Entre sequías y ciclones: la fuerza invisible de las mujeres en Inhambane, Mozambique

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/rg.v9.18093

Palabras clave:

resiliência feminina, alterações climáticas, semiárido, exclusão sistêmica , estratégias de sobrevivência

Resumen

Este artículo analiza la resiliencia de las mujeres cabeza de familia en las zonas semiáridas de Unrogas en Inhambane, Mozambique, ante emergencias climáticas recurrentes, como sequías prolongadas y ciclones violentos que amenazan su supervivencia. Mediante un enfoque cualitativo, basado en investigación documental y experiencias locales, identificamos estrategias de supervivencia adoptadas por las mujeres, incluyendo prácticas agrícolas adaptativas, redes de solidaridad e innovación comunitaria en la gestión de los recursos hídricos. El estudio destaca la exclusión sistémica que limita el acceso de las mujeres a los recursos productivos, el crédito y la participación política, lo que exacerba su vulnerabilidad social y económica. La investigación muestra que las mujeres rurales, aunque (in)visibles, son protagonistas centrales en la (re)construcción de territorios, así como en la resiliencia y la convivencia con los impactos del cambio climático. 

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Publicado

2025-09-30

Cómo citar

MUCUHO, Anastância Armando. Entre sequías y ciclones: la fuerza invisible de las mujeres en Inhambane, Mozambique. Geopauta, [S. l.], v. 9, n. 1, p. e18093, 2025. DOI: 10.22481/rg.v9.18093. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/geo/article/view/18093. Acesso em: 18 may. 2026.

Número

Sección

Dossier: (In)justicia social y ruralidades en tiempos de emergencia climática