El envejecimiento no es sinónimo de enfermedad: miradas sensibles y atención a los potenciales para un envejecimiento saludable – RE-AIM perspectiva

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/recuesb.v13i24.18710

Palabras clave:

Envejecimiento saludable, Ejercicio físico, Dinámica de grupo, Acción extensionista, Investigación-acción.

Resumen

El objetivo de este estudio fue investigar la interacción social aliada a la práctica de ejercicio físico como predictores del envejecimiento saludable en personas mayores participantes de un centro interdisciplinario de estudios y extensión.Se trata de una acción extensionista de imbricación investigación-acción con quince personas mayores que enfrentan enfermedades crónicas no transmisibles, realizada mediante la aplicación de un plan de intervención de ejercicios de resistencia durante doce semanas y una frecuencia de dos días por semana, evaluado con base en el modelo RE-AIM. Las experiencias narradas evidenciaron cómo la indisociabilidad entre investigación y extensión contribuye al cuidado humano en grupos de la tercera edad, demostrando que la acción promovió el aumento de la fuerza muscular y beneficios en el ámbito de la salud mental, impactando en la percepción de la calidad de vida de las participantes. Se concluye que la intervención contribuyó a los cuidados proximales de modo que fomentó la actuación profesional ante los impactos de la acción en la capacidad funcional, independencia y autonomía de potenciación para el envejecimiento saludable y activo.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Luzia Wilma Santana da Silva, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Graduada em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (1994), mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1998), Doutorado em Enfermagem - Área de Concentração: Filosofia, Saúde e Sociedade pela Universidade Federal de Santa Catarina (2007) e Doutorado em Estágio de Doutorado pela Escola Superior de Enfermagem Cidade do Porto (2006) com período de estudos em Londres, Inglaterra. Pós-doutorado em Enfermagem - bolsa de estudos PDJ CNPq, pela Universidade Federal de Santa Catarina (2012). Professora Pleno nível A, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Líder de grupo de pesquisa - Interdisciplinar em Ciências da Saúde e Sociedade; Linhas de pesquisa: Família em seu Ciclo Vital e Interdisciplinar saberes ao processo de cuidar humano. Coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Extensão em Cuidados à Saúde da Família em Convibilidade com Doenças Crônicas – NIEFAM/UESB. Docente permanente do Programa de Pós-graduação em Relações Étnicas e Contemporaneidade, Mestrado e Doutorado, Nível Acadêmico/UESB.

Luíza Santana Nascimento, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Bacharela em Fisioterapia. Fisioterapeuta Ortopédica. Ex-bolsista de pesquisa do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Extensão em Cuidados à Saúde da Família em Convibilidade com Doenças Crônicas/ Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – NIEFAM/UESB.

Bruno da Silva, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Bacharel em Fisioterapia. Fisioterapeuta Clínico. Ex-voluntário de Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Extensão em Cuidados à Saúde da Família em Convibilidade com Doenças Crônicas/ Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – NIEFAM/UESB.

Verônica Lima de Souza dos Santos , Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Graduanda em Fisioterapia e bolsista de pesquisa do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Extensão em Cuidados à Saúde da Família em Convibilidade com Doenças Crônicas/ Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – NIEFAM/UESB.

Jefferson Freitas Oliveira , Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Discente do Curso de Medicina e bolsista de extensão do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Extensão em Cuidados à Saúde da Família em Convibilidade com Doenças Crônicas/ Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – NIEFAM/UESB.

Edinei Mafra da Silva, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Discente do Curso de Medicina e colaborador de extensão do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Extensão em Cuidados à Saúde da Família em Convibilidade com Doenças Crônicas/ Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – NIEFAM/UESB.

