Mujeres campesinas e indígenas en Chile: experiencias de lucha, resistencia y feminismo campesino
DOI:
https://doi.org/10.22481/rg.v9.18081Palabras clave:
Anamuri, territorio corporal, agroecologíaResumen
Este artículo reflexiona sobre las luchas y prácticas de resistencia de las mujeres campesinas e indígenas chilenas frente a la explotación de los recursos naturales por parte de los megaproyectos capitalistas. La reflexión se basa en la experiencia de la autora con la Asociación Nacional de Mujeres Rurales e Indígenas (ANAMURI), que representa un territorio de resistencia para estas mujeres frente a la expansión de esta explotación y los impactos del cambio climático. Se destacan los espacios de debate y resistencia construidos por ANAMURI, demostrando su trabajo en defensa de los territorios corporales y los recursos naturales como contramovimiento a la explotación destructiva del neoextractivismo y a favor de la soberanía alimentaria, la agroecología y la vida. Este trabajo reafirma que la lucha por el derecho al territorio corporal es una lucha común en toda Latinoamérica.
Descargas
Citas
ANTONIO, G.J.Y.; de Goes Araujo, C.M.H.; Braga, F.; de Assis, R.L.; de Aquino, A.M. O protagonismo das mulheres rurais. Realidade atemporal: O caso de Nova Friburgo. Boletín de Estudios Geográficos, Rio de Janeiro, n. 113, p. 69-89, 2020.
ARTICULACIÓN de Mujeres de La CLOC/LVC. Feminismo campesino popular: acción y pensamento de lucha de las mujeres del campo, indígenas y afrodescendentes de la CLOC/LVC, 186p., 2024.
CAPITANi, R. Mudanças climáticas e produção de alimentos: o que as mulheres tem a ver com isso. Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, 2022.
CHAVES, K.A. Corpo-território, reprodução social e cosmopolítica: reflexões a partir das lutas das mulheres indígenas no Brasil. Scripta Nova, Revista Electrónica de Geografia y Ciencias Sociales, v. 25, n. 4, 2021. Barcelona.
EDUARDO, M.F. Agroecologia e o processo de ativação de territorialidades camponesas. Revista NERA, Presidente Prudente, n. 31, p. 143-165, 2016.
FEDERICI, S. O calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. Editora Elefante, São Paulo, 2017.
GIRALDO, O.F. Multitudes agroecológicas. Universidad Nacional Autónoma de México, 2022.
HAESBAERT, R. Do Corpo-Território ao Território-Corpo (Da Terra): contribuições decoloniais. GEOgraphia, Niterói, vol: 22, n. 48, 2020.
HAESBAERT, R. A corporificação “natural” do território: do terricídio à multiterritorialidade da Terra. GEOgraphia, Niterói, vol. 23, n. 50, 2021.
LIMÓN, T. Chile em Chamas: A Revolta Antineoliberal. Editora Elefante, 391p., 2021.
MIRANDA, E.O. Experiências do corpo-território: possibilidades afro-brasileiras para a Geografia Cultural. Éliseé-Revista de Geografia da UEG, Porangatu, v.6, n.2, p. 116-128, 2017.
MIRANDA, C.M.; Barroso, M.F. Mulheres na Amazônia: lutas em defesa de seus corpos-territórios. Revista Estudos Feministas, v. 31, n. 2, p. e92873, 2023.
MUÑOZ, E.E.; Villarreal, M.C. Contexto Internacional, v. 41, n. 2, p. 303-325, 2019.
PENIDO, M.O. Bio(necro)política da mineração: quando o desastre atinge o corpo-território. Revista Brasileira de Geografia, v. 63, n.2, p. 38-51, 2018.
TZUL, G. Mujeres indígenas: historia de reproducción de la vida em Guatemala. Una reflexión a partir de la visita de Silvia Federeci. “Bajo el Volcán”. Revista del posgrado de sociologia. BUAP, v.1, n. 22, 2019.
ULLOA, A. Feminismos territoriales en América Latina: defensas de la vida frente a los extractivismos. Nómadas, Colombia, Universidad Central, v. 45, p. 123-139, 2016.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Ananza Mara Rabello

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-CompartirIgual 4.0.
Dos Direitos Autorais
Os autores mantêm os direitos autorais de forma irrestrita e concedem à Geopauta a primeira publicação com o trabalho simultaneamente licenciado em CC BY, que permite que outros compartilhem com reconhecimento da autoria de cada autor na publicação inicial nesta revista.
Propriedade Intelectual e Termos de uso
A Geopauta adota a política de Acesso Livre em Conformidade com o Acesso Aberto- OAC recomendado pelo DOAJ e em conformidade com os Critérios SciELO, sob uma licença Creative Commons CC By Attribution 4.0 International License, permitindo acesso gratuito imediato ao trabalho e permitindo que qualquer usuário leia, baixe, copie, distribua, imprima, pesquise ou vincule aos textos completos dos artigos, rastreie-os para indexação, passe-os como dados para software ou use-os para qualquer outra finalidade legal.
A Geopauta atribui a licença CC BY. onde é permitido sem restrições:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial. desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original.
Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original.




