattedi, R.P. Garcia Junior, Ensaios biológicos do almeirão roxo (Cichorium intybus) e barbatimão (Stryphnodendron Barbatiman Martius) em ratas com menopausa cirúrgica. Revista Eletrônica de Farmácia, Goiânia, v.7, n.1, p.65-80, 2010.
M.N. Lucena, M.M. Mendes, M.I.H. Brandeburgo, Avaliação da estabilidade da pomada à base de Stryphnodendron adstringens (Mart.) Conville e sua eficácia na neutralização dos efeitos locais induzidos pela peçonha de Bothrops pauloensis. Horizonte Científico, Uberlândia, v.3, n.1, p.1-29, 2009.
R.C. de Paula, E.F. Sanchez, T.R. Costa, C.H.G. Martins, P.S. Pereira, M.V. Lourenço, A.M. Soares, A.L. Fuly, Antiophidian properties of plant extracts against Lachesis muta venom. Journal of Venomous Animals and Toxins including Tropical Diseases, Botucatu, v.16, n.2, p.311-323, 2010.
T.M. Souza, R.R.D. Moreira, R.C.L.R. Pietro, V.L.B. Isaac, Avaliação da atividade anti-séptica de extrato seco de Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville e de preparação cosmética contendo este extrato. Revista Brasileira de Farmacognosia, São Paulo, v.17, n.1, p.71-75, 2007.
J.G.M. Costa, G.O. Leite, A.F. Dubois, R.L. Seeger. A.A. Boligon, M.L. Athayde, A.R. Campos, J.B.T. Rocha, Antioxidant effect of Stryphnodendron rotundifolium Martius extracts from CaririCeará State (Brazil): potential involvement in its therapeutic use. Molecules, v.17, p.934-950, 2012.
E.M.L. Occhioni, Considerações taxonômicas no gênero Stryphnodendron Mart. (LeguminosaeMimosoideae) e distribuição geográfica das espécies. Acta Botânica Brasileira, v.4, n.2, p.153-158, 1990.
G.S.B. Viana, F.J.A. Matos, M.A.M. Bandeira, V.S. Rao, “Aroeira-do-sertão (Myracrodruon urundeuva Fr. All.): estudo botânico, farmacognóstico, químico e farmacológico”. 2ª ed. revisada e ampliada, Fortaleza,, Edições UFC, 1995.
M.R. Meira, C.D. Cabacinha, L.S. Figueiredo, E.R. Martins, Barbatimão: Ecologia, produção de tanino e potencial sócio econômico na região norte mineira. Enciclopédia Biosfera, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.9, n.16, p.466-494, 2013.
H.S.R.C. Silva, K.S.C.R. Santos, E.I. Ferreira, Quitosana: derivados hidrossolúveis, aplicações farmacêuticas e avanços. Química Nova, Campinas, v.29, n.4, p.776-785, 2006.
V. Schulz, R. Hansel, V.E. Tyler, “Fitoterapia racional: um guia de fitoterapia para as ciências da saúde”. 4º edição, São Paulo: Manole, 2001.
J.J. Neto, J.F. Fracasso, M.C.L.N. Camargo, L.E. Santos, V.L. Banuth, Tratamento de úlcera varicosa e lesões de pele com Calendula officinalis e/ou com Stryphnodendron barbatiman (vellozo) martius. Revista de Ciências Farmacêuticas, São Paulo, v.17, p.181-186, 1996.
P.S. Martins, A.L.G. Alves, C.A. Hussni, J.L. Sequeira, J.L.M. Nicoletti, A. Thomassian, Comparação entre fitoterápicos de uso tópico na cicatrização de pele em eqüinos. Archives of Veterinary Science, Botucatu, v.8, n.2, p.1-7, 2003.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2014 Exatas Online

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Você é livre para:
Compartilhar - copia e redistribui o material em qualquer meio ou formato; Adapte - remixe, transforme e construa a partir do material para qualquer propósito, mesmo comercialmente. Esta licença é aceitável para Obras Culturais Livres. O licenciante não pode revogar essas liberdades, desde que você siga os termos da licença.
Sob os seguintes termos:
Atribuição - você deve dar o crédito apropriado, fornecer um link para a licença e indicar se alguma alteração foi feita. Você pode fazer isso de qualquer maneira razoável, mas não de uma forma que sugira que você ou seu uso seja aprovado pelo licenciante.
Não há restrições adicionais - Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros para fazer qualquer uso permitido pela licença.