Citas

ANDRADE, A. do N. et al. Percepção de idosos sobre grupo de convivência: estudo na cidade de Cajazeiras-PB. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, v. 17, n. 1, p. 39-48, 2014. DOI: https://doi.org/10.1590/S1809-98232014000100005

ARAÚJO, S. R. C. de; MELLO, M. de; LEITE, J. R. Transtorno da Ansiedade e o exercício físico. Brazilian Journal of Psychiatry, São Paulo, v. 29, n. 2, p. 164-171, 2007. DOI: https://doi.org/10.1590/S1516-44462006005000027

BARKLEY, L. C.; REAMS, P. Exercise and Chronic Disease Management. Current Sports Medicine Reports, v. 20, n. 8, p. 387-388, 2021. DOI: 10.1249/JSR.0000000000000865

BECHTOL, C. O. Grip test; the use of a dynamometer with adjustable handle spacings. Journal of Bone and Joint Surgery, American volume, v. 36-A, n. 4, p. 820-824, 1954.

BERGER, B. G.; MCINMAN, A. Exercise and the quality of life. In: SINGER, R.; MURPHY, M.; TENNANT, L. (Eds.). Handbook of Research on Sport Psychology, New York: MacMillan, 1993. DOI: https://doi.org/10.1002/9781118270011.ch27

BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Brasília, DF, 2012. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf Acesso em: 9 set. 2023.

BULL, F. C. et al. World Health Organization 2020 guidelines on physical activity and sedentary behaviour. British Journal of Sports Medicine, v. 54, n. 24, p.1451-1462, 2020. DOI: 10.1136/bjsports-2020-102955

CASTRO, K. V. B. de et al. Fisiomotricidade e limiares de dor: efeitos de um programa de exercícios na autonomia funcional de idosas osteoporóticas. Fisioterapia em Movimento, v. 23, n. 1, p.161-72, 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/fm/a/x5cxmzjQWxvQw8SLM9ZCyXh/?format=pdf&lang=pt

FERREIRA, O. G. L. et al. Envelhecimento ativo e sua relação com a independência funcional. Texto & Contexto – Enfermagem, v. 21, n. 3, p. 513-518, 2012. DOI:10.1590/S0104-07072012000300004

FOLEY, A; HILLIER, S; BARNARD, R. Effectiveness of once-weekly gym-based exercise programmes for older adults post discharge from day rehabilitation: a randomised controlled trial. British Journal of Sports Medicine, v. 45, n.12, p. 978-86, 2011. DOI: 10.1136/bjsm.2009.063966

GLASGOW, R.; VOGT, T. M; BOLES, S. M. Evaluating the public health impact of health promotion interventions: the RE-AIM. Framework.Washington (EUA): American Journal of Public Health, v. 89, n. 9, p. 1322-1327, 1999. DOI:10.2105/ajph.89.9.1322

HELMAN, C. G. Cultura, saúde e doença. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Projeção da população: Notas metodológicas 01/1024. IBGE, 2024. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/41056-populacao-do-pais-vai-parar-de-crescer-em-2041 / https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=2102111

KENDZIERSKI, D.; DECARLO, K. J. Physical Activity Enjoyment Scale: two validation studies. Journal of Sport & Exercise Psychology, v. 13, n.1, p. 50-64, 1991. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/232435324_Physical_Activity_Enjoyment_Scale_Two_Validation_Studies

KISNER, C.; COLBY, A. L.; BORSTAD, J. Exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas. 7. ed. Barueri: Manole, 2021.

LEE, J. Y. et al. Dopamine facilitates associative memory encoding in the entorhinal cortex. Nature, v. 598, n. 7880, p. 321-326, 2021. DOI: 10.1038/s41586-021-03948-8

MCAULEY, E.; RUDOLPH, D. Physical activity, aging, and psychological well-being. Journal of Aging and Physical Activity, v. 3, n.1, p. 67-96, 1995. DOI: 10.1123/japa.3.1.67

MERSKEY, H.; BOGDUK, N. (Eds.). Classification of chronic pain: descriptions of chronic pain syndromes and definitions of pain terms. 2 nd. Seattle: IASP Press, 1994.

