Pensamiento crítico y acción crítica: herramientas freireanas necesarias para la praxis en la extensión universitaria
DOI:
https://doi.org/10.22481/recuesb.v13i24.18579Palabras clave:
Pensamiento crítico, Acción crítica, Acción de extensión, Praxis de extensión.Resumen
Este artículo presenta un análisis de la importancia del pensamiento crítico y la acción crítica como herramientas freireanas para la praxis en la extensión universitaria. En este contexto, el objetivo es reflexionar críticamente sobre las prácticas freireanas para la acción práctica en el ámbito de la extensión y analizar los cinco principios de extensión contenidos en la Política Nacional de Extensión Universitaria (FORPROEX, 2012): interacción dialógica; interdisciplinariedad e interprofesionalidad; inseparabilidad entre docencia, investigación y extensión; impacto en la formación del estudiantado; e impacto y transformación social. Metodológicamente, el trabajo se desarrolló a partir de un análisis documental de las directrices para la Extensión en la Educación Superior Brasileña, seguido de una revisión bibliográfica, sustentada en una construcción reflexiva transformadora. Considerando las reflexividades que conformaron este trabajo científico sobre la praxis en la Extensión Universitaria, se destacaron las siguientes consideraciones epistémicas: la territorialidad conceptual de la extensión universitaria; el pensamiento y la acción críticos; el proceso freireano de concientización colectiva en una acción de extensión; y la composición definitoria de la Praxis en la Extensión Universitaria.
Descargas
Citas
ALVES, Nilda et al. (Org.). Criar currículo no cotidiano. São Paulo: Cortez, 2004.
BONAFÉ, SACRISTÁN, José Gimeno. Saberes e incertezas sobre o currículo. Porto Alegre: Penso, 2013.
BOTOMÉ, Silvio Paulo. Pesquisa alienada e ensino alienante: o equívoco da extensão universitária. Petrópolis: Vozes; São Carlos: EDUFSCar; Caxias do Sul: EDUCS, 1996.
CALLONI, Humberto. Breve ensaio sobre o conceito de interdisciplinaridade e a noção de “totalidade” em Paulo Freire. Educação, v. 27, n. 1, p. 113-119, jan./ jun. 2002.
CRESWELL, John Ward; CRESWELL, John David. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 5. ed. Porto Alegre: Penso, 2021.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (Org.). Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade ou ideologia? São Paulo: Loyola, 1994.
FORPROEX. Fórum de Pró-Reitores das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras. Política Nacional de Extensão Universitária, Manaus, 2012. Disponível em: https://proex.ufsc.br/files/2016/04/Pol%C3%ADtica-Nacional-de-Extens%C3%A3o-Universit%C3%A1ria-e-book.pdf. Acesso em: 21 dez. 2025.
FREIRE, Paulo. Que fazer: teoria e prática em educação popular. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 2011.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação? 7. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 7. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
GONÇALVES, Nadia Gaiofatto; QUIMELLI, Gisele Alves de Sá. Princípios da extensão universitária: contribuições para uma discussão necessária. Curitiba: CRV, 2016.
HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. 2. ed. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2017.
MALDONADO-TORRES, Nelson. Against war: views from the underside of Modernity. Durham: Duke Press, 2008.
MIGNOLO, Walter. Colonialidade: o lado mais escuro da modernidade. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 32, n. 94, p.1-18, 2017.
MIGUEL, José Carlos. A curricularização da extensão universitária no contexto da função social da universidade. Revista Práxis Educacional, Vitória da Conquista, v. 19, n. 50, 2023. DOI: https://doi.org/10.22481/praxisedu.v19i50.11534
RIOS, David Ramos da Silva; SOUSA, Daniel Andrade Barreto de; CAPUTO, Maria Constantina. Diálogos interprofissionais e interdisciplinares na prática extensionista: o caminho para a inserção do conceito ampliado de saúde na formação acadêmica. Interface: Comunicação, Saúde, Educação, Botucatu, v. 23, e180080, p.1-20, 2019. DOI: • https://doi.org/10.1590/Interface.180080
RODRIGUES, Rogério. A extensão universitária como uma práxis. Revista Em Extensão, Uberlândia, v. 5, p. 84-88, 2005-2006. Disponível em:
https://seer.ufu.br/index.php/revextensao/article/view/20340/10820 Acesso em: 22 dez. 2025.
SACRISTÁN, José Gimeno. O currículo como confluência de práticas. In: SACRISTÁN, José Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. 3. ed. Porto Alegre: Penso, 2017.
SACRISTÁN, José Gimeno. Saberes e incertezas sobre o currículo. Porto Alegre: Penso, 2013.
SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo. Filosofia da práxis. Tradução de Luiz Fernando Cardoso. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
SANTOS, Boaventura de Sousa; ALMEIDA FILHO, Naomar (Org.). A Universidade no século XXI: por uma universidade nova. Coimbra: Almedina, 2008.
SANTOS, Boaventura de Sousa. Para além do pensamento abissal. Novos Estudos – CEBRAP. São Paulo, v. 3, n. 79, p. 71-94, 2007. Disponível em: https://www.scielo.br/j/nec/a/ytPjkXXYbTRxnJ7THFDBrgc/?format=pdf&lang=pt . Acesso em: 15 ago. 2024.
SERVA, Fernanda Mesquita. A extensão universitária e sua curricularização. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2020.
THIOLLENT, Michel. Construção do conhecimento e metodologia da extensão. Cronos, Natal-RN, v. 3, n. 2, jul./dez. 2002. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/15654/10730. Acesso em: 21 out. 2025.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1986.
TORRES SANTOMÉ, Jurjo. Currículo escolar e justiça social: o cavalo de Troia da educação. Porto Alegre: Penso, 2013.
VASCONCELOS, Paulo Sergio Souza. Espaços comunitários para a infância e a juventude na contemporaneidade da “Terra Brasilis”: o potencial na construção de cidades educadoras. Orientador: Remi Klein. 2014. 83 f. Dissertação (Mestrado em Teologia) – Faculdade Est/PPG, São Leopoldo, 2014.
ZITKOSKI, Jaime José. Diálogo/Dialogicidade. In: STRECK, Danilo Romeu; REDIN, Euclides; ZITKOSKI, Jaime José (Org.). Dicionário Paulo Freire. 2. ed. rev. amp. 1. reimp. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.