MILES, M. B; HUBERMANN, A. M. Qualitative data analysis: an expanded sourcebook. Thousand Oaks, CA: Sage Publications, 1994. Disponível em: https://psycnet.apa.org/record/1995-97407-000

NERI, A. L. et al. Fatores associados à qualidade de vida percebida em adultos mais velhos: ELSI-Brasil. Revista Saúde Pública, v. 52, (Suppl 2), 16s, 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rsp/a/XYNj3YQ46ZZT9vp6m3KfM9f/abstract/?lang=pt

NUNES, B. P. et al. Multimorbidade em indivíduos com 50 anos ou mais de idade: ELSI-Brazil. Revista Saúde Pública, São Paulo, Brasil, v. 52, n. Suppl 2, p. 10s, 2019. DOI: 10.11606/s1518-8787.2018052000637

PIASTRA, G. et al. Effects of Two Types of 9-Month Adapted Physical Activity Program on Muscle Mass, Muscle Strength, and Balance in Moderate Sarcopenic Older Women. Biomed Research International, v. 18, ID 5095673, 2018. DOI: 10.1155/2018/5095673

PREVIATO, G. F. et al. Grupo de convivência de idosos na atenção básica à saúde: contribuições para o envelhecimento ativo. Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental, v. 11, n. 1, p.173-180, 2019. Disponível em: https://ciberindex.com/index.php/ps/article/view/p111173

RICHARDSON, D. L. et al. Affective responses to supervised 10-week programs of resistance exercise in older adults. Journal of Sport and Health Science, v. 9, n. 6, p.604-613, 2020. DOI: 10.1016/j.jshs.2019.01.006

SCHUMACHER, M. A.; BASBAUM, A. I.; NAIDU, R. K. Farmacologia básica & clínica. 13. ed. Porto Alegre: AMGH, 2017. p. 532-551. Disponível em: https://www.academia.edu/98056583/Farmacologia_B%C3%A1sica_e_Cl%C3%ADnica_13ed_Katzung

SOUZA, E. M. de; SILVA, D. P. P.; BARROS, A. S. de. Educação popular, promoção da saúde e envelhecimento ativo: uma revisão bibliográfica integrativa. Revista Ciência e Saúde Coletiva, v. 26, n. 4, p. 1355-1368. 2021. DOI:10.1590/1413-81232021264.09642019

TEIXEIRA, M. J. Dor, Fisiopatologia e Tratamento. In: NITRINI, R. A neurologia que todo médico deve saber. São Paulo: Atheneu, 1991. p. 203-211.

TEIXEIRA, M. J.; FORNI, J.. Fisiopatologia da dor. Revista de Medicina, v. 75, p. 20-30, 1997. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/350499275_Fisiopatologia_da_dor

VIANA, J. U. et al. Resistance training as a tool for changing muscle mass and frailty status in sarcopenic older women: a quasi-experimental study. Fisioterapia em Movimento, [s. l.], v. 36, e36217, 2023. DOI: 10.1590/1809-2950/18018629032022EN

WINNET, R. A; CARPINELLI, R. N. Potential health-related benefits of resistance training. Prev Med, v. 33, n. 5, p. 503-13, 2001. DOI: 10.1006/pmed.2001.0909

WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Tackling NCDs: best buys and other recommended interventions for the prevention and control of noncommunicable diseases, 2nd. Genebra: World Health Organization, 2024. Disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/9789240091078

Publicado

2026-03-17

Cómo citar

SILVA, Luzia Wilma Santana da; NASCIMENTO, Luíza Santana; SILVA, Bruno da; SANTOS , Verônica Lima de Souza dos; OLIVEIRA , Jefferson Freitas; SILVA, Edinei Mafra da. El envejecimiento no es sinónimo de enfermedad: miradas sensibles y atención a los potenciales para un envejecimiento saludable – RE-AIM perspectiva. Revista Extensão & Cidadania, [S. l.], v. 13, n. 24, p. 69–95, 2026. DOI: 10.22481/recuesb.v13i24.18710. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/recuesb/article/view/18710. Acesso em: 9 jun. 2026.